Rapidinhas do fim de semana



Além do título do Camponesa/Minas (http://blogs.lance.com.br/volei/minas-conquista-torneio-na-argentina/), alguns outros momentos do vôlei brasileiro no fim de semana merecem citação aqui:

– O Concilig/Bauru já conta com as dominicanas Brenda Castillo e Prisilla Rivera. As duas deverão ser apresentadas na quarta-feira. A ponta Mari é outra que se juntará em breve ao elenco.

– Pelo Estadual feminino de São Paulo, as sérvias Tijana Malesevic e Ana Bjelica estrearam pelo Vôlei Nestlé na sexta-feira, na vitória sobre o Sesi por 3 a 0 (25-18, 25-18 e 25-23). O resultado garantiu ao time de Osasco o primeiro lugar na fase de classificação.

Malesevic na estreia pelo Vôlei Nestlé (João Pires/Divulgação)

Malesevic na estreia pelo Vôlei Nestlé (João Pires/Divulgação)

– Pelo Campeonato Mineiro masculino, Montes Claros e Minas ficaram no 1 a 1. O time do Norte do estado levou a melhor, na quinta-feira, por 3 a 1. No sábado, troco da equipe da capital, no tie-break. As duas equipes brigam pelo segundo lugar. O Sada/Cruzeiro, como esperado, lidera. O Minas segue sem o oposto cubano Bisset, principal contratação para a temporada, com uma lesão muscular no peitoral.

– Pelo Paulista masculino, na noite de sábado, o Funvic/Taubaté fechou a primeira fase em primeiro lugar após bater o Sesi por 3 a 1, parciais de 25-23, 25-16, 22-25 e 25-22. Em quadra, uma infinidade de campeões olímpicos: Wallace, Lucarelli e Eder pelo lado de Taubaté. Bruninho, Lucão, Douglas Souza e Serginho Escadinha pelo Sesi. Além deles, outros jogadores com longo currículo pela Seleção participaram do clássico: Murilo, Mário Júnior, Sidão, Rapha, Theo…

 



  • Klaus

    Esqueceu de citar o Douglas pelo Sesi como campeão olímpico também.

    • Daniel Bortoletto

      verdade.
      já atualizei

  • Michel Pereira

    Daniel, segundo entrevista do Marcos K. a Mari provavelmente será oposta no time do Bauru, visto que a equipe só tem a Bruna como oposta de origem.

    • Daniel Bortoletto

      acho que ele está certíssimo

  • Edu

    Caro Daniel, o Douglas Souza e o Sidão,provavelmente por problemas físicos, nem vieram a Taubaté para jogar esse primeiro confronto oficial entre campões olímpicos .Lucarelli também nem entrou em quadra mas estava no ginásio mas muito mais entretido na concentração visual com o próprio celular duelando talvez entre um angry birds ou minercraft enquanto a partida prosseguia renhida nas linhas da quadra.O Sesi levou muito a sério essa partida vindo com 24 horas de antecedência para a partida e pernoitando antecipadamente numa cidade distante apenas 120 km distante da sua sede.E lamentar que Murilo entra na fase limítrofe de Giba na período de declínio da sua carreira.Aquela em que o atleta precisa mais do voleibol do que o esporte necessita dele .Na quadra com visíveis limitações fisicas e substituido ainda no primeiro set compreende-se perfeitamente seu corte às vesperas da Olimpiada.

