Ranking de atletas gera reclamações na web



O resultado da reunião entre CBV, Conselho Gestor da Superliga e clubes sobre o ranking de atletas para a temporada 2014/2015 não agradou os maiores interessados no assunto.

Via Twitter, a ponta Jaqueline reclamou de uma provável mudança nas regras, ainda não oficializada pela entidade: o limite para inscrição de jogadoras com pontuação máxima por clubes passaria de três para duas.

“Meu Deus onde vou jogar? O que vou fazer na próxima temporada? Somente 2 atletas de 7 pontos por equipe!!!! E eu sou uma delas… Acabaram comigo… E olhe que eu nem joguei essa temporada! Defendi o meu País com unhas e dentes e agora não sei o que fazer… A superliga é o unico campeonato do mundo que ser “BOM” é RUIM… Os atletas que jogam na seleção só se prejudicam com esse ranking!!! Eu sou uma delas… Estou muito triste com tudo isso! E um pouco desanimada com noticias ruins que estão surgindo com o ranking e com a cbv…”, escreveu a jogadora, que não atuou nesta temporada por ter tido o primeiro filho meses atrás.

A insatisfação de Jaqueline ganhou apoio do marido Murilo e do cunhado Gustavo. Hoje acontece o encontro que define a pontuação dos jogadores:

“Ranking dos atletas = Falta de critério. A minha opinião é de se acabar e deixar o mercado regular as equipes”, escreveu Murilo, defendeu o fim do mecanismo criado pela CBV para equilibrar os times.

“Estão querendo que os principais jogadores do Brasil joguem fora?Só pode ser isso que o ranking vai fazer, deixar a Superliga cada vez pior”, completou Gustavo.

Líderes da comissão de atletas, Gustavo e Murilo, apoiados pelos companheiros, decidiram não participar das reuniões, apesar do convite da CBV. Eles reclamam que os jogadores não têm direito a voto.  Fica a cargo dos clubes a definição da pontuação dos atletas. Entre os próprios dirigentes dos times existem reclamações sobre o ranking. Alguns alegam que muitas vezes votos são dados por conveniência, privilegiando apenas o interesse próprio. Um exemplo: “quero o jogador X e dou uma pontuação menor para ele. O rival quer o Y e eu inflaciono, dando pontuação maior”.

Todas as reclamações não são novas e têm se repetido nos últimos anos. A diferença é que, desta vez, existia a possibilidade de acabar com o ranking. Mas os clubes não aceitaram.

 



  • Dani

    Nossos queridos ídolos como sempre reclamando só quando lhes convém. O ranking é errado, cheio de furos há muito tempo. Mas enquanto ele permitia um sesi com a seleção brasileira, o osasco também, ta tudo bem, tudo certo! Deixar o mercado moldar os times é ter a certeza que sim, teremos nossas estrelas no país, mas todas concentradas num time só. Eu sou a favor de uma reformulação geral no ranking, outras coisas precisam ser mudadas,mas o fim dele nao. Nao com esse mercado cada vez mais fora da realidade que encontramos.

    • Iuri

      Simplesmente o melhor comentário que li sobre o assunto! Perfeito!

    • Kaká

      Poxa, você falou bem mesmo. Ora, ano passado o Osasco estava com praticamente toda a seleção e ninguém reclamou, agora, por que não vão mais poder jogar todas no mesmo time, vem reclamar. Na verdade, não entendo os critérios desse ranking, mas não sei se acabar com ele seria a melhor solução, pois qual a graça de um time cheio de jogadoras da seleção e outros sem nenhuma estrela. Bem, se acabarem com esse ranking, que busquem um meio de beneficiar todos os times, não só um ou dois, como atualmente.

    • Jairo(RJ)

      Concordo com seu comentário

  • Luciana

    “Meu Deus onde vou jogar? O que vou fazer na próxima temporada? Somente 2 atletas de 7 pontos por equipe!!!! E eu sou uma delas… Acabaram comigo… E olhe que eu nem joguei essa temporada! Defendi o meu País com unhas e dentes e agora não sei o que fazer”

    Jaqueline nao tem vergonha nao????? Que drama sem sentido, como se ela ficasse sem mercado aqui no país. pode reclamar,mas menos, bem menos….

  • Jorge

    Tá na cara que querem prejudicar o Osasco, pq, se o ranking realmente visasse ao equilíbrio, a regra teria de valer tanto para o masculino quanto para o feminino. Mas não é o que acontece. Vejo grande influência do Bernardinho nisso, pq a Unilever, geralmente, não investe em jogadoras caras, ao contrário de Osasco. Ele quer se valer do ranking para beneficiar o próprio time. Com o fim iminente de Campinas, quero ver quais times terão condições de absorver as jogadoras de 7 pontos. Debandada geral pra Turquia e Rússia!!!

