Os americanos estão vivos. Já os italianos…



O início da segunda fase do Mundial serviu para que duas conclusões já fossem possíveis de ser feitas no Grupo E, muito mais equilibrado do que o F.

Os Estados Unidos, campeões da última Liga e que vinham de uma campanha instável até aqui, provaram nesta quarta-feira que seguem no páreo. A vitória por 3 a 1 sobre a Polônia, calando a fanática torcida da casa, recolocou os americanos na briga.

Três pontos agora separam o time de John Speraw, quinto colocado, da surpreendente líder França: 10 a 7. Entre eles, poloneses e sérvios, que somam nove, e Irã, com oito. Ou seja: os cinco vão brigar pelas três vagas na próxima fase nos confrontos diretos.

Já Argentina (três pontos), Itália (dois) e Austrália (zero) serão as minas vagantes (expressão de Bernardinho) e podem explodir os sonhos dos demais, caso roubem algum pontinho nas três próximas rodadas.

A Azzurra, que chegou ao Mundial pensando em sair do quase nas grandes competições, deverá voltar para casa com mais interrogações do que certezas, ao pensar na Olimpíada de 2016. Hoje, derrota para a Sérvia em sets diretos e o sentimento de que sem Zaytsev é um time comum.

Nesta quinta, a Itália terá pela frente a Polônia. Mais uma sapecada pela frente? É bem possível!

Nos demais jogos, um confronto direto entre EUA x Sérvia, além de um interessante Irã x Argentina. Em quem vocês apostam?

Diferentemente do outro grupo, já quase definido com Brasil, Rússia e Alemanha (12, 11 e 9 pontos, respectivamente), este dos donos da casa mostra que o regulamento, em 2014, não foi tão camarada como o de 2010 com a Itália.

 



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