O fim do ranking na Superliga masculina



Uma reunião entre clubes, CBV e comissão de atletas sacramentou, nesta terça-feira, o fim do ranking para a próxima Superliga Cimed masculina.

A decisão já havia sido tomada no início do mês, quando os clubes discutiram o tema em trocas de email e já haviam anunciada a maioria pela extinção. Faltava referendá-la, com todos presentes, além dos dirigentes da Confederação.

Participaram da votação representantes do Sada/Cruzeiro, Sesc, Sesi, EMS/Taubaté, Minas, Corinthians/Guarulhos, Vôlei Renata, Lebes/Canoas, Montes Claros e Ponta Grossa/Caramuru (por procuração), além do presidente da Comissão de Atletas, André Heller. E o placar da votação foi: oito votos a favor do fim do ranking e três contra.

Há três semanas, a diferença era de apenas um voto a favor da extinção: seis a cinco. Na ocasião, escrevi uma coluna sobre a divisão de opiniões sobre o tema.

Wallace e Lucarelli eram dois dos atletas com pontuação máxima (Divulgação)

Nas redes sociais, as primeiras comemorações aconteceram. Representante de Canoas na votação, o campeão olímpico e mundial Gustavo Endres vibrou:

A postagem foi festejada por Nalbert, companheiro de Gustavo por tantos anos na Seleção, e atualmente comentarista do SporTV.

No feminino, os clubes decidiram manter o ranqueamento apenas para as jogadoras de sete pontos, as tops, limitando a presença de duas delas por time na temporada 2018/2019.

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