    • Matheus

      O Osasco não teve nem vergonha em montar um time igual na temporada passada com várias jogadoras da seleção com pontuação além do limite e agora vem falar que o Osasco é perseguido ou é prejudicado ?
      Eu era torcedor de Osasco, simplesmente não sou mais, enfim vários fatores que me fazem não torcer mais…
      Quanto ao ranking, acho justo se todos os clubes cumprissem corretamente o que é pedido.
      Mas realmente duas jogadoras de 7 pontos por clube é muito ruim…
      acredito que assim vai haver um arrastão de jogadores de seleção pro exterior !!
      O que prejudica nossa superliga

      • Jorge

        Vc deveria estudar mais, pois, em momento algum, Osasco montou time com jogadoras que extrapolassem a pontuação, até pq a CBV não permitiria isso. O que falta aos pseudocomentaristas, como vc, é se aprofundar e perceber que, na verdade, a pontuação de jogadora que vale não é a atual, mas, sim, a de quando ela entrou no clube. A pontuação atual só vale no caso de jogadoras de 7 pontos, limitando o clube a contar com apenas 3. Adenizia, por exemplo, não conta na pontuação de Osasco, por ser cria da base. Mas, caso ela seja ranqueada com 7 pontos, o time dela estaria limitado a contar com apenas 3 jogadoras de sua categoria, embora no somatório geral ela valha 0.

        • Matheus

          E a CBV não permite , acontece que Osasco burlou isso e todos sabem muito bem disso …

  • ARY GRAÇA CONTINUA NO PODER DA CBV

    Daniel, cadê o Comite Gestor? Cadê o Comité de Jogadores? Não adianta ficar reclamando nas redes sociais. Juntem todos os jogadores e façam greve, parem os playoffs. Tem que tomar atitude. Piorou o que já estava ruim. Tem que acabar com esse ranking. Isso é criação do Ary Graça. Essa mudança no ranking deixa claro para qualquer idiota que ele ainda é o presidente da CBV. É retaliação do Ary Graça.

  • Jorge

    Tá na cara que querem prejudicar o Osasco. Se esse ranking realmente visasse ao equilíbrio, por que a regra não se aplica, então, ao masculino também? Vejo grande influência no Bernardinho nessa história, pq a Unilever, geralmente, não investe em jogadoras caras, ao contrário de Osasco. Com o fim iminente de Campinas, quero ver quais times terão condições de absorver essas jogadoras. Debandada geral pra Rússia e Turquia!!!

    • Bia Ferraz

      O ranking sempre prejudica o Osasco, foi assim na temporada que a Mari virou 7 pontos e foi para a Itália porque NENHUM clube no Brasil conseguiu mantê-la.

  • Bia Ferraz

    E ainda tem gente que clama pela independência da CBV e criação de uma liga independente, os clubes só defendem seus próprios interesses e estão pouco se lixando para o bem comum, também parece que ninguém pensou que a Leila como presidente do BSB tem motivações pessoais nas decisões que toma para o voleibol brasileiro.

    De qualquer forma os times que são a favor dessa nova regra sairão ganhando, não que uma Sheilla ou Tandara irão jogar em um time de menor tradição, mas saindo para o exterior, o jogo ficará menos desigual para eles. Quem sai perdendo é a aclamada “melhor liga do mundo” que não terá mais suas selecionáveis aqui, diminuindo o interesse dos patrocinadores e torcedores. Esse ranking nunca impediu que Osasco e Rio fizessem tantas finais seguidas, e mesmo com “apenas” 2 jogadoras de 7 pontos, o Osasco está aí disparado na liderança e invicto na SL.

    Em tempo, Dani Lins também se posicionou contrária ao ranking, ela provavelmente valerá 7 pontos na próxima temporada, ela + Fabiana, sem espaço para Jaque que planeja ficar em SP pelo bebê e já não tem espaço em Osasco e Campinas.

    Que bela dor de cabeça as atletas ganharam de presente em ano de mundial!

    • Osasco »» Sheilla e Thaisa
      Amil »» Tandara e Natália
      Sesi »» Dani e Fabiana, levantadora pode valer 7, visto que fofão foi sete durante três anos seguidos.

      Sobra só a Unilever??? ai é justo pro atleta… ter que jogar em um time pq só tem esse, fora que tem a Garay lá fora, e que vem zerada para o somatório, ao contrário da Garay que conta como 7 mas vai valer zero pro somatório, acho que esse Ranking só vem prejudicando, não tá agregando.

      Os Clubes que busquem reforçar seu orçamento e não limitar a opção dos atletas.

