O caminho é bom para o Brasil até a página 2



Pausa nas férias para notícia importante. A Federação Internacional de Vôlei confirmou hoje os grupos do torneio olímpico feminino, sem sorteio, na divisão pelo ranking mundial. E percebi uma certa empolgação dos torcedores brasileiros nas redes sociais. Eu diria que eles realmente podem comemorar o nível da primeira fase, mas devem estar se esquecendo dos cruzamentos nas quartas.

Vamos por partes. O Brasil, atual bicampeão olímpico, está no Grupo A ao lado de Rússia, Japão, Coreia, Argentina e Camarões. A comemoração é até certa ponto lógica, já que o time de José Roberto Guimarães não terá nenhuma dificuldade para avançar. Russas, japonesas e coreanas devem completar o quarteto que avançará para as quartas de final, com as argentinas precisando jogar muito em um dos duelos com as asiáticas para sonhar com a quarta vaga. As camaronesas já estão satisfeitas com a vaga olímpica conquistada e já estarão felizes com vitória em um set contra qualquer rival.

As campeãs olímpicas em Londres (Divulgação)

As campeãs olímpicas em Londres (Divulgação)

E aí vem o perigo. Do outro lado estarão Estados Unidos, China, Sérvia, Holanda, Itália e Porto Rico. As americanas possuem o melhor time do mundo na atualidade, na minha modesta opinião o time a ser batido no Rio, enquanto chinesas, sérvias, italianas e holandesas são candidatas ao pódio. Nenhuma delas pode ser descartada da briga por medalhas, sendo que as asiáticas estão um pouco acima das demais. Ou seja: o duelo do Brasil nas quartas de final não será nada fácil.

Os confrontos de quartas de final costumam ser os mais tensos dos Jogos. Um time pode fazer uma campanha perfeita na primeira fase, ter uma tarde/noite ruim na primeira fase eliminatória e sair da Olimpíada sem medalha.  Ou sair em quarto na etapa anterior e renascer com uma partidaça nas quartas. Já viram esse filme, né?

 

 

 



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