Que virada brasileira. Mas erros ainda precisam ser corrigidos



Quantas vezes você ouviu a Seleção Brasileira masculina dizer que conta com 12 titulares?

Na abertura da fase final contra Cuba, em Gdansk, na Polônia, o rótulo acima é mais do que apropriado para explicar a incrível virada. Após peder os primeiros sets por 25-18 e 25-21, Bernardinho trocou quatro peças e venceu as parciais seguintes por 25-16, 30-28 (os cubanos chegaram a ter 24 a 22) e 15-12.

Lucão foi o maior pontuador do Brasil, com 20 acertos. Ele, inclusive, foi um dos titulares mantidos no início ao fim. Os outros foram Murilo e Escadinha. Os outros que começaram jogando foram Marlon, Leandro Vissotto, Dante e Rodrigão, substituídos por Bruninho, Théo, Giba e Sidão.

Entre os atacantes, compare a pontuação de quem começou e de quem terminou o difícil duelo contra Cuba:

Leandro Vissotto  (6), Dante (6) e Rodrigão (4)
Théo (11), Giba (10) e Sidão (6)

Enalteço a virada, mas bato mais uma vez na tecla: o jogo do time brasileiro ainda não encaixou nesta Liga Mundial.

Bernardinho começou o jogo com Marlon, como muita gente no blog pediu. Não deu certo. Os centrais também seguem instáveis e o saque foi um fundamento que deixou a desejar.

Contra Rússia e EUA, mais experientes que os garotos cubanos, todos os erros acima podem ser fatais.



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