O jogaço que reforça a urgência do uso da tecnologia no vôlei



RJX e Sesi fizeram um dos melhores jogos da Superliga masculina até agora. E, por muito pouco, o resultado não foi decidido pelos erros da arbitragem.

A partida vencida pelos paulistas por 3 a 2, de virada, serve como um ótimo exemplo para a CBV agilizar o processo de decisão e implantação da ajuda tecnológica aos árbitros. Ninguém aqui questiona a honestidade de A, B ou C na arbitragem. Simplesmente o olhar humano precisa do auxílio e da precisão da máquina para tomar algumas decisões.

Em post recente, falei de alguns testes feitos pela entidade. Existem preços, preferências, dificuldades… Mas talvez a solução esteja muito perto da CBV. A transmissão da Rede Globo tirou a dúvida de todos os lances difíceis e capitais do duelo. A tal lupa, zoom ou supercâmera, como preferirem, comprovou se bolas foram dentro ou fora, se tocaram no bloqueio ou se o jogador tocou na rede. 

Se os árbitros tivessem como ver os replays, várias decisões seriam diferentes, principalmente as do quarto set. Naquele momento, com o RJX vencendo por 2 sets a 1, dois erros transformaram a vantagem de 23 a 21 do Sesi em igualdade. Numa delas Thiago Sens bateu na parte de cima da rede e no outro Lorena explorou a mão de Thiago Alves, que tentava bloquear. Os árbitros não viram o toque na rede e apontaram o ataque do oposto como diretamente para fora. Os erros poderiam ter feito o time da casa fechar por 3 a 1. E imagino o tamanho das reclamações (justas) do Sesi neste momento.

O jogo de hoje também derrubou outra tese dos contrários à implantação da tecnologia. A transmissão da Globo precisou de apenas alguns segundos para colocar os replays no ar e tirar as dúvidas. E assim fica comprovado de que não haveria um atraso gigantesco, algo que fizesse a partida se alongar muito mais do que o normal.

Depois volto ao blog para falar do jogo em si, que teve vários personagens importantes: Everaldo, Lucão, Murilo, Lorena, Paulo Vitor…



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