Projeto da Amil em Campinas é apresentado



O repórter Rafael Valesi, do LANCE!, esteve na apresentação do novo time da Amil, nesta terça-feira. Além do material que sairá no Diário, amanhã, ele produziu esse material para o blog.

– A equipe marca a volta de José Roberto Guimarães ao vôlei brasileiro depois de seis temporadas entre o Scavolini Pesaro (ITA) e o Fenerbahce (TUR).

– A estrela do elenco é a central Walewska, a única jogadora a comparecer na coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira. O time terá também a levantadora Fernandinha, que estava no Azerbaijão, a central Natasha (ex-Usiminas/Minas), e as duas Priscilas do Mackenzie, Daroit e Heldes. O time tem dez atletas no elenco atualmente, e ainda busca dois reforços do exterior. Zé Roberto quer jogadoras estrangeiras para a ponta e que atuem em mais de uma posição.

– A comissão técnica terá boa parte da que acompanha Zé Roberto na Seleção Brasileira. Cláudio Pinheiro será o assistente técnico, sendo que Paulo Coco, que estava no comando do Vôlei Futuro, ainda pode chegar. O preparador físico é José Elias Proença. A supervisão será de Rubens Rizzo.

– O Vôlei Amil mandará seus jogos no Clube Concórdia em um ginásio para 5 mil pessoas. A estrutura no local está sendo reformada em um custo de R$ 3 milhões. O investimento no time, porém, não foi divulgado.

– Durante a entrevista coletiva, Zé Roberto comentou que Mari e Paula Pequeno poderão atuar em clubes europeus na próxima temporada.

– O treinador disse que “esse será o ano mais difícil da nossa vida” para o Vôlei Amil, pelo fato da montagem do elenco ficar complicada por conta da pontuação das jogadoras no ranqueamento da CBV. “Quem está entrando é mais penalizado do que quem está há mais tempo”, falou ele.

– Por fim, o que muita gente queria saber. Como será o jogo entre Vôlei Amil e Unilever, em que os desafetos Zé Roberto e Bernardinho se encontrarão? Zé Roberto disse que o problema é coisa do passado. “Eu o respeito, e não poderia ser diferente. Vou cumprimentá-lo (no jogo), isso já passou. Não tem problema”, falou Zé.



  • caio

    Projeto para durar 2 a 4 anos no máximo. Depois a Amil se retira e o time acaba. Diziam que era um super time. Até agora nada. A única jogadora de nível é a Waleska e uma promessa a central Andressa. O resto é fraco.

    • Léo

      ANDRESSA????
      Vai comer banco pra NATASHA fato!

      • caio

        Eu disse que a Andressa é promessa. Agora a Natasha nem promessa é mais. É um lixo de central.
        Fico imaginando como o Zé Roberto e o Bernardinho ainda não enxergaram a Carla do São Caetano.

        • Brasileiro

          Caio, só discordo da expressão”lixo”.

        • Brasileiro

          Caio, só discordo da expressão”lixo”.
          A propósito, nem sei quem é essa jogadora, já que não acompanho a seleção feminina de vôlei desde que Mireia, Torres, Moser, Hilma, Marcia, etc.

    • Rafa

      Concordo em quase tudo contigo, menos que da Andressa, já mostrou que não tem capacidade e será outra Ana Tieme da vida, será eterna promessa, depois do saque por debaixo da rede na ultima superliga contra o Macaé eu desisti de vez, uma pena pois pelo menos altura tem.

  • Jairo(RJ)

    Encontro marcado! Estaremos esperando ansiosamente por esse confronto.
    Daniel, quem tem mais possibilidade de ser a ponteira: Logan Tom ou a Kim?

    • debygoiania

      Jairo, essas duas jogadoras já acertaram com o Fenerbache.

    • Emerson

      Nenhum dos dois Jairo, já que o Zé já disse que não traria ninguem de seu ex-clube.
      Kim já fechou com o Fernebach e Logam tá acertando com o rio.
      Vasileva é esperada pelo Zé, joga tanto na ponta como na saida, outra jogadora esperada por ele, é Daymi Ramires, muito versátil, pode jogar como oposta passadora.

