Quem tem medo de tsunami?



Sair da Coreia fez bem para a Seleção Brasileira feminina. O temor estava logo no aeroporto de Busan. Confiram:

http://blogs.lancenet.com.br/maisesportes/2011/08/10/placa-de-tsunami-assusta-jogadoras-da-selecao-de-volei/



  • Afonso (RJ)

    Realmente deve ser bem duro para essas atletas fazerem essas verdadeiras maratonas. São viagens longuíssimas, fusos horários, lugares completamente estranhos, tanto tempo longe de casa, e tome-lhe treino.
    E depois ainda tem que enfrentar as adversárias, algumas delas também submetidas a essa situação, claro, mas sempre entre elas está a “dona da casa”. E essa é mais uma razão por que eu admiro tanto essas meninas. Não é mole.

    • Rafael

      E depois de tudo isso, alguns atletas que não participaram do ciclo olímpico, ainda tem a coragem de aparecer em cima das Olimpíadas se colocando à disposição do treinador para convocação!!!

  • Simone Gomes

    Num é fácil não einh?
    Quando vemos nossas queridas atletas em quadra a primeira coisa que pensamos é quanta festa, que vida boa. Mas não é bem por aí.
    Para estarem onde estão elas ralaram muito e enfrentaram todo tipo de situação, e medo. Como esse por exemplo.
    É fácil criticar as mesmas sentadinha da frente do computador, dentro de um escritório com ar condicionado, café, hora pra entrar e pra sair como é a vida da maioria das pessoas que as acompanham pela TV.
    Mas vai levar a vida que elas levam, longe da família, tentando romper seus limites sem romper sua estrutura física. Por isso temos que dar valor, não apenas para nossas meninas, mas para todos os atletas do Brasil que levam o nosso nome por todo mundo!

    • Afonso (RJ)

      Eu fico revoltado quando aparecem certos comentários do que só posso considerar feitos por pessoas de pouco discernimento, e que são claramente desrespeitosos com nosso/as atletas ou comissão técnica. São apelidos que menosprezam (vou até citar dois como exemplo, mas “sob protesto”: Pani Lins e Jaquetoco). Às vezes rotulam certas atletas de “amarelonas” (adorei quando elas desabafaram mostrando o amarelo do ouro olímpico). Outros, numa onipotência que beira a paranóia, pretendem saber mais que o Zé ou o Bernardinho, dizendo que eles só sabem convocar “panelinha”, e que discordam das suas convocações, chamando-os de “burros” ou nepotistas, entre outras sandices.

      Na verdade, esse pessoal rala, batalha horrores, às vezes até passam necessidade no início da carreira para trazerem vitórias e glórias para eles, é verdade, mas também para nós e nosso país. Nos enchem de orgulho e alegria, algumas vezes até numa derrota honrosa. E o mínimo que temos obrigação de fazer é respeitá-los.

      Não que estajam acima de críticas, ou que não possamos ter nossas próprias opiniões, mas que essas sejam embasadas em argumentação lógica e fatos. E acima de tudo, por mais que discordemos ou fiquemos insatisfeitos com alguns deles, desrespeito NUNCA.

  • Jailson

    Fora que esse método de disputa do Grand Prix é um lixo.

  • Marys

    O Tsunami é difícil, mas a Itália virá forte, o Cazaquistão é muito perigoso e as Thailandesas semrpe dão muito trabalho, temos que ficar espertos e jogar muito para irmos, se Deus quiser, para a fase final – falou Zé ROberto

    Achei interessante, estou pensando em por dessas placas perto da banheira da Sassá – brincou Fabi

    Nós superaremos essa placa – prometeu Paula

    Que o Senhor esteja conosco – rogou Fabíola

    Ele está no meio de nós – respondeu Kaká

    HUahuahuahuahuahuahuahu – riu Natália

    Onda, onda, olha a onda – cantaram e dançaram, Natália, Fabi e Paula

    Brenno, te amo – disse uma apaixonada Sheilla

    Adoro motos e fuscas, gostaria de andar de Jet Ski nessas ondas iradas – respondeu Mari

    Croc, croc, croc – comeu Sassá

    Dá um pedaço, Sassá? – pediu Tandara

    Vou botar a Tandara, Sassá e Natália nadarem num Tsunami – falou Zé Elias

    Tsunami?! Bernardinho dá mais medo! – tremeu Lins

    O grupo está unido, focado e não será um Tsunami que destruirá meu aplique – gritou Fabiana

    Se precisar dormir no Aeroporto tenho pijamas para todas – disse Adenízia

    Já enfrentei Tsunami este ano. Se alguém estiver com medo é só ir embora, de preferência que seja uma ponteira – falou uma competitiva Garay

    Sou sargenta, meu bem! – falou Juciely

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