Presidente do Volta Redonda sugere criação de liga de clubes



Publico um texto que foi enviado por Rogerio Loureiro, presidente do Volta Redonda, sobre o atual momento do vôlei brasileiro.  Ele critica a gestão da Confederação Brasileira de Voleibol e sugere até a criação de uma liga de clubes. Confiram a opinião do dirigente:

Ainda impactado com a inesquecível  performance  do Voltaço na Superliga de vôlei 2012/2013, assisto impressionado ao anúncio do encerramento  das atividades de  mais uma equipe que disputou a Superliga: a Medley/Campinas. Podem encerrar as atividades também Vôlei Futuro, São Bernardo, Florianópolis, Funvic, por enquanto.

O protesto virtual de atletas de nome, como Nalbert, Murilo, além de ex-atletas, não pode ser em vão.

Como presidente de um clube e representante de uma cidade que ama o vôlei, eis a minha contribuição.

Temos duas alternativas:

Ou a CBV cria um canal para estabelecermos um diálogo acerca de dois assuntos cruciais, o calendário e a cota mínima de participação das equipes, ou o grito de independência deve ser dado como foi feito no basquete brasileiro.

Sim, falo de uma liga de clubes que negocie diretamente com as TV´s. Sei que é difícil, que haverá resistência por parte das vozes do atraso, mas vejamos o caso do basquete. Foi tanto desmando e centralização que os clubes não aguentaram.

Coloco essa questão em debate, pois vi a força da torcida do Voltaço na reta final, empurrando o time para os playoffs. Sei da minha luta para oferecer essa alegria à minha cidade. Mas, por outro lado, vejo o aporte de 70 milhões reais ano do Banco do Brasil sendo destinado quase que exclusivamente para a Seleção Brasileira.

Pergunto: é justo às vésperas das Olimpíadas essa concentração de receitas sendo direcionada para um produto somente?

Rogerio Loureiro
Presidente do Volta Redonda



  • Emanuella

    Parabéns, e ele foi corajoso.
    E aposto que esse dinheiro não é só para a seleção não, aposto que muito dirigente e cartola leva dinheiro por trás.
    Espero que ele não sofra retaliação por ter se pronunciado. E que consiga fazer a liga independente mesmo.

  • Cleverton

    Mas qual a visibilidade que o basquete tem na tv aberta? Nenhuma. NÃO adianta criar uma liga independente e assinar contrato com a Globo. De 100 partidas de vôlei, quantas foram transmitidas pela Globo?

    • JP

      Claro que adianta, as coisas não mudam em curtíssimo prazo. Basquete nem passava em tv aberta e conseguiram uma final e um jogo das estrelas, montado depois da formação do LNB, fora o ganho que houve em organização. NBB não é uma NBA, nem será, creio, mas perto do que era na época da CBB.
      Acho bem difícil dar errado essa ideia da liga, todas as 5 maiores ligas do mundo são assim( NFL, MLB, NBA, Premier League e NHL). Os ganhos comerciais são imensos e os clubes não chorarão de outros, porque a culpa de má gestão serão deles.

  • FORA GLOBO

    Concordo com a idéia plenamente. Nos países desenvolvidos, os clubes montam suas ligas e vem o produto. É só olharem que as ligas européias não são chamadas de SUPERLIGA, LIGA DA ITÁLIA e sim com o nome do patrocinador master

  • FORA GLOBO

    Concordo com a idéia plenamente. Nos países desenvolvidos, os clubes montam suas ligas e vendem o produto. É só olharem que as ligas européias não são chamadas de SUPERLIGA, LIGA DA ITÁLIA e sim com o nome do patrocinador master

  • FORA ARY GRAÇA

    Esse Ary Graça é um safado, louco, ladrão e um pão duro de mão cheia. Ele assumiu recentemente a FIVB e já está fazendo merda, muito atletas do vôlei de praia estão indignados com ele.
    É só observarem o que ele fez com as datas do mundial de clubes, queria que fosse em maio, fazendo com que os organizados campeonatos europeus fossem encurtados assim como ele faz com a SUPERLIGA. Os europeus ameaçaram não enviar nenhum time para o mundial e esse velho maluco teve que enfiar o rabo entre as pernas e aceitar. E no vôlei de praia ele já está aprontando das suas.

