Retorno e explicação



Senhoras e senhores, bom dia.

Inicialmente me perdoem pelo sumiço. A explicação: estava em Doha, no Qatar. Lá participei do Congresso Mundial de Jornalismo Esportivo da AIPS, uma organização internacional. Lá também fui conhecer os preparativos do país para a Copa do Mundo de futebol de 2022. Foram dias especiais e de muito trabalho. Fiz algumas matérias sobre esses dias por lá. Se alguém tiver interesse os links estão abaixo.

Voltando ao tema do blog, perdi coisas importantes neste período, né?

Ontem a rodada da Superliga feminina confirmou algumas convicções:

1 – O Rexona-Ades está um degrau acima dos demais participantes da Superliga. Mostrou na Copa Banco do Brasil e no reencontro com o Dentil/Praia Clube, ontem.

2 – Após vencer o Vôlei Nestlé, o Camponesa/Minas entrou na briga pela segunda colocação. Agora são apenas dois pontos atrás do rival mineiro de Uberlândia.

3 – O time de Osasco segue seus altos e baixos na temporada. Sempre que eu acho que vai embalar…

4 – O Sesi segue ladeira abaixo. Derrota ontem para o Renata/Valinhos, penúltimo colocado, que tinha apenas duas vitórias até então. Uma campanha muito ridícula, com 8 triunfos e 11 derrotas, e apenas a sétima colocação.

Li também que a FIVB vai limitar as comemorações após os pontos. É uma das medidas em cima do tema que levantei na Coluna Saque sobre a diminuição do tempo das partidas para 1h50. Lembram-se?

Nos próximos dias, com o fuso horário restabelecido, voltarei ao ritmo normal.

Os links prometidos:

Qatar se planeja para receber Olimpíada de 2028

A vida de Muriqui na Ásia

Entrevista com Muriqui

Refugiados sírios salvos pelo futebol

Visita a um estádio da Copa de 2022

Contra críticas internacionais, Qatar mostra cidade dos operários

O custo surreal da Copa no Qatar

 



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