Plantão médico dos selecionáveis



Após o fim do Sul-Americano, Bernardinho e José Roberto Guimarães passaram a monitorar os selecionáveis e torcer para que eles não se lesionem no caminho até a Rio-2016. É certamente a maior preocupação da dupla nesta reta final de Estaduais e será cada vez maior no decorrer da Superliga.

E a semana reservou diferentes sensações para os dois treinadores.

No masculino, Bernardinho deve estar aliviado com o retorno de Wallace. O oposto foi titular ontem na vitória do Sada/Cruzeiro sobre o Minas, no encerramento da fase de classificação do Campeonato Mineiro. O jogador estava afastado desde as finais da Liga Mundial, em julho, após o agravamento de uma lesão na coluna que forçou uma cirurgia.

Wallace festeja ponto com Isac e William (Renato Araújo/Divulgação)

Wallace festeja ponto com Isac e William (Renato Araújo/Divulgação)

– Fisicamente eu estou bem, mas tecnicamente e taticamente acho que ainda estou muito abaixo. Eu sempre me cobrei muito e sei que estou muito longe do que eu posso ser. Eu agradeço ao Marcelo (Mendez, técnico) pela confiança, porque era um jogo que a gente precisava ganhar para jogar em casa a fase final. Mesmo sabendo que eu não estava nos meus 100% ele me colocou para jogar e me deixou na partida – comentou Wallace, titular da Seleção Brasileira.

Por outro lado, o central Riad vai parar por alguns meses. O jogador da Funvic/Taubaté passou por uma cirurgia no tendão patelar do joelho direito, ontem. Uma lesão chata, que deixará o jogador mais longe da briga por um lugar na Rio-2016. Riad teve poucas chances neste ciclo olímpico, mas vinha ganhando espaço pelo bom desempenho no clubes e também pela ausência de Sidão, que se recupera de um problema no ombro. No Sul-Americano Bernardinho usou Lucão, Isac e Maurício Souza no setor.

Já no feminino, José Roberto Guimarães poderá a acompanhar, brevemente, Thaisa em quadra. Quatro meses depois de operar os joelhos, a central voltou no fim de semana aos treinos com bola no Vôlei Nestlé.

Titular da Seleção ao lado de Fabiana, Thaisa é peça-chave e dá a opção de altura que o time perde com Juciely e Carol, a dupla do Rexona que ganhou terreno com boas atuações nos últimos meses.

Thaisa no trabalho físico em Osasco (João Pires/Fotojump)

Thaisa no trabalho físico em Osasco (João Pires/Fotojump)

– Estava precisando voltar a conviver com as meninas dentro de quadra e com saudades de dar risadas e ter esse contato com elas. Ainda falta um pouquinho para poder fazer treinos completos, treinar normalmente e podendo fazer tudo. Mas já estou bem contente de aos poucos retornar às quadras e fazer o que mais amo – comentou Thaisa.

 



  • Edu

    Não sabia da lesão do Riad e pelo descrito é caso de quatro a cinco meses de recuperação.Fica a situação do Taubaté, por dever de contrato e respeito profissional amparar financeiramente o atleta e não contar com seus recursos para o restante do Paulista e provavelmente quase toda a Superliga aliado a um forte rumor que tem apenas 60% dos recursos financeiros necessários para fazer frente a toda temporada.Dispensaram o Sidão para contratar o Riad porque o hoje atleta do Sesi convivia com uma recorrente lesão de ombro.Sidão, por sua vez, não quis fazer a cirurgia e tratou apenas com fisioterapia por mais de quatro meses.Parece que existe uma perspectiva de volta numa eventualidade para a final do Paulista ou em novembro.Outra noticia e que o Murilo novamente se lesionou por um período indeterminado tanto no Sesi como no não atendimento a convocação para o Sulamericano.

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