O surgimento de Carol no cenário internacional



O quinto lugar da Seleção feminina no Torneio de Montreux ficou aquém do esperado. Mas, para uma jogadora em especial, a competição na Suíça pode ser um divisor de águas em uma temporada importante do ciclo olímpico.

A central Carol aproveitou a chance recebida e foi o destaque do Brasil. Na despedida, no 3 a 1 de virada sobre o Japão, a jogadora da Unilever foi a maior pontuadora com 17 acertos, seis deles no bloqueio. Pelas estatísticas abaixo, ela é fortíssima candidata a ser a melhor bloqueadora do torneio.

Na véspera, contra a República Dominicana, quatro dos seus sete pontos haviam sido feitos no fundamento. Na primeira fase, os números de Carol foram: Suíça (13 pontos, sendo seis no block), China (17 pontos, oito no fundamento) e Rússia (5 pontos, com dois no bloqueio).

Ainda é cedo para prever o futuro de Carol no cenário internacional. A estatura (1,83m) para a posição sempre pareceu um empecilho e existirá uma dificuldade natural em jogos contra times gigantes, como o russo. Mas a “baixinha” já começa a colocar as manguinhas de fora e tem capacidade para se colocar entre as 14 inscritas em cada grande competição daqui pra frente.



  • Caio

    Picinin, Maurício Thomas, Luizomar de Moura. Quem acompanha as seleções de base sabe o quanto esses técnicos são criticados a cada convocação por darem espaço para jogadoras baixas, mesmo que nessa idade elas estejam em desenvolvimento físico e técnico.

    Zé Roberto Guimarães, técnico da seleção principal, é aplaudido de pé pelo seus fiéis bajuladores por sua lista com jogadoras do nível da Anã Carolina e irmãs Pavão.

    Isto é vôlei.

  • Achei que ela foi bem também, tem blogs que colocam ela lá em cima em um dia e no outro abaixo do solo, com comentários desnecessários e contraditório, sem credibilidade alguma. Parabéns pelo seu blog Daniel.

    Ela foi bem, realmente. Não assisti todos os jogos, mas o final do primeiro Set no jogo contra a Rep Dominicana ( que deve tá treinando esse time pro campeonato mundial sub-23) a Jaque mostrou que é uma jogadora diferenciada. Ajudou e muito o Brasil. E nessa crise de recepção e volume de jogo das ponteiras do Brasil, acho que ela firma ainda mais sua importância na Seleção.

    A Gabi foi bem, melhor que a Natália. Que ainda não mostrou até hoje toda aquela tendência que o Zé tinha a dizer que a Natália era muito importante para o Brasil em Londres….

    agora a Camila Brait decaiu, parece que tá perdida, que foi aquele ponto que ela deu no jogo contra a Rep Dominicana??

    Acho que a Gabi é uma das melhores revelações e novidades que esse master montreaux trouxe, tem a chinesa que é mais atacante do que a Gabi e a americana que é mais alta que a Gabi e só, pq não joga melhor.

    Agora realmente, é bom se pensar em um Brasil começar a revelar jogadoras mais altas, pq é bom se ter opções. Suprir essa seleção com as novas gerações está difícil. Me lembro que Jaque, Sheilla, Sassá , Fabiana e outras surgiram novas e mostrando serviço, hoje só vejo a Gabi. A Tandara não mostrou ainda nada a nível de seleção.

    O Zé é quem entende e sabe mesmo, mas eu como torcedor, preferia ter assistido um montreaux com a Jaqueline atuando efetivamente e com a Tandara desde o começo, e com a Fabiola e a Ana Tieme como levantadoras, a Dani já se firmou. Bora dar rodagem as outras.