    • Daniel Bortoletto

      devagar. não acuse pessoas sem provas, meu caro. não é o caminho

    • Felipe

      Concordo Plenamente !!

      • Felipe

        Concordo Plenamente com o “Fora Ary Desgraça”

      • Felipe

        Concordo Plenamente com o “Fora Ary Desgraça” !!

    • Re

      Ary Desgraça já causou uma crise no voleibol brasileiro, agora quer acabar com o esporte no mundo!

  • klaus

    Comecei a ler várias notícias ruins a respeito do vôlei e comecei a ficar preocupado e quanto mais eu pesquisava sobre o assunto , mais notícias ruins surgiam.E hoje li algo dizendo que um grande clube pode também fechar as portas.Tem muitos dizendo ser o RJX.E aí pensei comigo que as boas notícias iam aparecer e agora leio algo que me parece bem sensato e que pode ser um começo.Não dá mais para todo fim de Superliga, clubes fechando as portas e novas equipes surgindo para daqui a dois anos fecharem novamente.Estou cansado disso.Acredito que com toda essa mobilização que está ganhando força, a CBV se pronuncie e faça alguma coisa.Com relação à Globo, está sendo veinculada a notícia de que ela pode deixar de transmitir vôlei , basquete e natação aos sábados.Essa notícia é mentirosa.Não me lembro da Globo transmitir natação aos sábados.O basquete então, só transmitem a final e eu pergunto que diferença isso faz. Ocorrem mais de cem jogos e ela transmite um somente.Grande coisa.E quanto ao vôlei, que é um esporte já bastante popular, precisa se valorizar e não aceitar mais ser jogado para uma manhã de sábado, onde o share é baixo e o número de crianças na frente da tv vão certamente dar preferência aos desenhos.Uma liga independe parece ser o caminho mais apropriado a ser seguido .

  • klaus

    Comecei a ler várias notícias ruins a respeito do vôlei e comecei a ficar preocupado e quanto mais eu pesquisava sobre o assunto , mais notícias ruins surgiam.E hoje li algo dizendo que um grande clube pode também fechar as portas.Tem muitos dizendo ser o RJX.E aí pensei comigo que as boas notícias iam aparecer e agora leio algo que me parece bem sensato e que pode ser um começo.Não dá mais para todo fim de Superliga, clubes fechando as portas e novas equipes surgindo para daqui a dois anos fecharem novamente.Estou cansado disso.Acredito que com toda essa mobilização que está ganhando força, a CBV se pronuncie e faça alguma coisa.Com relação à Globo, está sendo veinculada a notícia de que ela pode deixar de transmitir vôlei , basquete e natação aos sábados.Essa notícia é mentirosa.Não me lembro da Globo transmitir natação aos sábados.O basquete então, só transmitem a final e eu pergunto que diferença isso faz. Ocorrem mais de cem jogos e ela transmite um somente.Grande coisa.E quanto ao vôlei, que é um esporte já bastante popular, precisa se valorizar e não aceitar mais ser jogado para uma manhã de sábado, onde o share é baixo e o número de crianças na frente da tv vão certamente dar preferência aos desenhos.Uma liga independente parece ser o caminho mais apropriado a ser seguido .

  • joe

    Galera, o primeiro passo é não atribuir so qumente à uuma emissora que acha que o o vôlei é esporte tão secundário que só pode ser exibido em tv aberta verz ou outra…lembro que na Record assisti no mesmo ano O Campeonato Paulista de 97, a Liga Mundial e à Superliga . Hoje temos uma confederação de braços e pernas abertas para uma única emissora que oferece migalhas de transmissão de voleibol. para fomentar o aumento de assinaturas de canais privados, uma vez que se sabe publicamente que o público do voleibol e seus praticantes são predominantemente de nível sócio-cultural. mais favorecido .

