O local da final da Superliga feminina



Tudo se encaminha para a definição da Arena HSBC, no Rio de Janeiro, como local da final da Superliga feminina, no próximo dia 26 (atenção, a data já havia mudado, saindo do dia 19), às 10h.

O anúncio deverá acontecer após a confirmação do segundo finalista (Molico/Osasco ou Sesi), permitindo as últimas tratativas da CBV com os responsáveis pelo ginásio.

Construída para o Pan de 2007 e repassada para a iniciativa privada na sequência, a Arena HSBC (ou Arena da Barra para quem não cita nome da empresa) também será usada na Rio-2016 (competições de ginástica) e passará por “obras de adequação” a partir do fim do ano. Segundo o site oficial, a instalação pode receber até 18 mil pessoas, tendo 13.268 lugares fixos.

O Rexona-Ades, já garantido na decisão e mandante por ter a melhor campanha, ainda não recebeu da CBV a confirmação da Arena HSBC como sede da final, me confirmou por telefone Harry Bollmann, supervisor do time. Ele aguarda o OK e o detalhamento da agenda de treinamentos no local. Vale lembrar que a Arena HSBC não costuma ser usada para jogos de vôlei e os times não tem “referências” do local, como gostam de dizer os levantadores.

O Maracanãzinho,  que será palco do vôlei na Olimpíada de 2016 e já recebeu outras finais e jogos importantes do Rexona em outras temporadas, era a opção mais óbvia para a final. Mas, na atual Superliga, o Rexona não atuou no local por não acertar os valores de aluguel com a concessionária que cuida do Complexo do Maracanã. E olha que o time chegou a ficar “desalojado”, no fim de 2014, quando o Ginásio do Tijuca foi interditado. Além disso, o Maracanãzinho está reservado no fim de semana do dia 26 para outro evento.

 



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