  • rafael

    Carol e uma boa central sim,mas e fica devendo principalmente contra times altos.Eu acho um retrocesso uma renovação de posição com atletas de estatura abaixo do padrão principalmente se tratando de centrais,daqui a pouco a media de estatura do Brasil jeito que vai estar menor que a do Japão.Depois que Sheila, Thaisa, Fabiana saírem vai ser difícil manter o nível e pode vir uma fase nebulosa como a seleção masculina esta enfrentando no momento, e preciso um trabalho mais criterioso de renovação para evitar futuras turbulências.

  • fernando

    Carol arrasou no block , contra a Russia talvez tenha pesado a inexperiencia de jogar contra as girafas e por vir de um jogo anterior, China, de caracteristicas diametralmente oposto ao russo. Vi poucas centrais brasileiras estrearem tão bem em sua estréia principipalmente no blOCK .

  • André

    Um time de vôlei hoje ou tem jogadores altos ou joga com boa recepção, jogadas rápidas e ágeis. O Brasil sem recepção, sem Taísa e Fabiana no meio, não funciona. Tem que arrumar esta equação.

  • Barney

    Eu acho que no o único jogo que a Carol não conseguiu bloquear de fato foi contra a Rússia, mas a minha observação é: central também é atacante e ela estava MUITO marcada desde o começo da partida.

    E não podia ser diferente: ela tava sendo o desafogo do Brasil e a Rússia sobre minar isso muito bem. Os ataques não estavam indo por cima do bloqueio toda hora não.

    Claro que contra Goncharova, Sokolova, Kosheleva e Gamova, a coisa é outra. Mas acho que ela tem uma boa leitura e isso é tão importante quanto a altura. O time italiano, japones, chines e americano não é TÃO alto assim como o russo. E ela também não vai ser titular no Brasil ainda mais com Thaísa e Fabiana. Mas ela merece ser a terceira central hoje junto com a Adenízia (que não está numa fase boa).

    Mesmo com Zariasko, Furst e Adams, Carol foi lá e saiu como melhor bloqueadora.
    Parabéns a ela e que tenha um futuro brilhante na seleção.

  • Barney

    Quanto às jogadoras altas que todo mundo tanto fala, temos algumas jogadoras de meio muito boas, como a Roberta, a Mara, a Val (que eu vejo como uma futura Thaísa), a própria Bia.

    Temos a Rosamaria e a Samara nas pontas, que precisam amadurecer. Como oposto temos a Tandara, tem a Ivna (!!!), entre outras.

    Acho que não estamos atrasados, mas o Brasil não quer arriscar perder a medalha de ouro aqui no Rio 2016 e por isso não se arrisca tanto como gostaríamos. O ZRG vai continuar com esse time até 2016 e vai mudá-lo muito pouco, não esperem ver caras muito novas.

    Quando um novo treinador entre na seleção em 2017 veremos cara novas, como aconteceu na renovação de 2005 e depois de 2009. Por enquanto, vamos seguir com a (quase) mesma geração que tem duas medalhas de ouro em Olimpíadas e duas de prata em Mundial.

    Aliás, tenho uma dúvida: o time que sedia os jogos olímpicos pode jogar a Copa do Mundo? Todo mundo fala que o Mundial é o único que falta, mas ainda não temos a CM e, se tem uma geração que tem que conquistar esse título, é essa!!!

  • Rodrigo Coimbra

    A Carol pode brigar com a Bia e a Adenizia para ser a 4º central, pois Fabiana e Thaisa são titulares mais que absoluta com a Juciely de reserva imediata!
    Já cheguei a comentar aqui sobre a atual safra de jogadoras… apos a renovação com Pri Daroit, Tandara Caixeta, Natália Zilio, Thaisa etc etc ambas da mesma seleção de base e idade, aparecem jogadoras de grande potencial mas muito baixas, caso de Gabi e Carol! Repito novamente, daqui a algum tempo vamos ser uma espécie de seleção asiática um pouco mais ofensiva, espero que eu esteja errado!!
    Podemos dizer que Gabriela e Carolina se destacaram pelo Brasil, assim como Huy e a 2 da China, como Roberths(acho q é assim) no saque para USA, a seleção alemã é a principal fora de avaliação, a maior decepção foi Rep. Dominicana, agora ninguém se destacou mais que NATHALIA MALYHK… essa sim roubou a cena, a seleção russa muito nova(talvez a mais) e com bastante força física.
    Enquanto a seleção principal do Brasil, ainda é a melhor: Sheilla, Fabiana, Fernanda Garay, Tandara, Thaisa, Dani Lins e Fabi com reservas de grande potencial Fabiola, Natália, Gabi, Pri Daroit, Camilla Brait, Jaqueline, Juciely etc etc. Sorte do ZRG por ter essas jogadoras a sua disposição, isso hoje, daqui a alguns anos quando as principais deixarem a seleção não sei!

