O peso da vitória do Rexona sobre o Molico/Osasco



O líder Rexona-Ades venceu o instável Molico/Osasco, por 3 sets a 2, pela penúltima rodada da fase de classificação da Superliga feminina, e manteve a invencibilidade.

Seria um lead óbvio para o texto sobre o clássico realizado nesta terça-feira. Mas o triunfo das cariocas, no tie-break, vai muito além disso.

O Rexona-Ades conquistou a vitória abrindo mão de escalar alguns dos pilares do time. É um golpe psicológico até mais forte do que o ponto ganho ou o ponto perdido na classificação. Natália foi poupada, repetindo o acontecido na rodada anterior. Regiane foi substituta e terminou o duelo com 17 pontos. Fofão jogou apenas dois sets no dia do aniversário de 45 anos. Bruna jogou três dos cinco sets. E Bernardinho deixou em quadra Roberta (que deu conta do recado) e a jovem Drussylla, responsável por abrir vantagem com bons saques no tie-break. Enquanto isso, com sua força máxima (Mari, que é reserva, ficou fora por dores no joelho), o Molico irritou o torcedor com erros capitais em momentos-chave do jogo. Vamos ficar apenas com o quinto set: Carcaces isolou bola no ataque, Dani Lins errou levantamento, Ivna fez golpe de vista e deu ponto de graça, Diana entrou para sacar e também falhou, Aline, outra que entrou na inversão de 5-1, deu dois toques, Gabi entrou para receber e errou um passe… Some tudo isso e tenha o resultado final.

Atuações que servem como aprendizado para os dois lados. O Rexona, apenas com o Sesi a enfrentar antes dos playoffs, está confiante, invicto e dando rodagem para as reservas. O Molico, pressionado e ainda brigando com o Camponesa/Minas para segurar o terceiro lugar, vê titulares ainda devendo e reservas inseguras. A notícia boa foi ver a mudança no comportamento de Thaisa, maior pontuadora do clássico com 24 pontos. Vamos ver como isso vai impactar nos playoffs que estão chegando.



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