Quatro brigas na Superliga Feminina



Faltam apenas três rodadas para o fim da fase de classificação da Superliga Feminina. Os playoffs já são uma realidade e existem brigas boas pelo melhor posicionamento.

A primeira dela é pela liderança. Três pontos separam a líder Unilever do Sollys/Nestlé, uma vantagem considerável, convenhamos.  Na rodada de sexta-feira, o time de Osasco foi muito bem ao bater o Banana Boat/Praia Clube, em Uberlândia, perdendo apenas 17, 19 e 19 pontos, respectivamente, em cada set. Vitória maiúscula.

Como os times que polarizam a competição há quase uma década irão se enfrentar na última rodada, tudo ainda pode acontecer, já diria o poeta dos clichês. Antes, porém, as duas equipes irão duelar contra o Sesi, na Vila Leopoldina. E esse pode ser o fiel da balança nesta disputa pelo primeiro posto.

A segunda briga inclui o Sesi, que terá duas pedreiras – já citadas acima – pelo caminho na disputa pelo terceiro lugar. Atualmente, Vôlei Amil, Sesi e Banana Boat estão empatados com 31 pontos.

Na oitava rodada, os times de Campinas e Uberlândia irão se enfrentar. Uma final antecipada que pode valer o terceiro lugar. O Vôlei Amil ainda duelará com Pinheiros e Usiminas/Minas. Já a equipe de Spencer Lee pegará Rio do Sul e fará o clássico contra o Minas. O Sesi, por sua vez, encerrará a fase contra o São Cristovão/São Caetano.

Mais abaixo na tabela, o Pinheiros venceu o Minas no confronto direto da rodada passada e se firmou em sexto lugar, com 20 pontos, três a mais do que rival. Pelo momento na competição, as paulistas levarão a melhor neste duelo.

Por fim, matematicamente ainda existe chance de o São Caetano (sete pontos) superar o Rio do Sul (12), na briga pelo oitavo lugar. A definição já poderá acontecer na próxima rodada, quando os rivais se enfrentam no ABC.

Lembro que antes da Superliga abri um post com as apostas. Será que alguém vai acertar os oito primeiros na ordem?



  • Daniel Bortoletto, queria sua opnião, estou vendo a Natália jogar e vi uma coisa, no passe ela nunca foi bem, ai não é novidade, mas no ataque ela não consegue se soltar, eu estou vendo que a bola da Fofão está sempre baixa para ela, mas eu gostaria de sua opnião em outro assunto, um ano parada influencia desta forma no volei como no caso de Natalia?

    • Daniel Bortoletto

      eu já esperava que ela estivesse em um patamar técnico melhor

  • Afonso RJ

    Antes de mais nada: temos que convir que o SporTv está dando uma cobertura sem precedentes para a superliga feminina. A próxima rodada, por exemplo terá todos os jogos transmitidos, com excessão de Unilever x S.Bernardo (que convenhamos: deve ser uma pelada) mas que mesmo assim será transmitido pelo Esporte Interativo. Somando-se as transmissões pela internet (com excelente nível técnico diga-se de passagem), essa Superliga bateu com sobras todos os records de cobertura.

    O jogo da Unilever x Rio do Sul, assim como o anterior contra o Praia, foi marcado pela quantidade enorme de erros do time carioca, principalmente na recepção. Tirando a Fabizinha, e incluindo a Logan Tom, a recepção de saque da Unilever simplesmente não funciona. A pobre da Fofão para alcançar as jacas anda correndo mais que ala em time de futebol. E obviamente o ataque fica prejudicado, já que a levantadora fica restrita tanto na precisão quanto na distribuição das bolas. E lá vem contra-ataque do adversário. Felizmente o bloqueio está funcionando e conseguiu, pelo menos nesse jogo parar os contra-ataques. Aconteceu então uma coisa inusitada num jogo d vôlei de alto nível: num dos sets, a equipe carioca marcou mais pontos de bloqueio de que pontos de ataque! Por outro lado no Sollys a gente tem a impressão que a Fabíola poderia jogar a maioria do tempo sentada num banquinho.

    Ontem o Sollys realmente fez uma boa partida. Mas o Praia também ficou bem abaixo do que vem apresentando. O Sollys se impôs, mas o Praia aceitou. A quantidade de erros de ataque do time mineiro, o que não é usual, demonstra que suas atacantes, intimidadas pelo bloqueio adversário, tentavam “tirar” demais para evitar o toco, e acabavam por errar a quadra.

    Concordo com o Daniel que o SESI fai ser uma espécie de fiel da balança na disputa pela liderança dessa superliga, mas assim como na temporada passada, vejo o Sollys crescendo no final, enquanto que a Unilever estacionou. Continuando nessa toada, esse ano pode ser uma repetição da temporada passada em que a Unilever liderou por muito tempo e acabou sendo ultrapassada na reta final.

    Não sou muito de previsões, mas acho difícil eses dois times deixarem de ocupar as duas primeiras colocações. Provavelmente ambos vão vencer seus jogos nos play-offs, a Unilever com mais dificuldades que o Sollys, e acabarão por fazer novamente a grande final. E aí, por tratar-se de jogo único, a blança vai pender para o time que tiver jogadoras mais inspiradas na ocasião. Será que as estrangeiras da Unilever farão a diferença, como a Hooker fez ano passado? Ou a Sheilla irá se superar como na olimpíada contra a Rússia? Quem viver verá.

  • Thyago

    A Fabiola joga muito pouco com a Sheilla, não da confiança pra ela, fica dependendo das ponteiras … Saudades da dupla Sheilla e Fofão …

  • Luiz Carlos

    Ate acho que Sheila tem sido pouco acionada,mas talvez possa ser o fato de chegar nos plays-offs,em melhor forma.Enquanto isto,Fabiola aciona as outras! É so notar que entre as 10 maiores pontuadoras, 3 sao do Osasco,inclusive a Thaysa que os cornetas falam que a levantadora nao joga pelo meio.

  • lucas kazan

    porque o rio tem dificuldade para bater o praia 1 turno rio 3 x 2 praia 2t praia 2 x 3 rio e o osasco derrota o praia com facilidade um duplo 3 x 0

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