  • Aline

    Parabéns à Carol que foi super-bem em meio à uma seleção sem passe…
    Mas a revelação desse torneio Montreux foi a incrível central alemã Stefanie Karg, nunca a tinha vista jogar no time titular da Alemanha. O técnico Giovani Guidetti promoveu sua estreia no time titular nesse torneio em Montreux. E ela logo de cara foi a SEGUNDA MAIOR PONTUADORA DA FINAL, ficando somente atrás da oposta KOZUCH.
    Por falar nisso: QUE DUPLA DE CENTRAIS!!!
    Já conhecia todo o talento da gigante CRISTIANE FURST, mas fiquei impressionada com o poder de fogo da KARG. Ela vinha pontuando bem em todas as partidas, mas nunca pensei que ela se sairia tão bem em sua primeira final pela seleção alemã.
    A Alemanha está com um arsenal muito forte, todas as atacantes sejam ponteiras ou centrais atacam com muita potência e as centrais tem um alcance de ataque e bloqueio muito alto.
    A levantadora Apitz é mais alta, boa de bloqueio, mas a Weiß é mais habilidosa e puxa mais as jogadas pelo meio, Guidetti revezou as duas na medida certa durante a partida.
    A Alemanha sobrou nesse torneio: na ansiedade da estreia começou vencendo, mas tomou a virada dos EUA, depois engrenou a quinta marcha e atropelou dominicanas, japonesas e chinesas. Na revanche da final, venceu tão fácil o primeiro set que deu um COCHILADA no segundo, deixando as americanas vencerem, levaram um puxão de orelhas tão forte do Guidetti que acordaram e voltaram atropelando as americanas como um ROLO COMPRESSOR.
    Elas estão com um saque muito forte, quebrando a recepção adversária e marcando bem no bloqueio, que se não marca ponto direto, amortece e facilita a defesa.
    Não dá p/jogar com a Alemanha sem passe na mão e jogadas de velocidade.
    Nesse torneio, com esse passe horroroso, principalmente da Dona Natália, se o Brasil cruzasse com a Alemanha também tomaria um 3×0.
    Elas estão mais fortes fisicamente também, o preparador físico alemão deve estar passando muito trabalho de fortalecimento muscular para elas, pois dá pra ver que a potência do saque e do ataque delas aumentou em relação à temporada passada.

  • daniel

    Das jovens centrais, Bia é a maior promessa, mas infelizmente pediu dispensa da seleção. Carol ganhou pontos, mas o baixo rendimento contra o alto time russo deixa uma pulga atrás da orelha. Fato é que Thaisa e Fabiana são soberanas e insubstituíveis. Vamos sofrer muito quando deixarem a seleção.