  • Thiago Graça

    Galera o voleibol é sujo assim como o futebol. Só que diferente do Futebol vem dando resultado, e o que esta dando certo não é mudado .Quando o ministério Publico receber uma denuncia contra a CBV a coisa vai feder. E ai os senhores verão que é Ary Graça e Carlos Arthur Nuzmam. A globo ajuda a encobertar.
    O ministério Publico tinha que fiscalizar algumas Empresas que tem contratos com o COB e com a CBV. Alguem já houviu falar de uma empresa de 3 siglas (não vou escrever o nome) que tem contrato com a cbv ? Sabem que realmente é o dono da empresa ?

    outros pontos:
    * A globo tem contrato com a CBV pelos direitos de transmissão da superliga (tv aberta e fechada), os senhores sabiam que os clubes não recebem pelos direitos de transmissão.

    * Vocês sabem quanto recebe um Árbitro para apitar a superliga ? Fiquei sabendo que por 3 ou 4 temparada o valor não é reajustado. A cbv paga de mês em mês e desconta de 8 a 10% de cada Árbitro. Tem federação que cobra dinheiro do Árbitro para apitarem superliga de R$ 50,00 a R$120.

    Rogerio Loureiro foi corajoso ao propor a criação de uma liga com o direito de transmissão sendo dividido entre os clubes. Além disso, os nomes do Patrocinadores deveriam ser vinculados aos clubes durante a transmissão.

    A duração da liga tinha que ser maior do que a superliga; com 1 jogo durante a semana e outro durante o final de semana + dias de folga. Pois o que vem acontecendo na superliga é desumano, 3 jogos durante uma semana, alavancando o número de lesões.

    Seria legal ver Esporte Interativo passar todos os jogos da “liga” na tv aberta como fez com o campeonato do Nordeste de Futebol (esporte interativo nordeste). Quem sabe a Fox Sport , Espn ou Band Sports tivessem o direito de transmitirem os jogos com a vinculação dos nomes dos patrocinadores… etc.

    40% do valor deveriam ser destinados a liga que Administraria os gastos da competição. Os outros 60 % seriam repartidos pelos clubes.

    Rogerio Loureiro sei que é briga de cachorro grande, corra atrás para que possamos acabar com esse negocio de todo final de superliga 3 , 4 equipes sumirem do mapa.
    Rogerio, seria importante que essa liga tenha equipes do centro oeste, norte e nordeste.

  • Afonso RJ

    Não quero ser do contra. Muito pelo contrário. Também defendo que sejam feitas alterações pois acho que tem muita coisa errada no modelo implantado atualmente. Mas, bancando o advogado do diabo, só para lançar lenha na fogueira e estimular um pouco o debate:

    1 – Tirando honrosas excessões como o Minas e o Pinheiros, a maioria dos times de vôlei são basicamente “propriedade” de empresas, que os usam para fins de publicidade e abatimento de impostos. Seria justo a CBV repassar verbas originalmente destinadas às seleções (lembremo-nos que tem também as seleções de base) que em última análise seriam usadas para auxiliar investimentos privados?

    2 – Claro que sei que são realidades diferentes, mas no futebol, que eu saiba, nunca nenhuma emissora de rádio ou TV se referiu a qualquer time de futebol pelo nome do patrocinador. Ninguém chama Fluminense de Unimed, Vasco de Eletrobrás ou Flamengo de Petrobrás. E nem por isso esses clubes deixam de atrair patrocinadores.

    3 – Vocês já assistiram uma partida do campeonato italiano? É uma poluição visual indescritível. Mal dá para discernir a bola e a rede no meio de tanta placa de publicidade dentro e fora da quadra, além de em todos os cantos do ginásio. É simplesmente terrível.
    Nesse quesito ponto para a CBV que restringiu a publicidade nas quadras.

    4 – É ingenuidade que a Globo iria contra seus interesses econômicos só para prestigiar esse ou aquele esporte. Nessa última temporada, que eu saiba houve um record de transmissões de jogos da superliga pelo SporTV. Pelo menos duas partidas a cada rodada, além de todos os jogos dos play-offs. Tanto no feminino quanto no masculino. Cá pra nós, é MUITO jogo. Que eu saiba, a Globo vai tirar o vôlei e o basquete apenas da TV aberta, pois durante essas transmissões vem sendo sistematicamente batida com boa margem pelos concorrentes nos índices de audiência. Queiramos ou não, mas a dura realidade é que um VT de futebol entre Ossassuna x Linense dá mais audiência que a final da superliga.

