Piccinini x Logan Tom. Que duelo!



Atendendo aos pedidos crescentes, está no ar o duelo das musas.

Como sempre foram as mais pedidas, Francesca Piccinini e Logan Tom protagonizam o clássico inicial.

A italiana, nascida em 10 de janeiro de 1979, é um símbolo sexual em seu país-natal. É garota-propaganda de vários empresas,  presença constante em programas esportivos e de variedades na TV e transformou a camisa 12 em seu símbolo.

Aos 19 anos, desembarcou no Brasil (foto abaixo) para defender o antigo Rexona/Curitiba, atual Unilever, ao lado de Fernanda Venturini, Érika e Elisangela. Terminou a Superliga em segundo lugar, mas criou uma legião de fãs. Depois, voltou à Itália para defender o Bergamo e virou referência. Caso cumpra o atual contrato, completará 15 temporadas pelo clube.

– Fico contente por ter fãs aqui no Brasil, como todo esportista, mas não é a beleza que vai me fazer vencer – diz ela, que tem como principal título o Mundial de 2002 com a Azzurra.

Em 2004, posou bem à vontade para a revista Men´s  Health. Em entrevistas à emissoras de TV locais, Picci já revelou ter sido assediada por companheiras de time, mas deixou no ar se correspondeu ou não. Costumo estar na capa de revistas de fofoca da Itália, principalmente pelos casos amorosos. Em dois deles, ela causou a fúria da modelo e apresentadora de TV Eleonoire Casalegno, por ter se envolvido com dois ex-namorados da “rival”

A americana Logan Tom é dois anos mais nova do que Picci. Nasceu em 25 de maio de 1981 e não costuma fincar raízes em algum lugar.

Já atuou na Itália, Espanha, Suíça, Rússia, Japão, China, agora Turquia, além do Brasil. Em terras tupiniquins, atuou pelo Minas, em 2003, sendo companheira de Fofão, Elisangela, Érika, Angela Moraes, além de Sheilla e Fabiana, em início de carreira. Esteve perto de retornar nesta temporada, mas acabou acertando com o Fenerbahce, time turco dirigido por José Roberto Guimarães. Além do sucesso na quadra, se aventurou no vôlei de praia, mas não passou perto de repetir o sucesso.

– Eu amo o Brasil. Foi a minha primeira experiência jogando fora dos Estados Unidos, e foi muito boa porque as jogadoras e a torcida eram muito acolhedoras – revela a bicampeã do Grand Prix.

Também arrasta uma legião de seguidores por onde passa. A jogadora, que costuma usar a camisa 15, foi eleita, em 2005, uma das 100 mulheres mais sexy do planeta.



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