  • Afonso RJ

    Muita gente falando que o time brasileiro tem baixa estatura. Mas me parece que estão fazendo tempestade em copo d’água. Me dei ao trabalho de verificar a média de altura dos cinco primeiros do torneio de Montreux, com dados colhidos do site oficial. Senão, vejamos, em ordem crescente:
    Brasil: 182,43 – Alemanha: 183,83 – USA: 184,14 – Russia: 185,08 – China: 186,44
    Reparem:
    a) do Brasil (mais baixo) para a China (mais alto) a diferença é de mais ou menos 4 cm, o que dá por volta de dois dedos.
    b) A classificação entre os 4 primeiros ficou em ordem INVERSA de média de altura!!
    Claro que é um estudo muito tosco, entre muitas outras coisas por não levar em conta a altura por posição, mas já dá para pensar, né?
    Outras observações:
    a) a maior revelação russa, a oposta Natalia Malykh tem 187 (Jaqueline e Sheilla tem 186).
    b) Fiacam dizendo que a Gabi é baixa, anã, etc… Pois ela tem 178cm, apenas um a menos que a Fê Garay (179)!
    c) os Estados Unidos tinham tanto a a mais alta (Kimberly Hill: 193) como a mais baixa (Nicole Davis: 167)
    A altura é apenas mais um fator de diferenciação, e talvez nem o mais importante. Temos ainda a impulsão, a técnica, velocidade, potência e experiência. Entre as centrais, por exemplo, às vezes é bem melhor uma atleta um pouco mais baixa, mas rápida, com boa impulsão e leitura de jogo, do que uma gigante lenta e que quase sempre chega atrasada para compor o blocK. Claro que o melhor é ter uma alta e rápida, mas é uma combinação rara.

    Quanto ao torneio de Montreux (vi todos os jogos, apesar de nem todos na íntegra – alguns na laola1), o que mais me chamou a atenção em relação ao time brasileiro foi:
    a) A meu ver, o mais importante: Faltou volume de jogo. O time brasileiro sempre foi forte nesse quesito, às vezes até lembrando times asiáticos. Dessa vez as coberturas de ataque e bloqueio deixaram a desejar, bem como a defesa. Sem querer atribuir a ela a responsabilidade total, mas a Camila Brait joga MUITO mais que isso. Será que o casamento lhe fez mal? Ou será que fez bem DEMAIS? 🙂
    b) Como é notório, a recepção deixou a desejar. E muito. E mais uma vez aqui se aplica o comentário acima sobre a Camila Brait. Mas acho que é um ponto que ainda podemos evoluir. Não só entre as atletas individualmente, como também em convocações. Saudades de jogadoras como a nossa querida Welissa Gonzaga (Sassá), que na hora do sufoco era capaz de entrar para dar estabilidade ao passe.
    c) O saque brasileiro incomodou muito pouco. Apesar de muitas vezes bem colocado, parecia que faltava potência. Fico pensando se nossas atletas não poderiam treinar mais esse fundamento. (O saque das americanas me chamou a atenção. Incomodou muito, e a meu ver foi o principal fator que as levou ao segundo degrau do pódio).

    Finalmente: esse torneio, sem querer desmerecê-lo, é apenas uma espécie de laboratório para experimentar novos atletas. Não foi nenhuma tragédia ficarmos apenas na quinta colocação, mesmo porque foi apenas por míseros cinco pontos a menos que a Rússia, no terceiro critério de desempate. Aliás, sem querer eximir de responsabilidade a equipe brasileira, mas as russas foram beneficiadas pela tabela, pois jogaram contra a Suíça sabendo exatamente o que precisavam para se classificar, e se tivessem feito o seu dever de casa e vencido a China na primeira fase, o Brasil tinha passado fácil para as semi. E vem aí o Grand Prix, e mais tarde o Mundial, que é o que realmente interesse no momento. Aí, acho que a história vai ser outra (espero).

  • Leiga

    Apesar da premiação, ela não rende quando precisa bloquear centrais altas (de 1,90 pra cima). Ela não render contra as russas é sempre um ponto negativo, principalmente se considerar o baixo nível técnico das centrais da seleção russa B. A loira é até mais ou menos, mas a outra é terrível, ela se inclina e reduz metade do seu tamanho para atacar. Mesmo assim, Carol não conseguiu jogar contra elas…
    Por outro lado, sem dúvida, ela tem lugar para banco da seleção, pois é melhor, atualmente, que todas as demais convocadas. Todavia, Adenízia continua com a vaga de 4ª central, pois, embora não seja extraordinária, sempre rende o que é visto, de modo que dá para confiar nela, que bloqueia nas horas mais importantes.

