O esperado



Não esperem uma análise do óbvio 3 a 0 do Brasil sobre a Tunísia.

Contra o adversário mais fraco do grupo, este texto seria profundamente analítico caso alguma das parciais tivesse sido apertada. Mas a Seleção cumpriu sua obrigação e não deu qualquer chance para os africanos, fechando em 25-18, 25-10 e 25-17.

Mamão com acúçar, fácil como tirar doce de criança, molezinha… Escolha a forma que define melhor um confronto deste nível.

Em jogos assim, o maior elogio que se faz a um time é que ele conseguiu manter a concentração e não deixou o franco-atirador querer tirar uma casquinha. E isso o favorito Brasil fez.

Lucarelli, um dos titulares que atuou o jogo todo, foi o maior pontuador com 12 acertos (7 de ataque – quase 50% de aproveitamento -, três no saque e dois no bloqueio). Bernardinho poupou Sidão, com o reserva Eder marcando nove vezes. Renan, que entrou na inversão do 5-1 como oposto no segundo set (Vissotto ficou fora da lista dos 12), voltou com central no terceiro. É para esta função que Bernardinho o levou para a Polônia.  E é pelo meio da rede que se prova como o jogo foi fácil. Somados, Lucão e Eder receberam 14 bolas, colocando 12 no chão. Em todo o duelo, a Tunísia parou o ataque brasileiro no bloqueio apenas duas vezes, número pífio para um jogo de nível internacional.

Na sexta-feira, diante da Finlândia, às 15h15, o Brasil poderá deixar a classificação para a próxima fase bem encaminhada. Como soma seis pontos e enfrentará o vice-líder, que soma cinco, a Seleção já poderá abrir “uma rodada” de frente faltando apenas mais dois jogos na sequência. Como esperado antes de a bola rolar, o Grupo B não coloca medo nos atuais tricampeões, servindo como um treinamento de luxo para a segunda fase.



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