  • Michel Pereira de Oliveira

    Curiosamente os mesmos dirigentes que votam pela manutenção do ranking não fazem questão alguma em manter categorias de base ou investir na contratação de jogadores com pontuação máxima.
    Esse ranking não tem qualquer credibilidade, haja vista que a valoração dos atletas é feita a partir de critérios subjetivos.
    Além disso, essa pontuação não impede a formação de elencos super-estrelados por equipes cujos patrocinadores abrem o caixa para contratar, exemplos disso, Unilever e Campinas, que contam com boas jogadoras como Fofão, Waleska e Valesquinha, mas, que contam menos ponto pelo “benefício da idade” que foi criado ano passado, salvo engano.
    Outro aspecto é que clubes como Osasco e Campinas têm condições de contratar atletas estrangeiras como peças de reposição e ainda contam com o fato das mesmas virem zeradas na primeira temporada.
    A CBV tá estimulando a debandada de jogadoras para o exterior. Do jeito que tá corre o risco de a próxima temporada contar com uma ou duas campeãs olímpicas, algumas remanescentes do ciclo olímpico de 2008 e a maior parte dos clubes promovendo precocemente jogadoras juvenis, quiçá infanto, para composição de times adultos (cópia perfeita da seleção cubana).
    É previsível que o mercado ficará restrito pra maioria das jogadoras de 07 pontos, o jeito será o exterior. Aí na próxima temporada ironicamente os narradores do ‘canal campeão’ dirão: essa é a liga mais forte do mundo. #trágico

  • Valdir

    Considero positiva a mudança de 3 para 2 atletas com pontuação 7. Vai impedir que os times seleção brasileira ocorram. Acho justo. Além disso, ainda tem mais coisas que tem que mudar pois ainda tem muitos furos no ranking. Murilo e Jaque estão reclamando por interesses próprios, não por interesses do volei.

  • CCCP

    Vai jogar no Maranhão!!! Qual problema? Tem algum preconceito Jaqueline?! O único absurdo que vejo nessa história é classificarem uma jogadora “midiática” como você com 7 pontos!!! No meu critério tu merecias no máximo 3! E olha que estou sendo bonzinho…

    • Naty

      Qual o problema de uma jogadora espetacular como a Jaqueline, bicampea olimpica, admirada no mundo inteiro jogar em Maranhao? Todos!!!!
      Jaque eh estrela, tem que estar jogando sim nos principais times, onde merece estar!
      E ela nao esta reclamando a toa….com uma pontuacao de 7 ficara dificil pra ela…
      De valor aos nossos idolos….Jaque nao tem nada de midiatica…..e logo estara de volta calando a boca de todos, do mesmo jeitinho que fez na ultima Olimpiada!
      (desculpem a falta de acento).

      • Alex Miranda

        Já que se trata de uma jogadora admirada pelo mundo inteiro, ela que vá para o mundo!

    • Cadu

      Carol Albuquerque não passou nem dois dias em São Luís quando foi enfrentar a equipe do Maranhão e foi assaltada, imagina uma jogadora, como você mesmo disse, mais midiática. Eu também teria medo de criar um filho fora de São Paulo.

      • João Paulo

        “Eu também teria medo de criar um filho fora de São Paulo”. Um puta preconceito idiota. Acho que não é qualquer ponto de vista que pode ser expressado abertamente na internet.

      • Mauricio

        Cadu, estude e leia mais, que o medo passa. São Paulo tá longe de ser uma cidade segura.

      • Rodrigo

        Caramba meu, quanta ignorância!!!!

      • Rodrigo

        Contrata melhor quem investe melhor!! Não adianta reclamar e não correr atrás de grandes patrocínios, exemplo de disso é o Maranhão Vôlei (MELHOR PUBLICO FEMININO) que arrasta a torcida para ver o time ser massacrado em quadra, duvido que não tenha uma empresa interessada em fazer marketing com este publico. Agora a Jackeline fez tempestade em copo d’agua, quem vê pensa q ela não terá mercado no Brasil… era mais facil ela reclamar “CRLH NÃO QUERO DEIXAR O OSASCO” seria mais compreensível!
        E AO COMENTÁRIO DO CADU, É TRISTE LER COISAS ASSIM… SÓ MOSTRA O QUANTO EXISTEM PESSOAS INGNORANTES E PRECONCEITUOSAS NO NOSSO BRASIL!!! ERA MELHOR ELE ASSISTIR APENAS O CAMPEONATO PAULISTA DE VÔLEI!!!