    De resto, não aproveitaria ninguém. Monique não é jogadora de nível seleção. Andreia pode ter jogado uma boa Superliga, mas não rendeu com nenhuma das levantadoras. Talvez consiga uma outra oportunidade em outro Montreux, mas para Grand Prix e Mundial não a convocaria (e também a Michele).

    Se o Brasil tivesse se classificado para semifinal, contra os EUA o ZR teria que colocar Natália de oposto, pois seria a única a render na posição (Tandara lesionada), com Jaque e Gabi de ponteiras.

    Jaque, contra a República Dominicada, jogou bem. Contra o Japão, decepcionou, pois errou mais passe que a jovem Gabi. O ponto favorável é que, contra as duas equipes, a Jaque foi a ponteira que mais defendeu, e isto é importante (Quem não lembra da Jaque levantado o ataque da Gamova nas Olimpíadas para que Fabiana lacrasse a esperança russa de olimpíada com a sua china?).

    Natália e Ana Tiemi não foram testadas. Mas acho que isto aconteceu porque o ZR já não tinha gostado do que viu nos treinos… Não duvido, no entanto, em surpresa, com a convocação da Ana Tiemi, deixando a Fabíola outra vez pra trás. Fabíola, quando entrava, não ajuda em nada. Contra a Rússia, ela, insistindo na Andreia na jogada China, deu 23 a 21. Ana Tiemi, em todas as vezes que entrou, não prejudicou (e isto é importante).

    Tandara, apesar de sempre ficar se machucando, é a mais próxima para a vaga da Sheila, atualmente. Não há o que fazer, era visível a diferença dela em relação a Andreia e Monique.

    Apesar de estar voltando ao seu melhor jogo, sem dúvida que a Pri Daroit, Suelle e Ivna mereciam ter sido chamadas. Pri Daroit arrasou no campeonato passado, e quando entrava no Sesi, mostra que o Talmo estava muito louco por deixá-la no banco, além de ter um bloqueio pesado. Suelle é a Jaque do passado, e seria de extrema importante, principalmente se considerar o HORROR de recepção que o time apresentou. Ivna, apesar da irregularidade, quando jogava, era a oposto de definição, coisa que o Brasil não tem desde quando Mari atuava na posição.

    Podem os demais criticar, mas Natália ainda é nome certo, juntamente com Gabi. Elas seguraram o time. Natália, aliás, mostrou ainda que está no lugar errado, pois deveria ainda continuar como oposto. Era visível que nas bolas mais difíceis ela virava. Tipo de jogada que a levantadora empurra para a oposto. Se Sheila não jogar, e Tandara se machucar (já virou coisa comum, nunca vi algo assim…), o ZR tem como usar a Natália como oposto (voltou a saltar muito!), e não duvido que renda mais do que as duas anteriores.

    Camila Brait não jogou o que sabe, não sei se a má fase do Osasco a perseguiu. Mas não fez um bom torneio, não conseguia defender bolas fáceis e ainda errava recepção. É sempre chamada de sucessora da Fabi, mas deste jeito vai naufragar na promessa.

    Apesar do 5º lugar, o saldo foi positivo. O pessoal tava comentando que Gabi jogava mais com o ZR, mas a constatação é equivocada. Ela joga mais com DANI LINS. Jogar bem com a levantadora titular já lhe dá pontos para conseguir a vaga de ponteiro titular, pois é indiscutível que a outra é da Garay. ZR que vai bater a cabeça para escolher entre Natália e Gabi, porque ele não vai fazer que nem o Bernadinho fez com o Murilo, colocando a Jaque na pressão.

