O ouro bateu na trave no Pan



O Brasil teve 2 sets a 1, além de 12 a 6 no quarto set. A medalha de ouro no Pan-Americano esteve bem próxima, mas escapou no tie-break.

A Argentina, com sua força máxima, viu Luciano de Cecco e Facundo Conte, os dois astros desta geração, assumirem a responsabilidade, conseguindo uma virada que parecia impossível. Uma lição para alguns jogadores que já poderiam estar em um outro patamar no cenário internacional, como o oposto Renan e o ponta Maurício Borges.

Para eles, o Pan serve como uma sobrevida. O gigante de 2,17m até viveu bons momentos em Toronto, sendo o maior pontuador do time e tendo um aproveitamento superior a 50% no ataque. Seu problema atualmente é ter como concorrentes Wallace, Leandro Vissotto e Evandro. Difícil imaginar Renan furando essa fila até a Rio-2016.

No caso de Maurício, capitão da Seleção no Pan, a competição talvez sirva como recomeço. Ele é o jogador desta equipe com maior histórico recente na Seleção principal. Já viveu fases bem melhores e poderia ter um lugar cativo entre os pontas do time A, tendo em vista a atual carência do setor.

Por fim, uma menção honrosa para o momento de Thiago Brendle. O líbero tem jogo para brigar atualmente com Mário Júnior pelo posto de líbero reserva da Seleção A.

Entre os mais novos, o ponta Douglas é quem tem o maior potencial. Já teve uma chance no elenco principal na última Liga, mas precisa de rodagem. E digo isso também no cenário local, na Superliga. Ele precisa jogar. Só assim poderia se transformar em realidade, não apenas uma aposta de futuro.

 



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