Os jogos de sábado da Superliga feminina



Rexona-Ades e Camponesa/Minas abriram os playoffs das quartas de final com vitória neste sábado.

Em São Paulo, o time carioca, o melhor da fase de classificação da Superliga, fez o esperado e venceu o Pinheiros em sets diretos. Chamaram a atenção na partida o apagão no ginásio (algo que tem acontecido com certa frequência nesta temporada em vários lugares do país), que interrompeu o duelo no segundo set, e a contusão de Gabi.

Segundo os médicos do Rexona, a torção no tornozelo de Gabi foi leve e ela não preocupa. Monique, com 15 pontos, foi a maior pontuadora do time. Na terça, às 19h, no Tijuca, o Rexona pode se garantir na semi com mais um triunfo. A destacar a reação carioca no fim do terceiro set, impedindo que o Pinheiros forçasse o quarto.

Já as mineiras precisaram suar muito na vitória sobre o Rio do Sul/Equibrasil, no tie-break, em Belo Horizonte. O time comandado por Paulo Coco esteve duas vezes atrás do marcador e mostrou força para virar, com parciais de 18-25, 25-20, 23-25, 25-18 e 15-3.

Para quem não viu o jogo, a primeira reação ao ler o parágrafo acima é dizer que resultado do quinto set está errado. É atípico e muito estranho, mas o placar foi mesmo 15 a 3. O Minas chegou a abrir 10 a 0, uma sequência de pontos espetacular e raramente vista em jogos de times profissionais deste quilate. Mari Paraíba, com 22 pontos, se destacou. Tandara foi eleita a melhor em quadra. Destaco também o aproveitamento de Rosamaria na saída de rede e Tandara na ponta a partir do quarto set, duas mudanças de Coco que surtiram efeito.

Por fim, arrisco a dizer que uma vitória do Rio do Sul, em BH, poderia decretar o fim do confronto, já que a equipe de Spencer Lee tem um altíssimo aproveitamento de vitórias jogando em Santa Catarina nesta Superliga.

 



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