O jogo que não deveria ter acabado com um erro



– Ah, queria que o jogo não acabasse.

Foi a frase de Thiago, meu filho de 7 anos, que acompanhava comigo o fim do tie-break de Brasil Kirin x Funvic/Taubaté, já entrando na madrugada de sábado para domingo. O “espertinho” queria enrolar o pai mais um pouco antes de dormir.

A minha frase, como comentarista, seria:

– Ah, queria que o jogo, ou melhor, o fantástico tie-break, acabasse sem um erro da arbitragem.

Para quem não viu, o 21-19 a favor do campeão paulista foi marcado em uma bola fora, que a arbitragem não viu. O bloqueio de Chupita passou longe da linha. Ele comemorou efusivamente e a dupla de árbitros, além dos bandeirinhas, não viu que a fora saiu.

Faltou o desafio eletrônico, ou a tecnologia, ou o videocheck, chamem como quiser. Faltou fazer justiça ao jogão que aconteceu no tie-break. Foram vários match points desperdiçados por ambos os lados. Ataques para fora, que pararam no bloqueio, que foram defendidos e viraram contra-ataques. Os dois times fizeram um fim de partida dos mais emocionantes.

E poderia ter sido um tie-break ainda melhor com o auxílio externo para o olho humano do árbitro, que, principalmente no masculino, não acompanha mais a velocidade do jogo.

 



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