O eletrizante 3 a 2 da Seleção feminina no Pan



Para quem gosta de um jogo de vôlei com alternativas o duelo entre Brasil x Estados Unidos, que avançou pelo início desta madrugada, pelo encerramento da primeira fase do Pan de Toronto, foi um prato cheio.

A vitória por 3 a 2 garantiu o time comandado por José Roberto Guimarães nas semifinais, ao lado da República Dominicana. As americanas brigaram pelas últimas duas vagas restante na disputa por medalhas com Cuba, Argentina e Porto Rico.

Block brasileiro em Toronto (William Lucas/Divulgação CBV)

Block brasileiro em Toronto (William Lucas/Divulgação CBV)

Sem Jaqueline, poupada após sentir dores lombares, o Brasil começou o jogo com Mari Paraíba como titular, ao lado de Macris, Joycinha, Fernanda Garay, Adenízia, Angélica e Camila Brait. Mas quase todo o banco de reservas teve, em algum momento, participação importante na vitória. Mas destaco uma delas: Rosamaria.

Ela entrou em quadra para tentar resolver o maior problema da Seleção: a virada de bola. E, no começo, parecia que não conseguiria evitar a vitória americana, que chegou a ter 2 a 1 e um certo controle das ações. Mas, aos poucos, Rosamaria ganhou confiança, começou a pontuar em momentos importantes e foi crescendo. Mas o curioso é que o triunfo foi garantido, no tie-break, quando Zé Roberto tirou Rosa e Macris, invertendo o 5-1 com Ana Tiemi no saque e Joycinha na rede. A oposto, que vinha mal no jogo, marcou três pontos de bloqueio na reta final da última parcial, sendo decisiva para a vitória.

Vale ressaltar que a condição de reserva de Sheilla é a vaga “mais aberta” da Seleção atualmente. Com a gravidez de Tandara, o espaço está aberto. Joycinha vem sendo testada, mas ainda não convenceu. Monique vai atuar nas finais do Grand Prix, Natalia é uma opção caso Zé queira abrir espaço para mais uma ponteira na lista…

Destaco ainda a coragem que Macris vem conquistando no decorrer da campanha, a solidez de Mari Paraíba no passe e também a quantidade de defesas que o time fez durante o jogo, principalmente com Camila Brait. Barbara foi outro que entrou bem no jogo no block, mas deixou a desejar no ataque.

No geral, a jogadora mais regular do time no Pan vem sendo a central Adenízia, com 19 pontos. Ela já havia sido a maior pontuadora também na estreia contra Porto Rico. Atuações que só provam que Zé Roberto terá dor de cabeça boa para definir as centrais que jogarão a Olimpíada, visto que Fabiana e Thaisa são incontestáveis, enquanto Carol e Juciely vêm se destacando no Grand Prix.



  • Alex Lima

    Assisti o jogo e digo o seguinte. Superação total!!!
    Nítido a falta de entrosamento e rodagem do time, mas a entrega e dedicação e total.
    Parabéns meninas!
    Porém, apesar de ter entrado bem na inversão nos últimos pontos do quinto set, a Joycinha continua errando muito. Não sei se é falta de vontade, insegurança ou falta de técnica.
    Tanto que Rosamaria entrou e segurou a onda, mesmo sendo jovem e inexperiente em jogos internacionais.
    Experiência não falta pra Joycinha, ou seja… Técnica e insegurança não podem servir de desculpas!!!
    O que seria???
    Ela parece o Vissotto e Renan do feminino. Uma boa altura, mas que não sabe aproveitar essa altura!!!
    Bem… Vamos aguardar como o Zé está avaliando essas atuações.
    Ainda bem que no feminino temos um belo futuro de opostas. Tandara, Rosamaria, Paula Borgo, Lorenne.

  • Alisson – TIM

    Daniel… Eu queria saber de onde a Record tirou essa história de que no pan, cada vitória por 3 x 0 vale 5 pontos, vitória por 3 x 1 vale 4 pts ao vencedor e 1 ao perdedor enquanto que na vitória por 3 x 2 o vencedor leva 3 pts e o perdedor 2. Nunca uma coisa dessa na minha vida. Sem falar que atrasaram o jogo em 1 hora por causa daquela novela mequetrefe e do jornal que ninguém assiste. Decepção total. Quanto ao jogo: Me preocupa tanto esses apagões que a seleção sofre porque chega um momento (este momento) em que a falta de entrosamento já não pode ser usada como um motivo para estas instabilidades. Mas foi uma vitória sensacional até porque com a Jaque em quadra, as coisas vão ficar teoricamente um pouco mais “fáceis”.