  • Jaqueline não poderia entrar no Osasco = Thaisa ; Não poderia entrar no Sesi = Dani e Fabiana ; nao poderia entrar no Amil Tandara e Natália ; O eixo São Paulo que é o deinteresse dela, estaria fechado. Acabou de ser Mãe, quer ficar ao lado do Marido e no Brasil, totalmente Natural; acredito que o Ranking da Tandara e Natália devem ser 7 mesmo esse ano, além de campeãs olimpicas, Tandara arrebentou na última Olimpiada e nessa superliga é a maior pontuadora, e Natália tem um poder de decisão grande em superligas.

    Jaqueline está certa, aliás, como avaliarem com 7 uma jogadora que nem sequer jogou na temporada anterior, ela devia cair ai pelo menos uns dois pontos…

    • Matheus

      A Tandara praticamente nem jogou nas olimpiadas , ela está no auge pós olimpiadas…

      • Verdade, me confunde na hora de por o comentário, ela e Natália não fizeram nada na Olimpiada, mas ficaram com status de Campeãs e a Tandara vem arrebentando na Superliga.

      • na verdade quis dizer que ela arrebentou na ultima superliga e nessa superliga é a maior pontuadora, acabei confundido no comentário e deixando a palavra Olímpiada, ela já está acima das jogadoras medianas na superliga a duas temporadas, desde que foi para o Sesi, no Osasco quando jogou como ponteira, ainda não se destacava tanto.

  • Naty

    Nao concordo com ranking…..Murilo esta certo….tem que deixar o mercado regular….esse ranking tem muita subjetividade e interesse….que se forme um time selecao brasileira…nao acredito nessa de que ter um time muito acima dos outros fara com quem o campeonato fique desinteressante…
    Nao estamos montando time no colegio nao….. onde cada um escolhia um jogador por vez….e os times ficavam equilibrados…..

  • Afonso RJ

    A principio acho o ranking uma coisa positiva. A finalidade seria equilibrar um pouco mais as equipes, diminuindo a influência do poder econômico, e evitando a formação de “seleções”. Acontece, que com as regras atuais esse objetivo não vem sendo alcançado. Existe uma série de excessões, incentivos e bonificações, que acabam por privilegiar alguns clubes enquanto penalizam outros, principalmente os de formação mais recente.

    Vejamos, por exemplo: a pontuação máxima permitida por equipe é de 32 pontos. No entanto, temos que: Sheilla (7), Thaisa (7), Adenisia (6), Fabiola (6), Camila Brait (5), Lia (4), Ingrid (2), Gabi (1), o que dá um total de 38 pontos. Isso sem contar com os sete de Jaqueline, oficialmente inscrita pela equipe, o que elevaria o total para estratosféricos 45 pontos!!! Não é à toa que a equipe vem levando todos os adversários de roldão nessa temporada.

    Enquanto isso, uma equipe nova, ou outra que necessite renovar o elenco, por não terem direito a nenhuma bonificação tem de respeitar estritamente o limite de 32 pontos. Foi por exemplo o caso de Campinas ano passado.

    No meu entender, a mudança mais importante seria o fim dessas excessões, cada clube tendo que respeitar o valor máximo de pontos, contando para isso a pontuação cheia de cada uma de suas atletas. Ou seja: ou o ranking vale igualmente para todos ou acabe-se com ele. O resto é chororô e firula.

    • Acho que se o Osasco conseguiu isso, foi através de planejamento ao longo dos anos, vejo que ele lançou Brai e Adenizia novas, repatriou Jaque, acho essas bonificaçõe simportantes, pq os outros não fazem? a questão é que manter uma jogadora não contabiliza ela com o ranking novo a cada ano, e sim, com o que ela entrou no clube.

      Pq valorizar demias quem tá entrando agora ( Amil ) , acho que ele tem que galgar seu espaço, assim como fez, e hoje conta com um elenco de respeito.

      E o Ranking não impede que o poder econômico monte times muito fortes não, vide o caso do RJX no masculino e o Sesi de SP que é praticamente a seleção brasileira.

      Acho que esse negócio dos 7 tá tipo assim: Não tenho como te contratar mas então ninguém vai poder ter vc, ai a jogadora tem que se submeter a jogar fora, ser uma estrangeira em outras ligas, enquanto o que mais vemos hoje são estrangeiras na nossa superliga, acho que elas valorizam, tem o seu valor, fornecem brilho, mas primeiramente deviamos ter que valorizar os de casa.

      Qualquer time pode por exemplo com dinheiro montar um super time: Traz a Ana tieme e a Garay valendo zero, contrata uma meio normal outra boa como a Juciele, traz uma libero como a brenda Castillo uma oposta como a Destinne Hooker e contrata uma pondeira que vale sete tipo a Jaque, pronto, tá feito um super time, fiz só suposições…

      As brasileiras são Rankiadas, agora as estrangeiras chegam valendo zero, de qualquer nível, tipo, e o poder econômico vai ser prepoderante nesse caso, duas estrangeiras fortes e duas de 7 pontes e outras boas jogadoras, tá feito um super time.

