Praia segue invicto. Mas desta vez foi por pouco



A invencibilidade do Dentil/Praia Clube esteve a um set de ser encerrada neste domingo. O valente Fluminense chegou a abrir 2 a 1, mas acabou levando a virada em casa, no Ginásio da Hebraica, parciais de 18-25, 25-15, 22-25, 25-19 e 15-11 , pela quarta rodada do returno da Superliga feminina.

A ponta Fernanda Garay levou o VivaVôlei Cimed como a melhor em quadra. Se a vitória fosse do Tricolor o troféu iria para a estante da oposto Renatinha, com certeza.

Garay, a melhor da partida no Rio de Janeiro (Divulgação CBV)

Mas destaco dois nomes que saíram do banco de reservas, já no tie-break, como menções honrosas para a virada: a levantadora Ananda e a central Natasha. As duas foram colocadas em quadra por Paulo Coco quando o placar apontava 7 a 3 para o Flu no set decisivo. Lara havia marcado pontos em sequência no bloqueio, Renatinha havia feito um ace e a rede do Praia estava enroscada na virada de bola. Parecia que a queda da invencibilidade era uma questão de tempo.

Natasha então fez um ace e saiu do saque, minutos depois, apenas com o placar a favor das mineiras. Vale lembrar que a substituição havia sido feito no terceiro set e a central errou o saque. Já Ananda passou a usar mais a bola pelo meio, quebrando o sistema de bloqueio/defesa do Fluminense, que funcionava até então muito bem.

Foi a 14ª vitória em 14 partidas do Praia, agora com 41 pontos. Vale citar também que o time de Uberlândia havia perdido apenas dois sets nas 13 partidas anteriores, algo que serve para enaltecer o time dirigido por Wilmer Dias. O Flu somou um ponto com a derrota e foi a 25, isolando-se na quinta posição. E, apesar da virada sofrida, deve se orgulhar do desempenho na partida deste domingo. Mesmo sem Thaisinha (Praia estava sem Fawcett, para ser justo), o Flu teve uma atuação muito boa, com consciência tática no saque, muito volume na defesa, além de uma virada de bola eficiente – principalmente com Renatinha. Esteve muito perto de desbancar o poderoso Praia, algo que times do quilate de Sesc, Vôlei Nestlé e Minas não conseguiram até aqui na Superliga.



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