O feito do Itambé/Minas na temporada é gigantesco



No futuro, os livros de história terão um capítulo especial sobre a temporada 2018/2019 do Itambé/Minas.

Mais do que o fim do tabu de 17 anos na Superliga feminina, o time comandado por Stefano Lavarini teve uma campanha quase perfeita, chegando nas cinco finais possíveis e faturando quatro títulos. Até o vice-campeonato mundial diante do poderoso Vakifbank não teve sabor amargo de uma derrota.

Do planejamento à execução, tudo deu certo. O alto investimento da diretoria em Natália e Gabi mostrou-se ousado e certeiro. O estilo veloz e ousada da levantadora Macris casou perfeitamente com o modelo de jogo de Lavarini. O trabalho físico e médico especial com Carol Gattaz, Natália e até Gabi permitiu que elas atuassem em alto nível sem “estourar”. A central Mayany foi revelada ao mundo, enquanto Bruna Honório, Mara e Léia tiveram parcelas consideráveis de contribuição em diferentes momentos da temporada.

Com engrenagens tão azeitadas, as conquistas do Mineiro, da Copa Brasil, do Sul-Americano e da Superliga mostraram, uma a uma, que não tinha para ninguém. De quebra, para o torcedor, vencer o arquirrival Dentil/Praia Clube em todas as decisões dá um sabor ainda melhor.

Comemoração do Minas na decisão (Gaspar Nóbrega/Inovafoto)

É para comemorar e muito!

E nas páginas escritas nos livros de história ficarão as saudades. Esse Minas acima precisará ser reconstruído no próximo ano. Sem Lavarini, sem Natália, sem Gabi, sem Mayany, sem o assistente técnico Duda… Baixas pesadíssimas e com reposição muito difícil. Mas o momento não é para pensar no futuro, pois o presente precisa ser festejado como nunca.



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