Outra boa notícia vinda da Rússia



A Seleção feminina de novas (ou Seleção B) derrotou a Polônia por 3 sets a 1 (25/18, 25/21, 27/29 e 25/14), pela Copa Yeltsin.

Nesta quinta, o Brasil disputará um amistoso contra a Ucrânia, às 6h (horário de Brasília). As brasileiras já garantiram a classificação em primeiro lugar para as semifinais com as vitórias sobre a Holanda e a Polônia.

Claudinho Pinheiro manteve a formação da estreia com Ana Tiemi, Joycinha, Priscila Daroit, Sassá, Natasha, Adenízia e Camila Brait.



  • Afonso (RJ)

    O time brasileiro, com a formação citada venceu com certa facilidade o primeiro set. No segundo set, a equipe brasileira abriu larga vantagem e relaxou. Priscila e Joycinha cometiam muitos erros no ataque, e o bloqueio já não chegava com eficiência. Isso fez com que a Polônia começasse a gostar do jogo e encostasse no placar. Mesmo assim, fechamos o segundo set.

    No terceiro set, a Polônia veio com a moral alta pelo desempenho na segunda metade do set anterior, e o Brasil ainda meio devagar. Resultado: a equipe polonesa abriu larga vantagem no placar. Foi então que O Claudinho mexeu no time. Sacou Priscila Daroit, Joycinha e Natasha, e colocou em quadra Ivna, Tandara e Natalia. O Brasil de sangue novo, reagiu e voltou comandar as ações. Mas o placar era por demais dilatado e as polonesas conseguiram fechar, sendo, no entanto, obrigadas a marcar 29 pontos.

    No quarto set, Claudinho me surpreendeu positivamente. Eu pensava que ele iria voltar com o time “titular”, mas não. Voltou com a formação que quase virou o terceiro set. O que aconteceu na virada do segundo para o terceiro set, se repetiu inversamente no quarto: O Brasil com moral elevada e a equipe polonesa pressionada pela quase virada no set anterior. O Brasil abriu larga margem no placar e venceu com autoridade.

    Em resumo, ficou a impressão positiva pela boa atuação das “reservas”, mas a equipe mostrou uma oscilação preocupante.

    Observação de um saudosista: a equipe polonesa tinha uma jogadora Kasprzak. Apesar da grafia ligeiramente diferente, me lembrou enormemente um jogador de uma das equipes “imortais” da história da Copa do Mundo e das Olimpíadas: a Polônia de Lato, Deyna, Szarmach, Boniek e… Kasperczak (desculpem se errei a grafia de algum dos nomes).

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