    Acho sim, que algo como uma liga seria uma boa idéia. Mas creio que isso não resolveria esse “entra e sai” de patrocinadores com a criação de times de vida efêmera, conforme as oscilações do mercado ou dos humores de empresários e executivos. Muito menos teria condições de influenciar a Globo (nem mesmo o futebol tem). Acho que a coisa é um pouco mais complicada e o buraco é mais embaixo. Talvez o primeiro passo fosse prestigiar de alguma forma os times de clubes tradicionais como Minas e Pinheiros em detrimento de times “garotos propaganda” de empresas aventureiras.

    • Amaro Care

      Nos parece que seu comentário começou na suíte presidencial do Hilton e terminou no banheirão da Central do Brasil . Falou bobagem .

      • Afonso RJ

        Caro Amaro Care:
        E o seu comentário começou e terminou no Piscinão de Ramos. Falou bobagem porque? Qual a SUA opinião (se é que tem). Justifique o sua agressão (se é que pode).

    • klaus

      Afonso, muito bom o seu comentário.Você citou o campeonato italiano e realmente a poluição visual, principalmente do feminino chega a doer nos olhos.O que é aquela quadra toda roxa ou rosa, com inúmeras marcas espalhadas por todas as áreas onde a câmera alcança.Outro ponto que eu concordo é com relação ao nome dos patrocinadores não serem pronunciados.Muitos reclamam, mas não é porque o locutor não cita o patrocinador master que os times estão fechando e sim porque esse modelo de gestão está ficando ultrapassado e novas iniciativas precisam ser tomadas.

    • Emanuella

      Afonso são coisas diferentes.
      1- É obvio que as empresas fazem patrocínios para ter retorno financeiro e exposição da marca. Ninguém faz nada de graça, muito menos dar dinheiro para os outros.
      2 – Segundo é impossível comparar ao futebol, porque futebol é paixão, é religião e o volei esta longe de ser isso. Muito longe. No volei se torce mais para atletas do que para clubes ou times ou marcas.
      3 – O campeonato Italiano sim é muito poluído visualmente, mas funciona bem assim a décadas e não vejo nenhum problema se o nosso volei fosse pelo mesmo caminho, mas o que acontece é totalmente diferente, as placas são dominadas pelos patrocinadores da CBV e pela globo. No jogo de domingo as placas centrais eram do BB, da globo e do Sportv. as placas dos patrocinadores dos dois clubes em quadra estavam escondidas.
      4- A globo faz a parte dela, não transmite o volei porque é boazinha, transmite porque espera algum retorno, o que não pode ser é uma rede de tv determinar o calendário do volei no pais. E outra coisa que não pode é os direitos de tv irem para a CBV e não para os clubes.
      O maior problema esta na CBV ignorar totalmente a superliga, e deixar na mão da rede de tv organizar o calendário.

    • Marcos

      Afonso:
      Gostei muito dos pontos 1 e 4, e da conclusão.
      O Espaço do Volei também está discutindo isso: http://www.espacodovolei.com/2013/03/a-crise-no-volei-brasileiro-parte-2-o.html

      Realmente a ideia de um Campeonato realmente organizado, auto-sustentável, com eventos paralelos (“All-Star Game”, shows nos intervalos,…), descentralizado (alguns jogos em cidades que não tenham times no Campeonato), mais longo (uns 7-8 meses), com um “Torneio Início”, uma “Supercopa” ou algo do tipo seria um formato bom.
      Com certeza fortalecer os clubes formadores é uma questão vital.

      Parabéns pelo texto.

  • Chegou agora e quer aparecer!

    • joe

      Marcelo,ele não tá tentando aparecer, ele está abrindo os olhos de quem não vivencia a política que rege o voleibol deste país . Quem não gosta de política é facilmente manobrado. Exercitemos nosso potencial crítico para além. de nossos umbigos.