  • Vicente Alves

    Atualização em Setembro de 2016. Sugestão de pauta de reivindicações do torcedor. 1. Alteração do estatuto das Confederações, Federações Esportivas , Comitês Olímpicos para , desde já, permitir a facilitação de livre criação de chapas para a concorrência a presidência por eleições periódicas, permitindo e aumentando o poder de votos para atletas, técnicos e clubes da série A, B, C, D. 2. Mais democracia nas séries A, B, C , D, do brasileirão, prevendo ascensão e descensão, até aos cinco primeiros e últimos de cada série , aumentando o valor econômico das séries B, C, D, induzindo mais patrocínios e interesses da mídia nacional e internacional. 3. Calendário de jogos o ano inteiro para clubes médios e menores, com possibilidade de campeonatos regionais de séries C e D do brasileiro, evitando altos custos, aumentando o interesse regional pelos campeonatos. 4. Formatação para estaduais de grande e médio porte, em ligas estaduais, e os de menor porte em ligas regionais, de acordo com ponderações, entre outras, por número de torcedores, retorno financeiro e meritocracia. É fundamental o apoio a clubes médios e menores, porque destes também surgem atletas de renome internacional. Apoio do Ministério do Esporte, empresas estatais patrocinadoras, Confederações e Federações para a criação de ligas independentes estaduais ou regionais para a melhor formatação destes campeonatos em mídia digital, gerando mais ativos e maior valorização dos eventos, com periodicidade no início de cada ano, em calendário harmônico com os campeonatos brasileiros das diversas séries A, B, C, D . 5. Combate ao monopólio e criação de horários acessíveis aos espetáculos esportivos. Critérios de licitações e contratações públicas, pelas Ligas Independentes, ou se inexistentes, pelas Confederações, com critérios de transparência de contratos entre clubes, centros de treinamento, atletas, outros, e empresas de televisão e mídia, evitando o monopólio de eventos de uma rede de televisão e mídia, em contratos com selecionados nacionais, clubes e centros de treinamento, atraindo a mídia nacional e internacional, patrocinadores, fundos de investimentos, outros, para investir em campeonatos , eventos esportivos, com horários de jogos e eventos acessíveis aos torcedores em arenas ou estádios, ginásios , bem como em mídia internacional, induzindo horário de conteúdo esportivo. 6. Exigência, pelo Ministério do Esporte, da criação de comitês de ética das modalidades esportivas, pelas Confederações, com critérios de combate a eventuais corrupções e desvios de valores recebidos ilegalmente por dirigentes, gestões fraudulentas, outros, com canal de diálogo das Confederações com clubes, atletas, técnicos, torcedores, imprensa, outros. 7. Apoio, pelo Ministério do Esporte, empresas estatais patrocinadoras, Comitês Olímpicos, Confederações e Federações do desporto, para a criação das ligas independentes, pelos clubes e entidades esportivas, com proteção a “NAMING RIGHTS” , de : segundo nome de clubes, nome de ligas, arenas, estádios, centros de treinamento e assemelhados, obrigando a divulgação dos “NAMING RIGHTS” em narrações de partidas ou eventos esportivos, induzindo investimentos privados nacionais e internacionais na gestão destes ativos , alterando-se o artigo 42 da Lei Pelé, 9.615/98. 8. Criação de lei ou legislação que possibilite aos clubes, entidades esportivas, centros de treinamento, atletas, outros, desde que idôneos, a emissão de títulos para o mercado de capitais (Bolsa de Valores), com lastro nos contratos desportivos dos atletas, a partir dos 16 anos, ou nos contratos de imagem e publicidade dos atletas, clubes, centros de treinamento e assemelhados. Pela modificação do artigo 29, parágrafo 4.o da Lei Pele, permitindo que os fundos de investimento em formação de atletas, possam, através dos clubes, entidades esportivas, centros de treinamento, outros, desde que idôneos, investir em auxílio financeiro, a partir dos 14 anos, ao jovem aprendiz atleta, induzindo também fomento a manutenções de Centros de Treinamento formadores do atleta. Criação pela legislação, de um fundo garantidor e securitizador para o investidor, em fundos de investimento em formação de atletas, prevendo um mínimo de ressarcimento, aos investidores, clubes, atletas, em caso de contusão definitiva do atleta, ou eventuais falências por gestões. 9. Alteração na Lei 10.891/2004, que prevê a Bolsa Atleta, para incluir a possibilidade de convênios com faculdades e outras instituições de ensino, clubes, centros de treinamento, ligas independentes, para a remuneração de técnicos e profissionais correlatos, fomentando a manutenção de Centros de Treinamento e a criação de novos, induzindo o investimento privado nacional e internacional no setor. Inclusão de exigência , na lei , de cadastro único de atletas, com disponibilidade e acesso público, organizados em banco de dados por modalidades, e dados de desempenho em eventos esportivos, induzindo investimentos privados na formação, por meio dos clubes, entidades esportivas, centros de treinamento, outros, atraindo potenciais investidores, para fundos de investimento , em mercado de capitais (bolsa de valores), com base em títulos lastreados em contratos desportivos ou de imagem dos atletas. 10. Criação das loterias esportivas e rede de apostas digitais, como importante fator de fomento às modalidades, clubes, entidades esportivas, centros de treinamento, ligas independentes, treinadores, atletas, induzindo a criação de ativos digitais, facilitando o investimento privado. Fim do monopólio da Caixa Econômica Federal para jogos de azar, criando, mediante concessões e licitações, oportunidades para empresas idôneas nacionais e internacionais de apostas, gerando dividendos a todo o setor esportivo nacional e mais renda , com mais impostos ao país, preservando, de forma análoga, os recebíveis pelas loterias, para diversas modalidades já previstas em lei . 11. Políticas para a formação e aperfeiçoamento de técnicos do desporto, com atividades e apoio de clubes, ligas independentes, centros de treinamento, e mediante convênios, com setor da educação, por instituições e ensino, universidades e outros. Critérios transparentes de seleção de treinadores de seleções nacionais em diversas modalidades, prevendo eleições com participações pelos clubes, ligas independentes e meritocracia. 12. Gestão digital dos campeonatos, jogos e eventos das diversas modalidades do desporto, facilitando o acesso popular , pela internet , ao torcedores, dos jogos dos clubes, e eventos esportivos, induzindo a criação de ativos digitais e plataformas de relacionamentos dos clubes e patrocinadores. Esta maior interação com o torcedor, criará e facilitará vendas de produtos de consumo relacionados aos clubes e ligas independentes, em diversas modalidades, incentivando a prática do esporte, bem como a indústria do entretenimento, fundamental neste século XXI. A criação de legislações metropolitanas para gerenciamento de conteúdo de mídia digital, para apoio a fidelização do torcedor e do praticante da modalidade esportiva, em locais públicos ou de concessão pública, como terminais urbanos, aeroportos, repartições públicas, outros, é fundamental para a criação de oportunidades de negócios relacionados ao esporte. 13. Criação de uma Agência Nacional do Esporte, fiscalizadora de licitações, contratos, negócios, gestões de clubes, entidades esportivas, federações, confederações, comitês olímpicos, evitando e combatendo abusos em estatutos, permitindo eleições livres e periódicas, mais democráticas e transparentes, com maior participação de clubes, atletas e técnicos do desporto. As entidades redundantes, com mesmo objetivo, poderiam ser aglutinadas na ANE, evitando a criação de cargos públicos inoperantes. Consequentemente inibirá desvios de conduta, nepotismo em gestões, e monopólios de mídia. A transparência induzirá mais investimentos privados nacionais e internacionais no setor desportivo, eliminando ruídos de eventuais indevidos favorecimentos políticos.

