O plantão médico brasileiro versus a pressão polonesa



Espero um jogo dificílimo para o Brasil na abertura da terceira fase do Mundial, diante da Polônia, em Lodz.

Enfrentar os donos da casa em um momento decisivo sempre é uma tarefa indigesta, ainda mais quando seu principal passador corre risco de não atuar.

Segundo o médico Álvaro Chamecki, Murilo sofreu mesmo um estiramento e fará um teste antes da partida para saber se tem condições de jogo. Notícia pra lá de preocupante, levando-se em conta sua importância no sistema de passe e também sua eficiência no bloqueio.

Mesmo sendo pouco acionado no ataque neste Mundial, o camisa 8 é peça-chave no time por executar quase que com perfeição uma função que o Brasil já teve Nalbert, Giba, Dante, mas atualmente sofre com a reposição. Chupita, que dá outro ritmo no saque e contagia a equipe com vibração, é a opção que resta ao técnico  Bernardinho.

Já Wallace melhorou da torção no tornozelo e Sidão também está bem. Pelo jeito, devem atuar, ainda que longe da condição física ideal. Hora e vez para a força do grupo, que já foi a marca registrada desta Seleção e que tem reaparecido em vários momentos, principalmente com Leandro Vissotto e Rapha nas inversões na Polônia.

Por fim, a provável ausência de Murilo fará com que os poloneses partam para cima no saque, com Wlazly & Cia., sabendo que esta arma pode ser decisiva para um darem um tremendo passo rumo à semifinal. Eles, que já foram cotados como favoritos ao ouro olímpico em 2012 e agora buscam retomar um lugar entre os tops do vôlei da atualidade após uma série de decepções, certamente estão pensando que não existe momento melhor para bater os atuais tricampeões do mundo.  Será que terão força mental para aguentar tal pressão que todo um país os coloca?

 



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