Operação no ombro pode tirar Sidão da Rio-2016. Lipe também para por um tempo



O central Sidão tentou evitar ao máximo, mas deverá mesmo passar por uma cirurgia no ombro direito.

O jogador vem sofrendo com uma lesão nos ligamentos desde a Superliga da temporada passada, quando defendia o Taubaté. Pela participação na Rio-2016, Sidão optou, em julho, pela fisioterapia. Ficou praticamente três meses sem treinar, buscando a melhoria sem intervenção cirúrgica (leia as declarações dele sobre o tema: A decisão de Sidão). Mas o jogador não conseguiu superar as limitações impostas pelo problema.

Sidão voltou para o Sesi nesta temporada (CBV Divulgação)

Sidão voltou para o Sesi nesta temporada (CBV Divulgação)

A levantadora Dani Lins chegou a relatar, em entrevista ao blog, as dificuldades do futuro marido neste período: O drama vivido por Sidão

A decisão de operar está sendo amadurecida após a participação de Sidão na reta final do Paulista e neste início de Superliga. Ele teve algumas oportunidades de atuar, saindo do banco do reservas.  Mas sem voltar a ter o papel de protagonistas de anos anteriores. Decidir pela operação é certamente uma posição muito difícil de tomar, já que outros jogadores que passaram pelo mesmo tipo de cirurgia necessitaram de até oito meses para a recuperação. Nalbert e Murilo são dois exemplos de atletas top que precisaram operar o ombro e passaram por longos processos até o retorno ao esporte.

A confirmação da cirurgia deverá ser feita nos próximos dias pelo Sesi.

Outro selecionável que irá passar um tempo no estaleiro é o ponta Lipe.

O jogador da Funvic/Taubaté sente dores nos joelhos, tendo ficado fora da Supercopa e da estreia do time na Superliga. Ontem ele passou por novos exames em São Paulo e definiu a realização de artroscopias, neste fim de semana, em Curitiba.

Lipe em ação de ataque (Divulgação)

Lipe em ação de ataque. Ele foi o autor do ponto da conquista do Paulista (Divulgação)

As cirurgias, bem mais simples do que a de Sidão, serviriam para retiradas de cartilagens que atualmente atrapalham o desempenho do ponta. Normalmente, neste tipo de caso, a recuperação não ultrapassa um mês, deixando Lipe fora de parte da fase de classificação da Superliga, mas não sendo um impedimento para a disputa da Rio-2016.

Ricardo Navajas, gestor do projeto de Taubaté, confirmou a informação logo após a publicação da primeira versão do post.

– Ele deve ficar uns 20 dias parados. São procedimentos simples e logo ele estará de volta – disse o dirigente.

 



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