Os campeões estaduais



O fim de semana foi de finais dos Estaduais, aperitivos para a Superliga.

Na Vila Leopoldina, o Sesi fez 3 a 0 no Funvic/Taubaté (25-20, 32-30 e 25-18), mas ficou sem o título. O bicampeonato da equipe comandada por Cezar Douglas foi garantido em um golden set de tirar o fôlego, com quase 45 minutos de disputa. O Sesi perdeu alguns match points e acabou levando a virada após um ace de Lipe (33 a 31).

Lipe com o caneco (Rosana Naggar/Divulgação)

Lipe com o caneco (Rosana Naggar/Divulgação)

Vale lembrar que Taubaté jogou praticamente toda a série final sem o levantador Rapha, que sofreu uma torção no tornozelo no jogo de ida. Pedro saiu do banco para dar conta do recado. Os dois times entrarão na Superliga com intuito de briga pelo título.

No Rio Grande do Sul, em outro jogo de tirar o fôlego, o Ledes/Gedore/Canoas conquistou o tetra ao bater, de virada, no tie-break, o Bento/Isabela, parciais de 21-25, 21-25, 26-24, 25-20 e 15-9.

Para a Superliga os dois gaúchos terão como intuito a disputa por um lugar entre os oito primeiros. O que vier depois nos playoffs será lucro.

Já no feminino, o Dentil/Praia Clube conquistou seu quinto título mineiro ao bater o Camponesa/Minas na decisão, em Uberlândia, por 3 sets a 1 (19-25, 25-13, 26-24 e 25-20). A americana Klineman foi a destaque da partida (20 pontos).

As campeãs mineiras (Divulgação)

As campeãs mineiras (Divulgação)

Campeão em vice em Minas Gerais estarão na Superliga em busca de quebrar a hegemonia de Rexona-Ades e Vôlei Nestlé. Ambos montaram elencos interessantes e estarão na briga, ao menos, por vaga entre as semifinalistas.

No Rio de Janeiro, como se esperava, o Rexona bateu Tijuca e Fluminense sem sustos e ficou com o título. Entre os grandes estaduais o Carioca é o mais fraco.



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