O eletrizante 3 a 2 da Seleção feminina no Pan



Para quem gosta de um jogo de vôlei com alternativas o duelo entre Brasil x Estados Unidos, que avançou pelo início desta madrugada, pelo encerramento da primeira fase do Pan de Toronto, foi um prato cheio.

A vitória por 3 a 2 garantiu o time comandado por José Roberto Guimarães nas semifinais, ao lado da República Dominicana. As americanas brigaram pelas últimas duas vagas restante na disputa por medalhas com Cuba, Argentina e Porto Rico.

Block brasileiro em Toronto (William Lucas/Divulgação CBV)

Block brasileiro em Toronto (William Lucas/Divulgação CBV)

Sem Jaqueline, poupada após sentir dores lombares, o Brasil começou o jogo com Mari Paraíba como titular, ao lado de Macris, Joycinha, Fernanda Garay, Adenízia, Angélica e Camila Brait. Mas quase todo o banco de reservas teve, em algum momento, participação importante na vitória. Mas destaco uma delas: Rosamaria.

Ela entrou em quadra para tentar resolver o maior problema da Seleção: a virada de bola. E, no começo, parecia que não conseguiria evitar a vitória americana, que chegou a ter 2 a 1 e um certo controle das ações. Mas, aos poucos, Rosamaria ganhou confiança, começou a pontuar em momentos importantes e foi crescendo. Mas o curioso é que o triunfo foi garantido, no tie-break, quando Zé Roberto tirou Rosa e Macris, invertendo o 5-1 com Ana Tiemi no saque e Joycinha na rede. A oposto, que vinha mal no jogo, marcou três pontos de bloqueio na reta final da última parcial, sendo decisiva para a vitória.

Vale ressaltar que a condição de reserva de Sheilla é a vaga “mais aberta” da Seleção atualmente. Com a gravidez de Tandara, o espaço está aberto. Joycinha vem sendo testada, mas ainda não convenceu. Monique vai atuar nas finais do Grand Prix, Natalia é uma opção caso Zé queira abrir espaço para mais uma ponteira na lista…

Destaco ainda a coragem que Macris vem conquistando no decorrer da campanha, a solidez de Mari Paraíba no passe e também a quantidade de defesas que o time fez durante o jogo, principalmente com Camila Brait. Barbara foi outro que entrou bem no jogo no block, mas deixou a desejar no ataque.

No geral, a jogadora mais regular do time no Pan vem sendo a central Adenízia, com 19 pontos. Ela já havia sido a maior pontuadora também na estreia contra Porto Rico. Atuações que só provam que Zé Roberto terá dor de cabeça boa para definir as centrais que jogarão a Olimpíada, visto que Fabiana e Thaisa são incontestáveis, enquanto Carol e Juciely vêm se destacando no Grand Prix.



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