Quase mais uma zebra!



Que calor! Antes de escrever qualquer linha sobre vôlei, é preciso um desabafo sobre o assunto dos últimos dias no Rio de Janeiro.  Está difícil encarar a calça jeans para trabalhar! Prefiro não imaginar como serão os próximos dois meses nesta terra!

Desabafo feito, vamos ao assunto do título do post. Acompanhei os três sets finais da vitória suada da Unilever sobre o Banana Boat/Praia Clube, ontem, e cheguei a imaginar que as mineiras fossem conseguir derrubar as carioca, mantendo a invencibilidade na Superliga feminina.

Não conseguiram pois Logan Tom levou a melhor sobre Herrera na reta final da quarta parcial e também no tie-break. Além de executar o passe com precisão, a americana virou bolas importantes em momentos decisivos e sacramentou a virada, no quinto set, no saque. Tom, que não estava aparecendo tanto ofensivamente, terminou a partida com 15 pontos, menos do que a metade da cubana (31). Como escrevi na semana passada, o duelo das estrangeiras está empolgante na atual temporada.

Entre as brazucas, algumas constatações:

1) Concordo com Marco Freitas, que durante a transmissão disse que Fofão parece não ter 42 anos. Pelo que está jogando, a levantadora realmente parece ser bem mais nova. Dá para falar o mesmo da líbero Arlene.

2) Grata revelação a central Angélica, de 23 anos, autora de 14 pontos para o time de Uberlândia. No ataque, colocou no chão dez das 16 bolas que recebeu.

3) Bom ver Natália participar ativamente de um jogo de cinco sets. Falta ainda oscilar menos, mas é questão de tempo caso o físico se mantenha distante de problemas.

Na classificação, após cinco rodadas, quatro times com campanhas idênticas: 4v e 1d. O Praia Clube está na frente, com 13 pontos, por ter somado um pontinho na sua única derrota. O Sollys/Nestlé tem 12, um a mais do que Vôlei Amil e Unilever. Bom ver um equilíbrio na Superliga feminina.



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