      • Jairo(RJ)

        Valeu pela informação!
        Ê mercadinho doido hein? Tinha lido que o Unilever estava próximo da Manon Flier, mas acabei de saber que ela fechou com Azerrail Baku

  • Julia

    Mas que coisa… Este time prometeu, prometeu e no fim das contas não tem nada de relevante. Que decepção.

  • Afonso RJ

    Escolha de jogadoras, comissão técnica e investimentos à parte, acho que o Zé Roberto tocou num ponto fundamental do regulamento da superliga: O ranqueamento, ou melhor: as regras vigentes de ranqueamento.

    Na temporada passada reclamou-se do sistema, e eu próprio argumentei que todos aceitaram as regras. Mas concordo que algo precisa ser revisto.

    Com receio de me alongar demais, vou tentar colocar alguns pontos:

    A regra diz: “Cada equipe poderá inscrever atletas cujo somatório de suas pontuações não seja inferior a 7 (sete) pontos e superior a 32 (trinta e dois) pontos.” (site da CBV)

    Pois então vejamos:

    Sollys/Osasco: Sheilla – 7 pontos; Jaqueline – 7 pontos; Thaisa – 7 pontos; Adenisia – 6 pontos; Fabíola – 6 pontos; Tandara – 5 pontos; Camila Brait – 4 pontos; (pontuação para a temporada 2012/13 do site da CBV)

    Só aí temos 42 pontos. Isso mesmo: 42 pontos! DEZ pontos acima do máximo permitido e isso sem falar de eventuais outras jogadoras ranqueadas com menor pontuação mas que também somam (Ivna?, Karine?, Samara?, etc…)

    O Sollys Osasco conseguiu essa “proeza”, porque em outro ponto a regra diz:

    “Para as atletas que permanecerem na mesma equipe da temporada anterior, mesmo que tenham acréscimo de pontos, prevalecerá apenas para o somatório de pontos (32 pontos) – e somente para esta equipe – os pontos estabelecidos e considerados na temporada anterior.” (site da CBV)

    Portanto mantendo algumas jogadoras, desfazendo-se de outras e fazendo contratações criteriosas ao longo do tempo, o Sollys/Osasco conseguiu montar um verdadeiro supertime, pelo menos no papel imbatível para a próxima superliga. Méritos para seus dirigentes. Parabéns.

    Mas como ficam as intenções do ranqueamento, que nas palavras da própria CBV diz:

    “A instituição e manutenção do ranking de atletas… tem por finalidade principal promover o equilíbrio de forças entre as equipes,…” (????)

    “Evita, igualmente, a formação de “superequipes” e a predominância do fator econômico.” (????)

    “Encoraja e possibilita a formação de novas equipes, sempre dentro de um excepcional nível de competitividade,…” (????)

    Será mesmo que com as regras atuais essas intenções estão sendo alcançadas?

    • Adriano

      Muito bem posto, Afonso. A questão do ranking é muito importante, é o grande entrave que não permite um maior equilíbrio na Superliga, principalmente a feminina. Quer dizer… 3 anos atrás, o Sollys repatriou a Jaqueline, ninguém nem lembra mais disso. E ela continua somando 0, o que permite que o time possa, por exemplo, trazer uma Fernanda Garay sem estourar a pontuação. E por aí vai. Da mesma forma, considero injusto que na temporada passada, a Unilever tenha podido trazer a Fernanda sem pontuar pro time, apenas porque fez meia dúzia de jogos na Espanha 5 anos atrás, e ainda se dar ao luxo de ter Sheila, Mari e Natália, sem falar na Valeskinha que, na mesma regra da Jaque, segue somando 0. O time, sem a Natália, nunca se concretizou, mas isso mostra o quanto outros times entram numa posição desigual se tentar desafiar a hegemonia.

      O ranking precisa mudar, é impossível que a Confederação não note isso. São 8 anos dos dois mesmos times fazendo a final, 11 anos consecutivos de um deles na final. O que estão esperando?

