O estrago que a nova pontuação faz. É justo?



Sesi – 4 vitórias e 4 derrotas = terceiro lugar com 15 pontos

Vivo/Minas – 4 vitórias e 4 derrotas = sétimo lugar com 10 pontos

A implantação da pontuação que premia as derrotas no tie-break cria situações até certo ponto inusitadas no vôlei moderno.

A situação de Sesi e Vivo/Minas na Superliga masculina prova isso. Número de vitórias e derrotas igual, mas cinco pontos e quatro posições de diferença. É muita coisa.

Os paulistas perderam três vezes no tie-break e somaram três pontos nas derrotas. Por sua vez, nenhuma das quatro vitórias aconteceu no quinto set, fazendo com que todas valessem três pontos. Já os mineiros ganharam duas vezes no set desempate (faturando dois pontos em cada) e não levaram o jogo para o tie-break em nenhuma das derrotas.

Sinceramente, eu não vejo motivo para premiar quem perde uma partida. Não consigo achar sentido esportivo, já que lutar até o fim por uma vitória não é mais do que a obrigação.

Ao comparar a situação do Sesi com a do Medley/Campinas, tenho mais certeza ainda de que a pontuação atual não é a ideal. O time comandado por Marcos Pacheco ganhou seis dos oito jogos, mas está em quarto, atrás do Sesi, com 14 pontos. A explicação: quatro triunfos campineiros aconteceram no tie-break.

A classificação, então, não premia quem vence mais, mas quem vence “melhor”.

Nunca havia colocado isso em discussão no blog. Qual a opinião de vocês?



MaisRecentes

Fernanda Tomé é novidade em nova lista para o Mundial



Continue Lendo

Vaivém: Mais uma estrangeira na próxima Superliga



Continue Lendo

Simon veste camisa do Civitanova. Vem novela judicial aí!



Continue Lendo