  • joe

    Galera, o primeiro passo é não atribuir so qumente à uuma emissora que acha que o o vôlei é esporte tão secundário que só pode ser exibido em tv aberta verz ou outra…lembro que na Record assisti no mesmo ano O Campeonato Paulista de 97, a Liga Mundial e à Superliga . Hoje temos uma confederação de braços e pernas abertas para uma única emissora que oferece migalhas de transmissão de voleibol. para fomentar o aumento de assinaturas de canais privados, uma vez que se sabe publicamente que o público do voleibol e seus praticantes são predom
    inantemente de nível sócio-cultural. mais favorecido .

  • Gustavo L B

    A Nbb que é um liga, tem 18 equipes, a superliga hoje teria 9.
    Outro ponto, é que a Superliga é muito curta, apenas 5 meses, se durasse mais tempo, o investimento de uma equipe seria mais interessante para as empresas pois teria a marca divulgada por mais tempo.

  • roberto

    do q adianta esses atletas citados reclamarem(nalbert,gustavo,murilo…)sendo q os mesmos ficam gravando propaganda pro sportv naquela dancinha ridícula,gustavo e nalbert comentando jogos na globo?sportv puxando o saco dos narradores e campeonato,dizendo q é a melhor superliga do mundo,q falsidade é essa então?fala mau nas redes sociais,criam movimento por uma superliga melhor mas na hora de mostrarem sua posição,ficam puxando o saco da globo/sportv/cbv.bem feito,tem q se dar mau mesmo!!

  • bsb

    70 MILHOES POR ANO. Se fosse algo bem dividido seria mais que um milhão de reais por ano para cada clube, sem duvidas muitos dos projetos seriam salvos e a SL mais forte. Falou muito bem Rogerio Loureiro.

  • Vivi

    Parabens ao Presidente do Volta Redonda pela coragem epela ideia de independencia!
    Independencia ou morte! O volei brasileiro esta morrendo, eh impressionante a quantidade de equipes q esta fechando as portas, torna-se necessario a criacao de uma Liga Independente urgente!
    Porem para q o volei ganhe mais espaco na TV aberta sao necessarios ajustes que limitem o tempo das partidas:
    1. E inadmissivel q uma partida dure mais q 2 horas na TV aberta;
    2. Sets que beiram aos 30 pontos sao absurdos, desgastam muito os atletas, quebram a programacao de qquer emissora;
    3. Deveria se acabar com a tal “vantagem de 2 ponto”s, todos deveriam estar em quadra cientes q o set terminaria em, no maximo, 25 pontos, mesmo que chegasse a 24×24, encerraria em 25×24;
    4. Deveria haver algum tipo de controle de tempo para a duracao de um set, de tal forma que um set normal se limitasse a 25 min. e o tie break a 15 min, no maximo.
    Enfim, o voleibol tem q evoluir e procurar um forma de limitar o tempo das partidas, se realmente quiser ter mais espaco na TV aberta.

    • deveria nem existir set? pra quê? o time que fizer 75, 100, 115 .. Pontos ganha… –‘ ….. Acho que esse vai a dois é uma marca registrada do vôlei, é o que muitas vezes da a emoção em um jogo, quem gosta de vôlei não acha nem um pouco ruim o jogo demorar muito teempo, aliás, muitos torcedores, inclusive eu, gostam que o jogo vá para o Tie – break

      A verdade é que os clubes de vôlei não tem muita identificação com a Torcida…. tudo bem.. tem quem é osasco , rio e tal, mas isso vai mas pra quem é da cidade e tal e algumas pessoas de fora…

      O que eu queria mesmo na Superliga é que os clubes fossem como Minas, Pinheiros etc.

      Fossem independente de quem paga os salários dos jogadores… A verdade é que o nosso esporte mais vitorioso é menosprezado ainda pelos patrocinadores…

      Queria eu, um dia, quem sabe, deixar de apenas torcer para atletas, e quiça torcer pra um clube.

      não o clube que quero que ganhe tal jogo, mas o clube que quero que ganhe o campeonato, que ganhe o que disputar.