      Vale lembrar que o ranking foi pensado depois que na Superliga 95/96 o Leite Moça foi campeão invicto. Esse ano, o Sollys poderia ter sido, a diferença foi brutal. Acho que só não foi por causa dos problemas com a Fabíola e a Hooker no início da temporada. Pena que não tenha sido, quem sabe assim essa questão poderia ser melhor problematizada.

      A gente ainda não tem muita noção de como vai ficar a Unilever, e o Amil pode trazer estrangeiras, também. Mas fora isso, com o Sesi um pouco mais forte, o Minas mais fraco, e a seleção brasileira titular jogando com o uniforme do Sollys, a impressão que dá é que vamos ter mais do mesmo na próxima temporada.

    • Fabiano

      Afonso,

      O rankeamento foi proposto numa época onde somente haviam duas equipes com patrocinadores fortes, Osasco e o extinto Rexona.

      Acredito que na época a intenção foi a melhor possível, porém como sempre, ajustes são necessários e somente os dirigentes não percebem isso.

      Ainda tem o problema da mídia que detem os direitos de transmissão não divulgar o nome do patrocinador, isso faz com que as equipes/empresas não tenham realmente um projeto a longo prazo. Fato é que são os clubes que mantêm seus times, mesmo que não sonhem com o título (Minas, Pinheiros, Mackenzie, Praia Clube).

      Será que a Amil investindo pesado vai gostar de ver seu time sendo chamado de Campinas? Duvido!

      O jeito é continuar com a hegemonia Osasco X Rio por muitos e muitos anos! Quem perde com isso são os torcedores brasileiros que não vêem novidades nas finais da Superliga.

      • Afonso RJ

        “Será que a Amil investindo pesado vai gostar de ver seu time sendo chamado de Campinas? Duvido!”

        Fabiano: acho que em parte você tem razão. Mas vamos nos lembrar do (famigerado) futebol: A Amil patrocina o Fluminense, a Eletrobrás patrocina o Vasco e a Petrobrás o Flamengo. E não é por isso que toda a mídia vai se referir a esses times como Amil, Eletrobrás ou Petrobrás. Todos continuarão a chamá-los por Fluminense, Vasco e Flamengo.

        • Fabiano

          Pois é Afonso, foi exatamente isso que escrevi. O voleibol não tem o peso do futebol para o patrocinador. Ele já sabe que investindo no clube de futebol, o seu nome não será dito, afinal a marca forte é o clube em questão, mas no volei a dinâmica é diferente. Existem poucos clubes de tradição como o Minas, Pinheiros, Mackenzie e agora o Praia. O restante é clube empresa que acaba de uma temporada para outra com algumas ressalvas. Qdo dizem ter projetos, os mesmos duram somente se há resultado e mesmo assim sem a garantia de continuidade caso a visibilidade não seja a esperada.

    • Emerson

      Afonso. Jaqueline e Ade são pratas da casa de Osasco, são jogadoras reveladas por Osasco, elas valem 0 por jogarem em Osasco, isso disso o ZRG.

      TIME 11/12
      Karine = 2.
      Ivna = 2
      Samara = 0 (Revelada por Osasco).
      Bia = 1
      Ju Costa = 5
      Tandara = 5
      Hooker = 0
      Jaque = 0
      Taissa = 7
      Ade = 0
      Fabiola = 6
      Brait = 4

      TOTAL 32 PONTOS

      TIME 12/13
      Karine = 2.
      Ivna = 2
      Samara = 0 (Revelada por Osasco).
      Dani Suco = 1
      Gabi = 1
      Sheilla = 7 (Contratada)
      Jaque = 0 (Prata de Osasco)
      Taissa = 7
      Ade = 0 (Prata de Osasco)
      Fabiola = 6
      Brait = 4

      TOTAL DE 30 PONTOS.

      O Osasco não teria mais condições de contratar a Garay. Ta estranho esse ranqueamento.
      —————————————————–

      • Afonso RJ

        As palavras são do próprio Zé Roberto:

        “Quem está entrando é mais penalizado do que quem está há mais tempo”

        E acho que ele entende do que está falando.