    • Daniel Bortoletto

      organização do Pan costuma inventar maluquices como essa mesmo

      • Alisson – TIM

        Põe maluquice nisso.. por essa regra o brasil, mesmo vencendo os três jogos ficaria em 2º no grupo B e iria ter que disputar a vaga na semifinal com Cuba kkkkkk

      • Alex Lima

        Pontuação somente do Pan ou a Norceca tb utiliza esse sistema???

        • Daniel Bortoletto

          Regra da Norceca

          • JOSE HERBERT DE ARAUJO

            Mas é verdade. A record mostrou o quadro da pontuação feita pela organização. O Brasil ficou em segundo com 10 pontos e os EUA em primeiro com 12. Incrivel mas é verdade. O Brasil joga com Cuba na quarta-feira.

      • Francisco

        Daniel eles seguem o sistema da Norcega.

    • Fernando

      O regulamento do PAN é de responsabilidade da NORCECA. Eles utilizam a mesma forma de pontuação dos campeonatos que eles utilizam… e por conta disso tambem que a Bola é daquela forma, patrocinador da norceca.

    • Cauã

      Quanta ignorância gente, todo campeonato da Norceca é assim, começaram a acompanhar vôlei ontem foi?

      • Alisson – TIM

        Ok Cauã.. mas esse tipo de coisa poderia ficar explícito como por exemplo o fato de que o número de vitórias é o primeiro item na classificação, mais importante que o número de pontos somados. Assisto vôlei a um bom tempo mas ficar usando regras exclusivas confunde mesmo.

        • Cauã

          Isso está claro na regra é assim em todo campeonato da Norceca, o Brasil foi eliminado da Copa Pan Americana esse ano exatamente por esse critério.

  • Barney

    Ano que vem a gente vai ter drama de novo!!!

    A Fabíola não deve jogar mais na seleção e a Macris vai ser a reserva da Dani em 2016 (essa última que deve ser eleita a MVP do Grand Prix, caso o Brasil vença).

    As pontas já são as 4 definidas, visto que Natália e Gabi estão fazendo um ótimo Grand Prix. Só vai mudar caso o ZRG jogue a Natália pras inversões e queira convocar mais uma ponteira pra ajustar o passe.

    Pra central, a definição da terceira vai ser, talvez, a escolha mais criticada. Adenízia e Juciely HOJE estão um degrauzinho acima da Carol, por causa do ataque! E as duas citadas podem ser escolhidas como MVP dos campeonatos que estão jogando, o que vai dar um dor de cabeça das boas pro Zé.

    E por fim, rs, a reserva de Sheilla. Natália ou Tandara.
    Rosamaria vai ter que melhorar muito fisicamente pra poder tentar uma vaga e a Joyce não tem a mínima chance se continuar atacando assim!
    E Monique, obviamente, não vai pras Olimpíadas, apesar de eu gostar muito dela.

    Por último, um comentário: CAMILA BRAIT É UM MONSTRO!!!!!!

    • Alex Lima

      Na boa… Eu levaria a Natalia como oposta/ponta e outra ponteira de bom passe como Suelle ou Mari Paraíba. Tandara tb seria uma opção de oposta/ponta, mas vamos ver como voltará depois da gravidez. O tempo será curto de preparação pras olimpíadas.

      • Anderso Carvalho

        acho que o a tandara é uma jogadora muito forte fisicamente,e justamente por isso acredito que não há tempo hábil pra recuperação,e sobre a natália, acho que a posição ideal é a ponta, com seu passe e seus ataques de entrada de rede,