  • Lucas

    Tenho muita dificuldade em compreender como o segundo esporte em popularidade num país de 200 milhões de habitantes com uma economia dentre as dez do mundo não consegue ser viável. Já passou da hora de os clubes formarem uma liga independente e venderem seu produto para quem os favoreça mais, seja economicamente, seja na visibilidade de seus patrocinadores. Eu mesmo só sou assinante de tv paga devido às transmissões da superliga e dos diversos outros campeonatos de voleibol existentes. Sou de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, região próspera e com alta densidade populacional com poucas opções de esporte de alto rendimento. Se tivesse a intenção de assistir a um jogo de vôlei precisaria me deslocar mais de 100km até Araçatuba para ver o Vôlei Futuro. Mesmo assim organizamos um grupo e reservamos transporte, porém devido à dificuldade em conseguir comprar os ingressos desmarcamos a atividade. Como pode uma liga profissional não vender seus ingressos pela internet? Em todas as ligas americanas, NFL, NBA, Baseball, você tem extrema facilidade em comprar os ingressos. Se houvesse um time até de menor expressão em minha cidade não titubearia em comprar um carnê de toda a temporada somente para assistir atletas como Gustavo, Lucarelli, entre outros protagonistas do esporte. Não há nem venda de camisas dos times de vôlei participantes da superliga na internet (à exceção do SESI e do Praia Clube). Na verdade o produto Superliga é muito mal gerido.

  • Renata

    Além de receber 71 milhões por ano (apenas do Banco do Brasil) a CBV não divulga seus balanços há 3 anos…
    Deve ter verba para os times… Mas não é conveniente falar isso.
    E ainda alegou, durante essa temporada, que não teria como investir no desafio eletrônico. Agora vai testar o equipamento em uma final única.

    • Daniel Bortoletto

      Renata, o balanço saiu semana passada no LANCE!. Nos outros anos, idem

  • Marcos

    Vamos por partes.
    Concordo em linhas gerais com o representante do Volta Redonda, porém, um argumento que ele usou não tem coerência com o restante do texto e, na minha opinião, ele deveria modificar isso para tentar ter algum sucesso.

    A questão do patrocínio do BB é da CBV e ela deve gerir esse recurso para promover o esporte como um todo. Não vai (nem pode) direcionar esse recurso para entidades privadas (times e seus patrocinadores – empresas privadas). Ele diz que o “país que vai sediar a Olimpíada,…”. Isso é mais um argumento para que esse recurso fique para o esporte como um todo e mais fortemente para as seleções (principal e de base).

    Ele não deve brigar por esse recurso, mas sim pelo recurso gerado pelo produto do qual ele é parte integrante: a Superliga. Ele deve, sim, brigar pelos direitos e pela receita que provém dos direitos de transmissão, publicidade, etc da Superliga.

  • Marcos

    Sobre a Globo.

    Embora seja um blog de vôlei, concordo totalmente que a Globo é extremamente nociva para o país. Não por causa de suas transmissões esportivas, mas por imporem sua visão distorcida de país e de mundo goela abaixo, manipulando notícias, entre outras coisas.
    Mas, vamos ao voleibol.
    Concordo com o Erich Beting nesse pontos (leiam o blog dele, é muito bom: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2013/03/26/patrocinio-nao-e-so-exposicao/ ). Ora, todo mundo já sabe há muito tempo que a Globo não fala o nome do patrocinador. Então, por que a Medley (ou a Cimed, ou a Unilever, …) resolve entrar no esporte para começar?

    A mudança de emissora que detém os direitos, por si só, não trará nenhum benefício, pois, somente citar o nome do patrocinador irá aumentar a exposição da marca? Acho que não aumentaria (na visão da empresa, melhor 30 segundos na Globo que 3 meses na Band Esportes) e, mais do que isso: a exposição é apenas 1 componente do patrocínio esportivo como verdadeiro Marketing para a marca que dá o dinheiro.

    Se eu fosse tomador de decisão, não levaria a briga por esse caminho, pois romper com a Globo, por si só, não traz nenhuma melhora.