        Na minha opinião, o ítem a ser revisto seria o que diz que as atletas mantém a pontuação anterior se permanecerem no mesmo time. Poderiam manter por um período determinado e não indefinidamente, ou ter uma porcentagem crescente da pontuação a cada temporada sucessiva. O que me parece fugir das intenções do ranqueamento é ter atletas com pontuação real máxima mas que indefinidamente contam como ZERO apenas por permanecerem na mesma equipe.

      • Adriano

        Não, Emerson. A Jaque vale 0 por ter sido repatriada – contratada pelo Sollys quando estava na Europa, em 09/10. Não tem nada a ver com ser prata da casa. Se você é prata da casa e se transfere pra outro clube, deixa de ser prata da casa (de valer 0 por isso.) O mesmo vale pra Samara, não sei qual o ranking dela, mas já jogou por outro time, então, ela só vale 0 se essa era a pontuação dela quando foi contratada. A Thaísa vale 6 e a Brait, 0, porque essas eram as pontuações delas quando foram contratadas. A regra é a mesma em todos esses casos: a pontuação que vale não é a que você tem agora, mas a que você tinha quando foi contratado. Se você foi contratado 10 anos atrás, a pontuação que vale é a de 10 anos atrás.

  • Mateus Duarte

    Hum… Espero que Paula fique na Unilever, mas no Campinas seria bom !!! E melhor ainda seria se ela fosse jogar fora do Brasil… Só gostaria de saber quais são os clubes que andam sondando Paula e Mari, tanto do Brasil como do exterior !? ( obrigado )

  • klaus

    Excelente a volta do José Roberto Guimarães ao vôlei brasileiro, mas Daniel tenho algumas dúvidas.Como fica a questão do acordo entre os técnicos das seleções brasileiras e quantas equipes farão parte da Superliga Feminina para a próxima temporada?

    • CMA

      acho que ele esta fora da seleção não???

  • Rogerio

    Parabens pelo retorno do Zé Roberto. Quanto ao Bernadinho, com quem ele não tem desafeto?
    Acho que o grande problema da seleção masculina (atualmente) é o Bernadinho, pois tem desafeto com todo mundo. Tá na hora de rodar o tecnico da seleção masculina. Deu pra ti paneleleiro, vai andando.

  • Guga

    Esse Amil fara o papel do Minas da temporada 2011/2012. E o Sesi o papel do VF, o Sesi vem +forte com a Contratação da Tandara e Fabiana, so faltava outra Central de qualidade.

    Uma duvida a Tandara vai jogar de Oposta no Sesi ou vai ser Ponteira denovo?

  • Sidnei Gama

    Creio que o Sollys deve contratar uma ponteira estrangeira ou até promover o retordo da Érika as quadras brasileiras.

  • Gabriel

    Digam: quem garante a longevidade da equipe? Quem garante o interesse permanente da empresa em manter o projeto por vários anos? Fazer vôlei, no Brasil, é coisa descartável.

  • Gustavo

    Em relação à pontuação realmente é muito injusta, ter a seleção brasileira quase inteira vestindo o time do Osasco. Hoje coincindentemente encontrei a Fofão no metrô em SP….como sou fã dela, parei ela, pedi um autógrafo e conversei um pouquinho com ela….comentei sobre a questão da pontuação e ela disse que esse sistema de pontuação só prejudicou ela, disse também que esse ano a superliga vai ser apertada, um dos motivos seria o Osasco, mas está muito animada pra jogar! Por sinal, ela aparentou ser uma pessoa super simples, simpática e humilde….muito diferente do time do Rio na temporada anterior….por mais q não goste do Rio, esse ano será interessante ver o retorno da Fofão às quadras.

  • RAFAEL CASTA

    DANIEL VOCE TEM ALGUMA NOTICIA ONDE A MARI VAI JOGA? E A ALGUMA CHANCE DELA CONTINUAR NO BRASIL? Desde ja OBRIGADO!

  • RAFAEL CASTA

    DANIEL VOCE TEM ALGUMA NOTICIA ONDE A MARI VAI JOGA? E A ALGUMA CHANCE DELA CONTINUAR NO BRASIL?

  • Marcio

    O que ? A Mari não vai jogar em Campinas com o Ze Roberto?

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