    • Jorge

      O que vc não entende é que elas têm essa pontuação hj, mas não chegaram com essa pontuação ao time, que é o que vale. A Jaque, por exemplo, por ter sido repatriada, vale 0 pontos.

      • Afonso RJ

        Já cansei de ouvir todos esses argumentos: que o Osasco conseguiu tirar partido das regras, que Jaque foi repatriada e por isso vale zero, que Adenisia é “cria da casa” e por isso também vale zero, e vai por aí a fora. Não tiro a razão do Osasco. Estão jogando estritamente dentro das regras, como evidentemente não poderia deixar de ser. O que eu questiono são justamente essas regras, que estão tão cheias de “buracos”, que acabam beneficiando a uns e prejudicando a outros. E quando se fala nisso, aparece logo um monte de torcedores, que defendem as regras atuais não porque sejam justas, mas porque beneficiam ao seu time de eleição. Continuo sendo da opinião que o ranking das atletas deveria valer para todos os times igualmente, e que qualquer coisa diferente disso é definitivamente injusta.

        • Jairo(RJ)

          É isso aí Afonso!

    • Paulo

      Temporada passada Osasco tinha uma equipe muito superior a essa (em pontuação e qualidade) e nem por isso levou adversário nenhum de roldão.

      A diferença entre Osasco e as outras equipes é que enquanto eles fazem todo um trabalho de formação da atleta do juvenil ao adulto e virá e mexe aparece uma Camila Brait ou Adenizia, jogadoras selecionáveis que valerão zero no somatório geral enquanto continuarem na equipe, o máximo que, por exemplo, o Rio de Janeiro consegue é revelar Amandas e Regianes da vida, eternas reservas e que de seleção, só no famoso jeitinho brasileiro de se encaixar na universitária ou militar.

      • Afonso RJ

        Da maneira que falam, até parece que Osasco é o único que faz trabalho de base… E que argumento: Unilever só revelou Amandas e Regianes? Convenientemente se esqueceu da Thaisa…

        • Paulo

          Thaisa foi revelada pelo Minas, ela já falou várias vezes que a qualidade que possui no toque de levantamento hoje é graças aos treinos que fazia lá com bola de basquete, sem essa formação ela seria só mais uma altona desengonçada.

  • Roberto

    Ó Céus, ó vida, o que será de mim. Faz o seguinte, vai jogar no Afeganistão. PQP, o trabalhador brasileiro tem que matar um Leão por dia pra ganhar uma merreca e eu ainda tenho que ler e aguentar uma riquinha mimada com uma choradeira dessas. Mas o troféu de maior idiotice vai para esse tal de Cadu com ” Eu teria medo de criar um filho fora de São Paulo”. Cara, como é que voçe concluiu isso, porque de voçe eu conclui o seguinte: Tu não é só um preconceituoso de merda, tu é um completo imbecil.

  • Acho o raking super-necessário. Se é ruim com ele, é pior sem ele, com todos os craques se acumulando em clubes do eixo rio-sao paulo.

    Mas deveriam buscar critérios mais objetivos na pontuação dos atletas. Talvez critérios estatísticos. Deve ser possível construir uma pontuação a partir da efetividade do atleta em cada fundamento e do crescimento dele no decorrer das superligas. Também deveriam valer descontos na pontuação lesão, gravidez, muito tempo sem jogar, se o atleta é titular ou reserva.

    É impossível que o ranking funcione com clubes pontuando atletas; sempre existirão interesses escusos. Os próprios atletas se pontuarem é ainda pior.

    Deixar o mercado se auto-regular é abrir a porteira para aventureiros como o Eike Batista que formarão times de ponta por uma ou duas temporadas, inflacionarão os salários e então cansarão da brincadeira e irão embora.

    Os bonus oferecidos pelo raking (atleta repatriado valer zero, valer a pontuação do atleta quando ele entrou no clube) são para tentar dar aos times de volei algo que ele nunca teve: continuidade. É muito mais vantajoso prum patrocinador investir em atletas promissores da base (que chegarão ao time com pontuação baixa), do que ir ao mercado todo final de temporada para tentar contratar estrelas. Isso incentiva a continuidade do atleta no time e a propria continuidade do time (se o time acaba, a pontuação zera).

    A Jaque nao chegou a se desligar do Osasco, chegou? E ela nao chegou ao osasco com 07 pontos. Isso de proibir que um time tenha mais de 2 (ou 3) jogadores de sete pontos mesmo que eles nao tenham chegado a equipe com essa pontuação errado. Oras, se um time investir num grupo de jogadores a tal ponto que mais de tres cheguem a pontuação 07 ele vai ter que simplesmente se desfazer do elenco? Acho complicado.