    • Edu

      Eu também fiquei cismado com a insistência das jogadas de china com a Andreia.Quando eu escuto ,por parte do ZRG, orientando a Fabíola “tenta mais a jogada de china com a Andreia que é mais eficiente”. Pode ter dado bem certo nos treinamentos.Ouvindo a recomendação.

      • Leiga

        Pior, ele disse isto depois dos dois tocos. Aff. Que ódio disto.

    • Luiz Henrique

      Correção: O ataque que a Jaque defendeu naquele jogo contra a Rússia, em Londres, foi da Goncharova (que, na minha opinião, jogou mais que a Gamova naquele jogo).

      • Leiga

        Valeu pela correção. Realmente foi Goncharova.

        • Daniel_Sam

          Não querendo me meter, mas para fazer a “CORREÇÃO CORRETA” , o ponto que a jaque defendeu foi convertido pela Sheila vindo pelo meio-fundo(em um dos match points salvos), e o ponto que culminou na china cravada da Fabizona foi todo construído pela FERNANDA GARAY, que sacou e quebrou a recepção russa, elas nem puderam atacar, apenas passaram no manchetão, foi onde a própria Garay entrou na bola e fez a recepção de toque, a bola veio nas mãos da Dani Lins e aí vcs já sabem…

          Mas a Jaque defendeu muito durante todo o jogo e virou bolas quando foi acionada , não tomou tocos e enfim… Todas jogaram bem, mas o último ponto foi da forma que mencionei acima, podem ir ao Youtube e assistir, vcs vão ver.

  • ALINE

    Parabéns à Carol que ganhou o prêmio de melhor bloqueadora do VOLLEY MASTERS, foi super-bem em meio à uma seleção sem passe…
    Mas a revelação desse torneio Montreux foi a incrível central alemã Stefanie Karg, nunca a tinha vista jogar no time titular da Alemanha. O técnico Giovani Guidetti promoveu sua estreia no time titular nesse torneio em Montreux. E ela logo de cara foi a SEGUNDA MAIOR PONTUADORA DA FINAL, ficando somente atrás da oposta KOZUCH. Por falar nisso: QUE DUPLA DE CENTRAIS!!! Já conhecia todo o talento da gigante CRISTIANE FURST, mas fiquei impressionada com o poder de fogo da KARG. Ela vinha pontuando bem em todas as partidas, mas nunca pensei que ela se sairia tão bem em sua primeira final pela seleção alemã. A Alemanha está com um arsenal muito forte, todas as atacantes sejam ponteiras ou centrais atacam com muita potência e as centrais tem um alcance de ataque e bloqueio muito alto. A levantadora Apitz é mais alta, boa de bloqueio, mas a Weiß é mais habilidosa e puxa mais as jogadas pelo meio, Guidetti revezou as duas na medida certa durante a partida. A Alemanha sobrou nesse torneio: na ansiedade da estreia começou vencendo, mas tomou a virada dos EUA, depois engrenou a quinta marcha e atropelou dominicanas, japonesas e chinesas. Na revanche da final, venceu tão fácil o primeiro set que deu um COCHILADA no segundo, deixando as americanas vencerem, levaram um puxão de orelhas tão forte do Guidetti que acordaram e voltaram atropelando as americanas como um ROLO COMPRESSOR. Elas estão com um saque muito forte, quebrando a recepção adversária e marcando bem no bloqueio, que se não marca ponto direto, amortece e facilita a defesa. Não dá p/jogar com a Alemanha sem passe na mão e jogadas de velocidade. Nesse torneio, com esse passe horroroso, principalmente da Dona Natália, se o Brasil cruzasse com a Alemanha também tomaria um 3×0. Elas estão mais fortes fisicamente também, o preparador físico alemão deve estar passando muito trabalho de fortalecimento muscular para elas, pois dá pra ver que a potência do saque e do ataque delas aumentou em relação à temporada passada.

