A opinião do técnico da dupla Talita/Larissa



Mais um dos conteúdos publicados hoje no LANCE!. A palavra de Reis Castro, técnico da dupla Talita/Larissa.

“Creio que os Jogos do Rio serão mais fortes do quem Pequim-2008 e Londres-2012, que acompanhei de perto. Essa edição tem jogadoras mais altas, mais fortes, muitas novas, como as duplas holandesas e italianas). Mas acho que os Jogos de 2020 serão ainda mais difíceis, pois essas atletas que estão chegando agora estarão ainda mais preparadas. Tudo isso faz com que a gente se concentre mais, treine mais, se prepare mais para trazer esse ourinho dourado para casa.

Temos de estar o tempo todo alertas, sem cochilar, pois algumas derrotas nos mostraram que não dá para baixar a guarda. Elas devem estar sempre ligadas para não serem surpreendidas. Perdemos um jogo, semanas atrás, para as italianas (Menegatti e Orsi Toth), nas oitavas de final. A gente fez um grande primeiro set, ganhando com tranquilidade, estávamos com um placar bastante elástico no segundo e achamos que o adversário estava morto. Eu sempre uso um ditado: o mau do urubu é achar que o boi está morto. O boi se levantou e foi embora. Levamos a virada e fomos surpreendidos. Mas aprendemos muito com isso.

Favoritismo é consequência do que fizemos na quadra. Acredito que são oito duplas favoritas. O que percebo é que, em alguns momentos, certas jogadoras que emocionalmente estão mais fracas do que esses outros dois (Talita/Larissa e Walsh/Ross). Por isso tratam as duas duplas como as principais.”



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