    Também tem que rever isso de estrangeiro chegar no País com a pontuação zerada. Pode acabar acontecendo do atleta ir pro estrangeiro ficar uma temporada apenas para voltar zerado na seguinte. Talvez fosse mais interessante levar em conta uma janela de 03 anos. O atleta repatriado só chegaria com valor zero se tivesse ficado fora do Brasil por 03 anos, do contrário valeria a ultima pontuação que ele obteve na superliga.

  • Caio

    Acho que não deveria existir Ranking. Os clubes investem aquilo que podem pelo o que conquistaram de patrocínio. O volei tem potencial para conseguir mais patrocinadores. Acredito que o Ranking faz com que os times de menor orçamento se acomodem – Caso do Pinheiros, é um excelente time, mas o marketing do clube é incompetente e nunca fecha com patrocinador. Tá na hora dos dirigentes dos clubes se mexerem! O Osasco, quando perdeu o Bradesco, o treinador (Luizomar) e direção foram atrás e conseguiram a Nestlé. Se a Nestlé ou Unilever estiverem dispostas a terem um time forte que os outros sem empenhem em ter também.
    Acho esse ranking um assistencialismo errado. Os clubes precisa da ajuda da CBV de outras formas.
    O resultado disso tudo será uma debandada de atletas para o exterior.

  • Caco

    Sou contra a existência do ranking e de tudo aquilo que aumenta o controle da CBV sobre os clubes e os atletas.
    A CBV deseja enriquecer-se às custas dos atletas. Por isso, é contra a liberdade dos atletas e a favor da manutenção de um sistema amador no vôlei brasileiro.
    Não sejam ingênuos! Desde quando a CBV está preocupada com o equilíbrio da Superliga? Se está, por que, ao invés de pagar comissões milionárias para empresas, cujos sócios estão relacionados com membros da própria Confederação, não rateiam direitos de imagem e arena com os clubes menos abastados da Superliga como Maranhão, Uniara, São Caetano, São Bernardo e Pinheiros, a fim de que possam pagar contratos melhores para jogadoras com pontuação mais alta no ranking? O final dessa história são as estrelas deixando o país, como a Garay este ano, por culpa do ranking e não a melhoria de clubes com menor poder aquisitivo.
    A CBV quer o vôlei amador, é totalmente contra a competitividade do esporte profissional que fortalece os clubes em detrimento dos interesses financeiros da Confederação.

  • Mauricio

    CBV nem divulgou o ranking e a dita-cuja ta crente que é 7, já. CBV, atende as preces da Jaquetoco e, afim de não deixá-la no risco de ficar sem clubes, diminua sua pontuação! Pronto!

  • Mauricio

    A Superliga feminina tem, hoje, pelo menos 5 equipes que podem contratar jogadoras TOPs. Por enquanto não se têm indícios que o investimento diminuirá. Pelo contrário. Comenta-se que Brasília e Barueri devem aumentar o orçamento. Gente, não vai ser por falta de $$.

  • Mateus

    Fim ao ranking de atletas!!! Muitos falam que o ranking é necessário para evitar seleções, para que não haja a concentração de selecionáveis em um time ou outro ou para que os pequenos também possam “estar presentes” no campeonato. Balela! Já imaginaram que possíveis patrocinadores potenciais possam evitar de entrar em algum time pelo motivo de não conseguir vincular sua marca a um time realmente competitivo? Sem ter que esperar 3, 4 anos para um possível título? Acho que os atletas devem ficar a mercê do mercado assim como os clubes de seu investimento, contratado ou contratando conforme sua grana.

  • iuri

    Eu já estava até gostando da Jaqueline, dps de Londres e dps de tudo que ela passou, passei a admirar muito mais ela como jogadora…mas como pessoa continua essa criança mimada! Meu Deus! Drama à toa. Ela fala como se fosse ficar desempregada! Qualquer time do Brasil quer ela em seu elenco, inclusive sou capaz de ter certeza de que o Osasco dispensa a Sheilla pra ter Jaque de volta se for preciso.
    Jaqueline e Murilo…amam reclamar do juiz durante o jogo e amam ficar de mimimi em redes sociais! Deveriam ter vergonha na cara pois têm emprego garantido em qq lugar do mundo ganhando uma grana violenta!