  • Fernando

    Um jogo com um prato cheio ontem à noite. Destaque, para a força de recuperação desse grupo que jogou praticamente o tempo inteiro atrás no placar, com a seleção norte americana virando excelentes bolas.
    Fernanda Garay, ontem mostrou muita personalidade, conseguiu rodar importantíssimas bolas para o Brasil, algumas de destaque do meio fundo. Apareceu na hora certa, que se mantenha dessa forma para as finais.
    No meio de Rede Adenizia mostrou que esta viva ainda por uma vaga na Olimpíada, no meu ver, HOJE, com a bola que a Juciely esta jogando, a Adenizia briga para ser a 4ª central junto com a Carol.
    Camila Brait, esta defendendo demais no PAN. Precisamos dela dessa forma mesmo… confiante.
    Na Saida de rede, na minha opinião a segunda vaga esta totalmente aberta, Joycinha ainda não mostrou a que venho (beleza, no ultimo set, ela bloqueou demais), mas precisamos dela virando bolas quase impossíveis, a falta de experiência da Rosamaria (ontem ela jogou bem, mas ainda oscila muito), a Monique é boa jogadora, parece estar em uma fase melhor, mas a responsabilidade de ser reversa da Sheilla é enorme, se por ventura a Tandara não voltar com tudo, talvez a Natalia seja a melhor opção, já que no passe pra ela, não dá.
    MP ontem, mesmo não conseguindo rodar algumas bolas, segurou demais no passe, e foi excepcional no fundo de quadra e nas coberturas de bloqueio, infelizmente com a fase das demais ponteiras, ficaria complicado para ela brigar por alguma vaga, mas ontem, ela mostrou que não esta morta, pois temos que levar em consideração, que ela foi colocada na fogueira, visto que o Zé não deu oportunidades para ela jogar com bons times, e temos que ser sinceros em dizer, que por mais que os EUA também tenham mandado um time B, elas jogam demais.

  • Rafael

    Jogo emocionante, o Brasil se superou diante do ótimo time americano. Camila Brait foi um monstro no fundo de quadra! para mim foi o destaque dessa partida. Macris mostra uma qualidade técnica muito superior a Ana Tieme (como é imprecisa essa levantadora), tem menos experiencia apenas.
    No mais, gostei demais da Adenisia e Garay e Mari mesmo muito mal no atque foi muito importante no passe mas pode melhorar na defesa.
    Avante meninas!

  • Paula

    Demais o jogo desta segunda/madrugada de terça-feira! Valeu a pena dormir apenas 4 horas hoje! Os EUA estavam atacando muito, defendendo muito, bloqueando muito, mas pecando demais na recepção. Já o Brasil, estava sacando, bloqueando e defendendo bem, mas colocar a bola no chão era um verdadeiro desafio. A Joycinha não conseguia definir uma. A Mari Paraíba passava bem, mas seu ataque era sempre defendido. Somente Fê Garay e Adenísia definiam. Mas o Brasil não baixou a guarda. E as duas bolas de segunda da Macris no segundo set foram de arrepiar. A levantadora americana até tentou repetir o feito, mas sem sucesso. O terceiro set o Brasil deu de presente pros EUA. E as americanas retribuíram, dando o quarto set para o Brasil. Assim, os dois times resolveram mostrar seu melhor jogo em um quinto set eletrizante. Confesso que quando o Zé Roberto tirou a Macris e a Rosamaria e colocou a Ana Tiemi e a Joycinha, pensei que ele tinha surtado. Gritei “A JOYCINHA NÃO!!!”, mas paguei com a língua. E paguei feliz. A menina acordou pra vida, quer dizer, pro jogo, e fechamos o tie break. Ufa!!! São jogos assim que me fazem amar vôlei. É lindo ver essas atletas não desistindo, não se entregando.

    • Mário

      Eu disse a mesma coisa “A Joycinha não”, mas ela virou um monstro nos últimos pontos. Parabéns a todas as meninas e acho que o Brasil vai ganhar dois títulos, GP e Pan.

      • wms

        Interessante esse momento. Eu falei pros vizinhos ouvirem: “A Joycinha não”!!! Neste tipo de virada, é sempre bom estar errado…
        Em todo caso, a possibilidade de Joycinha ficar na reserva da sheila para as olimpíadas parece mesmo remota até aqui. Ela está tendo uma trajetória ao estilo do Vissoto no masculino. Nas pontas e no meio de rede é que parecemos estar num momento mais interessante, em se tratando de montar um time para as olimpíadas: Adenízia, eu sei, está mostrando serviço num mero panamericano, mas o jogo de ontem foi difícil (não importa se o time de lá era B ou C, jogou muito bem) e exigiu uma postura mais decisiva e responsável no incêndio, o que ela mostrou tão bem quanto na final da última superliga. Se ela ocupa a terceira vaga de central, a pegada será a mesma numa olimpíada? E Juciely (ou Carol)? Manterão o que estão rendendo agora ou a história será parecida com o último mundial de clubes? Nas pontas as dúvidas também são muitas, Mari ou Suellen fazem uma reserva à altura para jaqueline? Natália e Gabi substituem bem a Garay?
        Eu aqueceria a disputa das opostas empurrando a Natália pra vaga da saída, manteria a Gabi na reserva e fecharia com Suellen. Enfim, muitas combinações possíveis, e todas com seu lado interessante. Em todo o caso, enquanto discutimos a questão que não está perto de acabar, acho que podemos cravar que esse Pan será brasileiro, pelo menos pelo que vimos no jogo de ontem.