  • César Castro

    Hj a galera tá inspirada, comentários muito bons mesmo.
    Achei um pouco de azar no torneio. Uma única derrota por 3X2 e a gente despenca de uma possível título pra um quinto lugar.
    Vi hj a final do torneio e não vi nada demais. A Alemanha tá completinha e muito bem fisicamente. Acho que é a primeira vez que ganham alguma coisa. No entanto nada de novo sob o sol de Vaud, só as velhas conhecidas, exceção à Karg (27 anos – por onde andou????).
    Os EUA jogaram com uma formação com a Richards de oposto. Muito volume de jogo, uma central que eu nunca tinha visto de 1.88 (Adams), a Hill e a Robinson (?) nas pontas, a Thompson (reserva da Karine?) armando e a Davis. Falta ali poder de definição, mas faltam chegar a Larson, a Akirandewo e a Hooker (?). A Harmotto esteve por lá, mas o Kirally quer mesmo é testar gente (e haja paciência, pq não levou nada ainda desde o começo do ciclo). Se reintegrar as titulares de Londres, vai brigar pelo título mundial de certeza.
    O Brasil com a volta das galácticas é outra história, todo mundo sabe disso. E não nos enganemos, essas moças que jogaram o torneio podem muito mais do que demonstraram. Fico é rindo quando o povo pede a Natália fora da seleção (sabe de nada, inocente) e diz que a Tandara não rende na seleção (sabe de nada, inocente). Pra mim, é Brasil, EUA e Rússia, a quarta força sendo disputada entre Itália, China e Sérvia e over.

    • Rodrigo Coimbra

      Incluiria Bulgária e caso as jogadoras cubanas voltem a seleção incluiria Cuba tbm, ambas com chances de título. A Sérvia só não tem passe, mas talvez o ataque seja a melhor de tds as seleções!

    • Edu

      Os EUA tem mais de sessenta equipes de vólei feminino universitário disputando o campeonato interno.Essa é a fonte que se extrai os valores individuais para o trabalho com a seleção americana.Os EUA não se importam com os campeonatos mundiais.A importância se da apenas a Olimpíada já que o trabalho das seleções é mantido pelo comitê olímpico americano e para obter mais recursos é preciso estabelecer as metas de medalhas.Depois de Londres e com a preferencia em relação ao Kirally em detrimento a outra auxiliar técnica – que parecia ter mais iniciativa nos tempos técnicos em Londres – foi estabelecido uma nova meta olímpica.Recomeçar do zero, com mais jovens jogadoras e evoluir um trabalho de quatro anos visando o RJ. Por isso a chance da antiga geração voltar a ser convocada é pequena ou nenhuma.Ela completou seus oito anos de ciclo iniciada com a Lang Ping e se encerrou em 2012.Porém , lhe credito que a antiga parece ser mais talentosa que essa.

  • Paula Cerqueira

    Carol precisa ser treinada para jogar como OPOSTA ou Ponteria (oposta acho q seria mais fácil para ela). Pq a Baixa estatura dela compromete o próprio jogo dela. Ela tem um bom tempo de bloqueio fato. Mas, contra times altos ela só leva toco.

  • Edu

    Entrou bem e foi aprovada, nessa primeira fase.Foi levada para Montreux uma seleção considerada baixa na média da estatura mundial do vólei feminino de elite.A receita para ter sucesso contra as equipes mais altas,como a chinesa e a russa, é necessário defender como as asiáticas e não desperdiçar contra-ataques como as seleções do leste europeu.Infelizmente a seleção não conseguiu nem uma coisa e nem outra em Montreux.Vive uma fase de reciclagem.Um grupo palidamente remontado que foi o vencedor na ultimas duas olimpíadas.Na primeira, de cabo a rabo.Na segunda,um grupo fragmentado entre as que consideravam donas da posição em 2008 e não já o confirmavam na quadra.As que se indignaram com os critérios dos cortes e tinham profundas dificuldades de comunicação com a comissão técnica.E o terceiro, o menor, que apoiou de forma irrestrita o ZRG nas reuniões internas entre o grupo.Depois de Londres se projetava recomeçar tudo do zero, como faz o Karch Kiraly atualmente na seleção americana e visando apenas o ciclo olímpico. Porém, a pressão da CBV por resultados a curto prazo impediram essa expectativa de mudança.A base parece que não tem colaborado e não ganha nada de prestigio há pelo menos três anos.