  • tuliobr

    O ‘ranking’ claramente não cumpre o objetivo que declaradamente motivou sua criação, pois não impede a grande diferença técnica entre equipes de desnivelado investimento, mas evidentemente serve ao propósito dos clubes que, do contrário, já o teriam banido. Ainda mais agora, em um momento em que a CBV está fragilizada e seus mandatários estão na defensiva. Particularmente, sou a favor do livre mercado. Reconheço, porém, que no Brasil falta transparência e um patrocinador idôneo deve pensar duas vezes antes de assinar um cheque de sete dígitos e enviar para um clube. Vejam o caso do Banco do Brasil, cujos mecanismos de controle interno e de auditoria parecem não ter a mínima idéia do destino da verba alocada na CBV; se até ali, onde o caráter de autarquia cujo Estado é o maior acionista deveria submeter os patrocínios a estrito controle de vários órgãos competentes, as coisas são tão nebulosas, imaginem em clubes espalhados pelo país?

  • Paulo

    Correr atrás de patrocínio ninguém quer né? Viva o assistencialismo aos clubes pequenos e abaixo a meritocracia dos grandes!

  • fernandes

    Gente quanta hipocrisia aqui… quem tem como pagar que pague por algo de qualidade… eu heim , isso só impede o esporte de crescer.Como se o brasil tivesse mais de 15 jogadoras valendo 7 pontos…. libera as estrangeiras e pronto… Eu quero ver um volei bem jogado com grandes jogadoras, quanto mais melhor.

  • Guilherme

    “Onde ser bom é ruim?” Caraca! Isto bateu forte, Jaquetoco. Quanta prepotência, escrita com tanta naturalidade. Certamente iria reclamar se fosse pontuada em 5 ou 6. Porque se acha boa demais. Por favor! E se é tudo isso, deusa da Mídia, tão boa assim, certamente os clubes vão brigar por você, não é? Se é tão boa, não seria natural, caso consiga a pontuação 7, ser disputada a tapas? No fundo, como não se garante, está é morrendo de medo de não ser nem a segunda escolhida por grandes times quando eles começarem a montar seu elenco. Ora, nos poupe!!! E tomara que esta redução aconteça, pra que nenhum clube vire uma seleção brasileira. Isto é ridículo e motivo de perda de público.

  • Osmar Cordeiro

    Enquanto existir meio termo em normas , leis e regras dá nisso . Ou segue os 32 pontos ou não independente de repatriamento , bonificação ou jogadoras estrangeiras . Eu concordo com o ranking mas com equipes que tem condições e que mantem um campeonato nivelado , infelizmente não é isto que acontece aqui o Brasil . Se o(a) atleta possui 7 pontos é pq é muito valorizado(a) , qual equipe que vai manter um atleta de alto nível ? Poucas , no feminino 3 à 4 e no masculino 3 , que equipe de médio e baixo investimento vai comprometer 25 à 35 % do orçamento por causa de um atleta ? Enquanto tiver esse abre e fecha de times não tem como fazer um campeonato de nível igual , agora o clube vai ter que brincar de conta no fim da temporada , o Moda Maringá não pode contratar o líbero Polaco pq já havia atingido os 32 pontos e teve que contratar um estrangeiro . A CBV deveria trabalhar em cima de gestão e fortalecer cada vez mais o público , trazer mais o esporte para a população e os amantes de vôlei ao invés de reclamar comparecer no ginásio , comprar seu ingresso e sua camiseta . Só assim acabaria o choro de relação aos atletas , quanto mais equipes fortalecidas bem mais nivelado ficaria o campeonato e o atleta seria o representante da sua equipe .

  • Eduardo

    Vcs não tem a menor noção de como é perigoso deixar o mercado regular as contratacoes. Acho que projetos aventureiros como o do Eike não foram suficientes pra exemplificar. O ranking tem falhas e precisa de muitos ajustes. Mas não achem vcs que é ele que por acaso tira jogador do país, o que tira é grana. E se s grana for maior la,vão sair com ranking ou não . Não são esses jogadores de ponta que vcs estão com medo que saiam do país que o ranking prejudica, esses tem e sempre vão ter mercado aqui. Quem sobra é quem não tem nome. Ou vcs acham mesmo que a pobre Jaque se não tiver Osasco não vai ter outra ótima proposta dentro do Brasil?!

    • Caco

      Discordo! A grana é maior lá do que aqui. Os times turcos, russos e do Azerbaijão, além de pagarem mais, pagam em euros. No entanto, todas as nossas estrelas se mudaram para o Brasil, quando a quantia paga pelos clubes mais ricos aqui, puderam pelos menos tornar aceitável permanecer perto da família e no país onde nasceram e possuem preferência para jogar. A exceção neste ano foi a Garay, que saiu justamente por causa do ranking e não pelo dinheiro.
      O que aconteceu com o Rio de Janeiro foi incompetência e não culpa do mercado. Assinaram um contrato milionário no começo da temporada com uma empresa que, já uns três meses antes, choviam informações na mídia de que estava sem condições de arcar com os seus compromissos.

