Pontas da Seleção feminina. Algumas perguntas sem resposta



As discussões mais acaloradas do blog nesta semana tiveram como assunto principal as ponteiras da Seleção Brasileira feminina.

Quem Zé Roberto deve escalar na formação titular? Eu diria que esta pergunta atualmente martela tanto a cabeça do treinador quanto a escolha de uma levantadora.

Mari está voltando após pedir dispensa da Copa Pan-Americana. Experiência, talento e categoria de sobra. Tem posição cativa no time mesmo com a conhecida instabilidade no passe?

Natália se recupera de uma cirurgia na canela. Tem um potencial ofensivo de sobra, mas sofre com o mesmo mal de Mari na recepção. É jovem, um talento a ser lapidado, como dito há vários anos. Está na hora de se firmar de vez?

Paula Pequeno tem no currículo o prêmio de MVP olímpica, momentos de superação e também alguns de instabilidade. Claramente não está no auge de anos atrás. Mas não é uma jogadora qualquer, como alguns querem rotulá-la. Ainda tem lenha para queimar até Londres-2012 e ser manter no time?

Sassá é quem tem o melhor passe do quarteto. Mas também é quem ataca com menos potência. Compensa com volume de jogo  também na defesa. Vale a pena perder em ataque e garantir o passe na mão de Dani Lins?

E não vamos esquecer de Jaqueline, que ganhará novas chances após o problema na gravidez. Outra que é amada por muitos e colocada no nível de jogadora normal por outros. Para mim, merece nova chance antes da definição do grupo olímpico.

E temos também Fernanda Garay, que foi titular na Copa Pan-Americana e agora está com a Seleção militar. E, por fim, a jovem Priscila Daroit, grata revelação, que parece ser a jogadora mais talentosa de uma geração que começa a ser preparada para 2016. Já tem lugar para 2012?

Confesso para vocês que a maioria das respostas precisa de mais tempo antes de uma conclusão definitiva. As competições de 2011 vão responder várias delas. E, talvez, na Olimpíada de Londres a gente ainda tente responder as que ficaram pendentes.



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