  • Edu

    Ainda no mote das noticias rápidas que passaram desapercebidas do voleibol: a ponteira Suelle ficou menos de um mês no Pinheiros.Tinha declinado uma proposta financeiramente melhor do Bauru para ficar em São Paulo,próxima do marido.No fim acabou não dando nada certo. Surgindo o rumor de um desentendimento sério com o treinador do clube paulista que culminou com a rescisão de seu contrato em menos de 30 dias de vigencia.Infelizmente a ponteira vem de uma passagem muito prejudicada por uma série de lesões freqüentes aliada a deficiência técnica na passagem pelo Osasco.Nem recordando em nada quando servia ao Sesi e era uma das atletas que mais criavam dificuldades nos embates contra o Nestlé. Na primeiro torneio de importância no inicio da temporada após a Olimpíada o Volero Zurich vence a Copa Yeltsin 2016 num quadrangular envolvendo o Uralochka com duas atletas do Zenit Kazan acrescentando ao elenco e vestindo o uniforme da seleção russa.Participaram ainda da competição o Dinamo Krasnodar e a seleção turca sub 21.Na premiação individual ficaram como MVP a oposta do clube suiço Olenka Rykliuk e como melhor levantadora a nossa Fabíola.Ao assistir as partidas pelo Youtube se percebe que não anda nada fácil para a levantadora brasileira essa nova fase no Volero agora sob a orientação do técnico da seleção servia vice campea olimpica, Terzic. A principio da preferência a Fabíola na titularidade deixando a levantadora reserva da sua seleção Zivkovic como reserva imediata.Mas na cartilha de Terzic o fio da paciência tem metragem curta.No inicio de uma das partidas contra a Russia depois de uma advertência verbal a Fabíola a retirou no terceiro ponto do primeiro set.Ao cruzar com a atleta ficou com a mão no vácuo ao estender para o cumprimento da substituição.Resultado a brasileira não voltou para a partida mesmo com a oscilação de Zivkovic numa determinada fase de set.O treinador pediu tempo.Deu uma advertência rigorosa ao ouvido de sua compatriota mas não colocou a brasileira de volta na partida.Mari Paraiba também teve chance de jogar durante o torneio para confirmar sua contratação.Na volta passaram pela Itália fazendo um amistoso contra o Liu Jo Modena perdendo para a equipe italiana por 3 a 1 num jogo informal em seu centro de treinamento e sem a utilização do uniforme de jogo do clube.A própria realização da Copa Yeltsin desse ano teve dois objetivos.O primeiro, celebrar os cinqüenta anos de existência da equipe da Uralochka e seu treinador, o lendário Anatoly Karpol e o inicio dos festejos da despedida de Gamova pela federação russa de voleibol com a oposta presente para a entrega daa premiações na quadra.

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