    Tentaria, sim, propor um produto atrativo para o “mercado” e auto-sustentável, sem a necessidade de um “mecenas” (vá lá, vamos considerar o Eike Batista um mecenas), nem de patrocinadores efêmeros que querem uma publicidade positiva no lançamento, depois somem…
    Não é fácil, mas essa é uma agenda mínima que, acredito, seja consensual, portanto, mais fácil de implementar.

    • Daniel Bortoletto

      Erich Beting é muito bom mesmo. Leiam

    • Afonso RJ

      O comentário que mais traduz o que penso. Mesmo ciente dos problemas trazidos pela emissora (e não só ao vôlei), concordo plenamente que “peitar” a Globo só traria prejuízos ainda maiores. Nem o futebol tem condições para isso. Vide os horários de jogos começando às 10 da noite, “depois da novela”. Também acho que o melhor caminho seria prestigiar clubes ou times de tradição em detrimento de times de patrocinadores de ocasião.

    • Melina

      Concordo, esse texto do Beting é ótimo e vai muito além dessa questão da Globo ser a “única culpada”.

      • Darci

        As pessoas têm que parar de pensar que emissora de TV, qualquer que seja, almeja outra coisa senão o lucro. Qualquer emissora vai fazer aquilo que ela considerar mais lucrativo para si mesma, sem exceção.

        Para o Esporte Interativo, por exemplo, deve ser interessante transmitir dois jogos de vôlei por semana. Mas, para uma emissora maior, que disputa a audiência em outro nível, talvez não.

        A instituição que existe para defender o interesse do vôlei não é Globo nem a Record nem a Band. É a CBV. A ela cabe mudar esse quadro. À CBV cabe tornar o esporte mais atrativo, expandir o seu público nas demais regiões do país, negociar melhor os direitos de transmissão e fazer melhor uso do lucro resultante. Minha opinião.

      • Darci

        Ops. Não era para responder ao seu texto, Melina. Era para responder ao do Marcos. De qualquer modo, concordei com ambos.

  • Walber

    UnidosporumaSuperligamelhor

  • Marcos

    Gostaria de propor ao Daniel um post específico para sugestões de calendário ou sugestões gerais para melhorar o produto voleibol.

    Vou propor aqui a minha sugestão de calendário:

    1) Copa do Brasil: 32 times; 8 chaves de 4 times; 8 quadrangulares em sedes que não haja times na Superliga. Classificam 2 de cada chave (sobram 16).4 quadrangulares em 4 sedes (de preferência diferentes das anteriores). Classificam 2 por chave; Finais em 1 sede só: quartas, semi e final. Cada quadrangular em 1 semana (3 dias de jogos). Ou seja, seriam 3 semanas (1 p/ 32; 1 p/16; 1 para Finais)
    2) Superliga:
    a) 1a Fase: Divide-se os 12 times em 3 níveis; REaliza-se triangulares, com 1 time por nível; a cada rodada são 4 chaves de 3; Faz-se 4 rodadas, de modo a todos jogarem contra todos pelo menos 1 vez; Na 1a rodada, as sedes são dos times nível 3, na 2a, do N2, na 3a, do N1 e na 4a, sedes diferentes (cidades fora da SL); A última (5a) rodada da 1a fase são 3 quadrangulares, com os times do mesmo Nível se enfrentando em sedes fora da SL; Play-off em cidade-sede única, com 3 rodadas: quartas, semi e final; Campeão ganha “Taça Bebeto de Freitas” ou algo do tipo. Aí seriam 6 semanas.
    b) 2a fase: Turno e Returno “normal” – 22 rodadas = 11 semanas
    c) 3a fase: A classificação final é feita levando-se em conta somatório da 1a fase (menos play-off) e 2a fase. Os 12 se classificam, sendo que os 4 primeiros ficam fora da 1a rodada dos play-offs. Jogam 4o x 12o, 5o x 11o e assim por diante em melhor de 3. Assim, os play-offs finais teriam 4 rodadas so invés de 3. Seriam mais 6 semanas.

    Total calendário = 6 + 11 + 6 = 23 semanas. Descontando Natal, Ano Novo e Carnaval, temos 26 semanas, ou 6 meses de SL + 1 mês de Copa do Brasil.

