Para lavar a alma!



São Pedro quis que fosse com chuva. E acho que ele tinha motivos para isso.

Depois de três medalhas de prata consecutivas em finais olímpicas, o vôlei de praia brasileiro voltou a ser ouro. Alison e Bruno Schmidt lavaram a alma do torcedor, já na madrugada desta sexta-feira, com a vitória por 2 sets a 0 sobre os italianos Lupo e Nicolai, parciais de 21-19 e 21-17.

Block de Alison foi decisivo na final (FIVB Divulgação)

Block de Alison foi decisivo na final (FIVB Divulgação)

O país ficou no quase com Ágatha e Bárbara Seixas nesta edição dos Jogos. Em Londres-2012, o segundo lugar foi com o próprio Alison, jogando ao lado do mito Emanuel. Em Pequim, o vice foi de Márcio e Fábio Luiz.

Com o fim do jejum, o Brasil passa a ter três ouros, sete pratas e três bronzes na história olímpica do vôlei de praia, iniciada em 1996, em Atlanta. Lidera em número de pódios (Estados Unidos somam dez), perdendo na quantidade de ouros (americanos têm seis).

História à parte, o Brasil não poderia sair da Rio-2016 sem um ouro. Os resultados no ciclo olímpico até então eram promissores, o investimento nas duplas principais foi feito e existia uma possibilidade, não apenas uma expectativa, de as quatro duplas medalharem. Evandro e Pedro Solberg surpreendente caíram nas oitavas. Larissa e Talita, talvez a mais favoritas das duplas brazucas, acabaram em quarto. Se fossem duas pratas o gostinho seria meio amargo. Sorte que o se não jogou. Valeu, Alison! Valeu, Bruno! Valeu, São Pedro!

 

 



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