O vôlei vai lutar contra o racismo



“No dia 11 de outubro, abordei um maldito e infelizmente repetitivo tema na minha coluna Saque, no LANCE!. O título: “Virou moda ser racista no vôlei brasileiro”.

Era um desabafo, já que o caso de Fernanda Ísis, na minha visão, seria mais um nas estatísticas sem qualquer desdobramento (como foram Ramirez, Wallace, Fabiana…). Mas eu estava enganado.

No mesmo dia da publicação recebi uma ligação de Ricardo Trade, CEO da CBV. Ele admitiu a gravidade dos casos que se avolumavam no vôlei brasileiro e comprometeu-se a incluir o assunto nas prioridades da entidade. Ontem, ele anunciou, durante a apresentação da Superliga, que um programa de conscientização contra o racismo é uma das novidades da edição 2015/2016. E medidas punitivas serão discutidas e futuramente implementadas.

É a ajuda que o esporte, um agente transformador da sociedade, pode e deve oferecer. É um fio de esperança que a CBV ajudará a semear para encarar de frente um assunto extremamente sério”.

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O desabafo de Fabiana após sofrer agressões racistas em BH

Texto publicado nesta quarta-feira, 4 de novembro, no LANCE!. Admito que escrevi com satisfação por ter, de alguma forma, ajudado a colocar em discussão um tema tão delicado.



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