Os “bastidores do chiqueirinho” da Liga Mundial



Ver jogos in loco permitem observações de detalhes que normalmente escapam das câmeras de uma transmissão de TV.

Nestes cinco dias de finais da Liga Mundial trabalhei atrás de um dos bancos de reservas. E dali foi possível ver de perto as diferentes reações dos jogadores reservas. E é um show à parte o que alguns deles fazem.

O prêmio de “MVP dos reservas” vai para o oposto americano Troy.

O sujeito não fica parado um segundo. Ele tem até um gritinho característico, que serve para comemorar os pontos importantes. Algo como um “uhuuuu”, com uma voz fininha, sempre seguido de aplausos motivacionais aos companheiros que estão em quadra. Não bastassem os gritos, ele saiu batendo três vezes em placas de madeira durante a semifinal contra a Sérvia, numa cena hilária. E não foram poucas as vezes que o vi falando sozinho. Figuraça!

Existe também a linha de jogadores fanáticos por aquecimento. Abdominal, flexão, alogamento… Neste grupo destaco o americano Smith, o italiano Birarelli e o polonês Kurek. Estes três nunca deixaram de entrar em quadra superaquecidos.

O tal “chiqueirinho” dos reservas também é lugar para desabafos. Não foram poucas as vezes que jogadores substituídos pelo técnico Laurent Tillie chegaram reclamando demais. Rouzier foi um deles, durante a semifinal, após errar um saque e um ataque em sequência. Ao menos, nestas ocasiões, Kevin Tillie, filho do comandante do time, não estava por perto. Ele estava jogando ou sentado no banco, ao lado da comissão técnica. Certamente isso evita uma saia justa.

Sidibe, oposto reserva francês, por sua vez, arrancou aplausos de alguns torcedores ao mostrar que sabe dançar. Mandou bem em “street”, diria que numa mistura de “moonwalk”, do Michael Jackson.

A boa notícia é não ter visto ninguém dançando as músicas da Anitta.



  • Lilika

    Hahaha legal saber dos “backstage”….mas Daniel, cuidado, a Anitta pode lhe processar ao saber do deu comentário, lembrando um pessoalzinho do sertanejo sem senso crítico que tapou os ouvidos, complementando com uma ação judicial literalmente absurda…kkkk

    • klaus

      Falou tudo.Hoje vc não pode discordar da maioria.Isso se tornou motivo de processo.A verdade é que a democracia aqui só vale quando se diz o que a maioria gosta.Brasileiro , em geral, não gosta de ouvir verdades.

  • Leo

    Legal essa sobre o Troy. Kkkkkkkkkk.
    Atanaalgumacoisa, oposto sérvio, parece ser imperativo tbm. Não sossega um segundo sequer. Ilário. Kkkkkkkkkk

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