Paciente e eficiente, Brasil está na final



Cheguei a duvidar, durante a primeira fase da Olimpíada de Londres, que escreveria esse post. Meu sentimento se baseava nos altos e baixos em quase todos os fundamentos, nas dúvidas na formação titular, na derrota para a Coreia, no semblante das jogadoras e do técnico José Roberto Guimarães… Felizmente, meu feeling estava errado.

Com autoridade, a Seleção feminina está na final olímpica pela segunda vez seguida. Nesta quinta-feira, uma vitória sem sustos sobre o Japão por 3 a 0.

Atuação segura em quase todos os fundamentos, durante quase toda a partida. Parece outro time em quadra. Quem te viu, quem te vê. Da água para o vinho. Podem escolher os clichês que quiserem…

O bloqueio se destacou com 14 pontos, número expressivo em um confronto de apenas três sets. Tivemos controle emocional e paciência para superar a eficiência japonesa na defesa. O ataque funcionou e foi bem distribuído por Dani Lins, tanto que Fabiana, Thaisa, Sheilla, Fernanda Garay e Jaqueline chegaram aos dois dígitos na pontuação. A única jogadora não citada aqui, por motivos óbvios, é Fabi. Por isso, vale um adendo: a líbero aumentou muito seu volume de jogo durante a campanha. Não vinha bem, foi criticada e reencontrou parte do seu melhor vôlei.

Agora, somos no mínimo prata. Era o mínimo que eu esperava deste time e apostei na edição olímpica da Revista ESPN. Espero, agora, estar errado mais uma vez, já que previ o segundo lugar. Ainda vejo a seleção dos Estados Unidos em melhor momento, mas não duvido mais de nada deste grupo.

 



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