    De repente, a entidade organizadora (Liga, CBV, o que for) contrataria 12 jogadores “de seleção” e distribuiria 1 para cada equipe, como atrativo a mais

    Enfim, acho que atenderia os clubes e criaria um produto atrativo ao público, mídia e patrocinadores.

    • a idéia da copa não é ruim ( Porém já tá dificil ter 10 times na super liga feminina –‘) … agora no resto achei muito sonhador….. 7 meses de campeonato nacional…. e o sulamericano.. e o mundial…. e o jogo da seleção… e o descanso das Atletas….

  • Welmer

    Já que estão dando sugestões para uma superliga melhor, também vou dar a minha opinião.

    Primeiramente, acho que deve-se mudar a administração, tirar das mãos da CBV e passá-la para os clubes, algo que deveria ter acontecido não só com o basquete, mas também com o vôlei e com o futebol.

    Sobre a fórmula de disputa da Superliga, acho que seria interessante se aumentasse o número de participantes de 12 para 14 ou 16. Aí, dividiria as equipes participantes em dois grupos, onde os times jogariam 2 vezes com times do mesmo grupo e uma vez com times do outro grupo, o que totalizaria em 19 jogos se disputado por 14 equipes ou em 22 jogos se disputado por 16. De cada grupo, classificariam-se as 4 melhores equipes e os playoffs seriam disputados em todas as fases (quartas de final, semifinal e final) em séries melhor de três.

    Acho que há muito tempo já era pra ter sido criado uma Copa do Brasil. Esta poderia ser uma importante ferramenta para a popularização do esporte, por exemplo, cada estado que não tiver representante na Superliga teria um time na Copa e esses times se juntariam aos times que disputam a Superliga para completar o quadro de participantes. A fórmula disputa seria similar ao da Copa do Brasil de futebol com jogos de ida e volta e quando chegasse nas semifinais seria realizado um final four em uma cidade pré-estabelecida.

    Criaria também o sonhado jogos das estrelas que também pode ser uma importante ferramenta de popularização do esporte.

    Quanto ao calendário, distribuiria as competições da seguinte maneira:

    Superliga: Outubro a Abril (jogos disputados todo final de semana);
    Copa do Brasil: Dezembro ou Janeiro a Abril (Jogos todo meio de semana);
    Jogo das estrelas: primeiro final de semana de janeiro;

    Acho que o calendário desta maneira não prejudicaria os times paulistas que também disputam um forte campeonato estadual.

    Com relação a transmissão acho que deve-se cobrar um horário fixo na grade da Globo, acho que todo domingo no horário da temperatura máxima seria uma boa e traria um bom retorno a empresa, agora se a Globo não aceitasse procuraria outra emissora que aceitasse a cláusula.

  • Welmer

    Completando o meu último comentário, a temporada começaria com uma Supercopa, jogo único em campo neutro disputado pelo campeão da Superliga e pelo campeão da Copa do Brasil.

  • É muito triste o que está acontecendo com o vôlei no Brasil,será que o vôlei nunca será respeitado,um esporte que nos deu tanta alegria durante todos esses anos,a cbv tem que fazer alguma coisa e rápido,para não termos que todo ano no fim da superliga receber a notícia que um clube irá fechar as portas por falta de patrocínio.Eu acho que a cbv não deveria manter contrato com a globo na transmissão da tv aberta porque a globo não valoriza o vôlei nenhum pouco,seja nos jogos da superliga ou da seleção brasileira porque passa pouquíssimos jogos,a superliga apenas nos sábados somente as 10:00 e da seleção brasileira só liga mundial e grand prix e só transmite quando eles jogam no Brasil também as 10:00 nem a final a globo passa .Eu acho o cúmulo tudo isso!A CBV NÃO ESTÁ FAZENDO NADA PARA AJUDAR O VOLEIBOL DO BRASIL,SÓ ESTÁ AFUNDANDO O NOSSO ESPORTE A CADA DIA !

MaisRecentes

Os duelos da Copa Brasil feminina



Continue Lendo

Lances do clássico Vôlei Nestlé x Sesc



Continue Lendo

Coluna: O maior desafio do Sada/Cruzeiro no Mundial



Continue Lendo