Rapidinhas do mercado



– O Praia Clube/Uberlândia acertou com mais um bom reforço para a Superliga feminina: a central americana Dani Scott. O time mineiro vai dar trabalho para os favoritos e pode sonhar, sim, com vaga na semifinal.

– Segundo o site italiano Volleyball.it, a central Carol Gattaz vai defender o Igtisadchi Baku, do Azerbaijão, nesta temporada.

– Mauro Grasso vai dirigir o Al Arabi, time do Qatar que disputará o Mundial de Clubes, a partir do dia 13.



  • Marco Aurélio

    Ué… Daniel, você pode me informar o que aconteceu com a dominicana Eve, que havia sido contratada pelo Praia Clube e seria a segunda estrangeira da equipe, junto com a Herrera? ATé onde eu sei, a CBV estipula um máximo de 2 estrangeiras por equipe. Um abraço.

  • leandro

    Como o Banana Boat/Praia Clube não contrata a Carol Gataz e contrata a ex-jogadora Dani Scott?
    Como eles deixaram de contratar uma brasileira que está na ativa ainda para contratar uma ex-jogadora?
    Ela já foi uma grande central. Estava praticamente aposentada e o time de Uberlândia foi contratá-la.

    • Marco Aurélio

      Calma amigo… A Carol Gattaz recebeu uma proposta irrecusável do Igtisadchi Baku (ex-time de Fernandinha), e vai jogar a próxima temporada no Azerbaijão. Uma proposta aliás, que nem o Praia Clube, nem o São Bernardo (clube que estava sondando a atleta) conseguiriam pagar…

      • MARCELO

        Eu acho que a intenção do Praia é usar a Dani Scott também como oposta, na minha opinião ela como oposta é melhor que a Monique e a Nicole, mais vamos ver no que vai dar…

  • Merk

    A Gattaz teve proposta do Praia, mas o time do Azerbeijão ofereceu muito mai$$$!! Sorte a Dani Scott!

  • Vinícius

    Por outro lado, não sei o que será do MTC feminino… Acho que nem semifinal vai rolar nessa próxima superliga…
    Não entendo porque o clube não investe pesado e forma um time para brigar (realmente) pelo título.
    Êta saudade do “Laqua di Fiori Minas”, quem se lembra?
    Sds.

    • leandro

      Quem levado o time do Minas era a Herrera, Ramires e Claudinha. O time que não tinha centrais para atacar bolas de meio, com a saída das cubanas perdeu as bolas na ponta e na saída que era o forte do time. O time do Minas ficou muito mais fraco.
      Não sei o que acontece com o MTC hoje em dia.
      A Superliga esse ano está uma bosta com apenas 10 times.

      • Marco Aurélio

        O que aconteceu é simples: o time não tem patrocinador forte, que possa bancar atletas de primeira linha para a equipe.

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