  • César Castro

    # Hj a galera tá inspirada, comentários muito bons mesmo.
    Achei um pouco de azar no torneio. Uma única derrota por 3X2 e a gente despenca de uma possível título pra um quinto lugar.
    Vi hj a final do torneio e não vi nada demais. A Alemanha tá completinha e muito bem fisicamente. Acho que é a primeira vez que ganham alguma coisa. No entanto nada de novo sob o sol de Vaud, só as velhas conhecidas, exceção à Karg (27 anos – por onde andou????).
    Os EUA jogaram com uma formação com a Richards de oposto. Muito volume de jogo, uma central que eu nunca tinha visto de 1.88 (Adams), a Hill e a Robinson (?) nas pontas, a Thompson (reserva da Karine?) armando e a Davis. Falta ali poder de definição, mas faltam chegar a Larson, a Akirandewo e a Hooker (?). A Harmotto esteve por lá, mas o Kirally quer mesmo é testar gente (e haja paciência, pq não levou nada ainda desde o começo do ciclo). Se reintegrar as titulares de Londres, vai brigar pelo título mundial de certeza.
    O Brasil com a volta das galácticas é outra história, todo mundo sabe disso. E não nos enganemos, essas moças que jogaram o torneio podem muito mais do que demonstraram. Fico é rindo quando o povo pede a Natália fora da seleção (sabe de nada, inocente) e diz que a Tandara não rende na seleção (sabe de nada, inocente). Pra mim, é Brasil, EUA e Rússia, a quarta força sendo disputada entre Itália, China e Sérvia e over.

  • Matheus

    Torneio decepcionante , Zé Roberto muito incoerente levando Dani Lins pra jogad um Montreux ?
    Ela já se firmou nessa seleção faz tempo !
    Tandara e Natália até quando ?!
    A primeira ainda até se salva,
    mas a Natalia , desde 2010 que não há vejo jogar em alto nível,
    e pelo amor , erA um torneio para teste , cade Andreia, Tiemi , Leia, ?!
    Cade a convocação da Suelle , Ivna, Bia, Samara ?
    Ou melhor cade o futuro da seleção,

    Sheilla , Fabiana , Jaqueline e Fabi não são eternas !!!

    • Roberto

      Brait até quando?

  • Aline

    A unica substituta A ALTURA DE FABIANA E DE THAISA e a novata BIA que fez uma espetacular Superliga pelo SESI e foi uma das unicas q conseguiu bloquear as RUSSAS no Mundial de Clubes.
    Por problemas particulares BIA pediu dispensa da selecao.
    Mas ate agora, somente BIA esta no nivel das TORRES GEMEAS.
    Gosto muito da Juciely, mas nao sei pq nao foi convocada???

  • cesinha

    a meu ver a BIA que vcs tanto falam se tivesse a velocidade e o bom posicionamento da carol d jucyli e ate da adenizia ate poderia suprir a fabizona ou thaisa mas me desculpem falta muito ainda as tres citadas acima estao muito na frente dela e jogadora de clube e olhe la mas para um tecnico que convoca natalia martins tudo pode acontecer

  • Lilika

    Carol é boa sim…mas acho que colocam muito “oba-oba” em cima dela, o torneio não se exigiu tanto assim para colocar no patamar das titulares Thaisa e Fabiana, pela exceção da campeã Alemanha e República Dominicana completas acho, as outras seleções incluindo a nossa estavam com um time B…porém creio que esteja no caminho certo, a concorrência não é tão grande no banco se formos analisar as opções principais…é torcer para que melhore cada vez mais…

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