O estranho estilo cubano



Cuba é quase uma unanimidade no cenário mundial.  Um celeiro de novos talentos, jogadores sempre fortes fisicamente, com extrema habilidade, candidatos a um lugar no pódio neste Mundial da Itália, mas com uma cabeça muito fraca.

Ao vivo é mais fácil compreender a última parte da definição dos caribenhos. Falta concentração, um certo compromisso com a vitória, jogo parece treino, Campeonato Mundial parece amistoso.  Dão a entender que irão vencer quando quiserem,  apenas graças ao talento. Para que ser disciplinado taticamente?

Contra a Espanha, sofreram, mas venceram no tie-break. Contra a Tunísia, por mais que se “esforçassem” seria impossível perder.  O Brasil é que gostam de enfrentar os grandes. Mudam a postura, passam a provocar, jogam com sangue com olhos, como alguns definem o estilo mais aguerrido. Azar no Brasil nesta segunda. Pelo menos, promessa de um jogão, o melhor até aqui do Grupo B.



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