  • Edu

    O ranking é necessário para equilibrar o campeonato.No entanto os critérios tem que ser melhor direcionados.Hoje existem, no caso do feminino, efetivamente quatro times de ponta.Perigando se tornar três com a saída do ZRG do Campinas após o final da liga e fiador do projeto.Se as regras se tornarem tão inflexíveis como o total final de duas atletas de pontuação máxima periga termos uma nivelação forçada para baixo e desistência de investimentos das equipes de estrutura e cultivam a base.Acho mais preocupante determinar uma maior média de público, alongar mais o campeonato que seus quatro meses e parar com o incentivo dessas torcidas patrocinadas uniformizadas que não gera um público que realmente aprecia o esporte.Recursos, para isso,eles tem.

  • Lilika

    Bom, a ideia do ranking é válida…mas jamais cumpriu o papel a que ele foi pensado, equilibrar os clubes, que têm suas exceções, devido a n motivos que tbm não condeno….mas não adianta pontuar atleta se clubes dependem de verba/patrocínio pra montar o elenco…ou seja, vai continuar essa “zona” que estamos acostumados a ver há décadas…

  • Jorge V.

    Baseado em um lead de uma famosa revista brasileira: E se a classificação da Superliga Feminina fosse baseada na somatória da pontuação das equipes?

    1) Vôlei Amil – 32
    2) Sesi-SP – 27
    3) Molico/Nestlé – 25
    4) Banana Boat/Praia Clube – 22
    5) Barueri – 17
    6) Unilever – 17
    7) Brasília Vôlei – 12
    8) Pinheiros – 9
    9) São Cristóvão Saúde/São Caetano – 9
    10) São Bernardo Vôlei – 8
    11) Rio do Sul/Equibrasil – 7
    12) Maranhão Vôlei/CTGM – 2
    13) Minas Tênis Clube – 0
    14) Uniara – 0

  • Rodrigo

    Jaqueline e Murilo estão reclamando pq são casados tem filho dificilmente o SESI vai renovar com ele se for 7 pos o ombro dele tá estorado sendo q tem lucão ,Sidão, Lucarelli, Jaqueline a mesma coisa tem a taisa, Sheila ela vem de uma temporada parada imagine esse time willian, Wallace, leal,lucarelli lucão, Sidão,Serginho o SESI tem dinheiro para isso, osaco com dani lins, Sheila, tandara, nathalia, Fabiana, taisa, fabi. Não vai ter pra ninguem.

    • Vc acha que algum clube tem condição de bancar esse investimento aqui? Outra, no Ranking atual, nunca se deixou de monatr supertimes, os outros só não montam por falta de investimento, acho que tem que nivelar por cima não por baixo.

  • Bia Ferraz

    Daniel, alguma chance de sabermos quem votou sim ou não pela extinção do ranking? Ou o voto é secreto?

    Acho que esse tipo de decisão deveria ser transparente, tal qual a nota que cada clube dá para o atleta, os torcedores teriam muitas surpresas ou decepções com suas equipes.

    • Daniel Bortoletto

      não é revelado, mas sempre aparece depois

      • Caco

        Concordo Bia! Infelizmente, as pessoas relutam em ser transparentes, e isso não é privilégio de políticos e dirigentes. Qual o problema de assumir a pontuação dada se se tem a certeza de ter sido justo e coerente?

  • anderson

    O murilo assinou contrato de dois anos com o sesi

  • Jorge V

    Engraçado que os clubes são limitados quanto as atletas, mas e a comissão técnica? Qual a necessidade do Vôlei Amil ter 3 profissionais nível 5 (ZRG, Paulo Coco e Claudio Pinheiro) comandando a equipe se a maioria das outras equipes o técnico é nível 3 (mínimo permitido). Se a ideia é manter o equilíbrio, porque não é justo um time com Sheilla (7), Thaisa (7) e Jaqueline (7) contra Amanda (0), Adri (0) e Nikolle (0) se ao mesmo tempo está tudo bem uma equipe com Zé Roberto (7), Paulo Coco (7) e Claudio (7) contra Chicão (0), Osni (0) e Ubiracy (0)?

  • Guilherme

    Isso, defendam a Jaqueline e o lobby dos atletas de alto nível. Defendam, também, que seleção brasileira praticamente inteira esteja num só time. E aceitem que Osasco seja o maior (não faz mais que obrigação) e que os outros patrocinadores em potencial jamais invistam num esporte porque nunca terão condições de ficar entre os primeiros. Mantida, do jeito que está, esta Superliga brasileira nunca terá mais que dois ou três grandes clubes.

  • Patricia

    gostaria de saber porque o cruzeiro continua sempre com os mesmos jogadores?

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