  • Cauã

    Jogo de muitos altos e baixos por parte as duas equipes, esperava um jogo com um nível técnico mais elevado. Tentei dar uma chance a Record, equipe de transmissão muito mal preparada, sem o mínimo de conhecimento sobre as regras do campeonato, disseram até que o Brasil ficou em segundo.

  • tereza

    Que jogo eletrizante mesmo de madrugada meus vizinhos tiveram que escutar os meus gritos valeu pela garra pela superação gostei muito da Macris mesmo achando que em alguns momentos as bolas levantadas por ela principalmente nas pontas poderiam ser mais aceleradas, Fernanda e Adenizia as melhores, Camila um mostro na defesa e Mari também depois de um inicio inseguro foi bem e Rosa Maria me surpreendeu valeu demais parabéns meninas

    • Bernardo

      Eu torci como se fosse final olímpica. Contra os EUA vale torcer até em amistosos. Apesar da vitória acho que este time americano é melhor que o brasileiro, tem mais potencial. Mas as vezes a garra e vontade ganham jogo.

  • Demetrius

    Que jogo! Não acho que tenha sido um jogo de tão alto nível porque houve muitos erros de ambos os lados, com o sistema defensivo de ambas as seleções tendo prevalecido. O ataque e levantamento mais acelerado foram os destaques do lado dos Estados Unidos. O sistema bloqueio-defesa, do nosso lado. Adenízia, Camila, Fernanda Garay foram os destaques da seleção, mas vale registrar o jogo de superação da Mari, muito marcada no ataque, mas de excelente passe e defesa, e da Rosamaria, com grande desempenho no ataque no tie-break. É interessante ver como a Macris está se portando nesta competição. Uma jogadora sem experiência internacional, segurando bem a pressão numa partida como essa. Eu acho que o braço ainda está meio travado da Macris e as bolas ainda não estão tão precisas, mas quando a Ana Tiemi entrou, ficou nítida a diferença a favor da Macris, com levantamentos muito mais imprecisos e mais lentos. Isso porque a Ana tem mais bagagem internacional… Espero que essa partida tenha sido um aprendizado para ambas as levantadoras, porque o jogo precisa ser mais acelerado, se quisermos vencer os Estados Unidos nas Olimpíadas. Se for bola alta e lenta na ponta, é toco na certa. Espero que a Macris aprenda bastante neste Pan porque ela tem potencial para continuar na seleção.

  • romano

    foi um bom jogo, mais emocionante que técnico, as atacantes com muita dificuldade de botar bola no chão ou explorar bloqueios, muitas redes empacadas por que ninguém conseguia atacar com facilidade, principalmente as brasileiras, com índices baixíssimos de aproveitamento, incluindo a Garay. A Adenízia foi a única que jogou o fino no ataque. Um horror as bolas batidas pela Joycinha, a Mari Paraíba foi ótima na recepção e defesa, mas na rede não conseguiu quase nada, nem explorar, a Bárbara nula no ataque, preferiria mil vezes a Mara ou a Roberta que sequer foi convocada. A Brait e a Macris estão bem, principalmente a líbero titular da seleção.

    A atitude do Zé nos tempos técnicos é sempre negativa demais, reclamando muito, falando o que saiu errado e puxando a orelha, não dá para ser mais assertivo e dizer o que fazer para melhorar e dar apoio? há muitas jogadoras novas e ele deveria ter mais cuidado com a pressão exagerada que ele transporta para a quadra. Prefiro o estilo Wagão, que é duro e direto, mas orienta claramente as jogadoras, dando alternativas e ajudando a atleta a evoluir. Ele deveria ajustar ou modular essas cobranças, pois com a seleção principal também acontecem muitos ruídos entre ele e as jogadoras, desgastando a relação e comprometendo o jogo.

    • Anderso Carvalho

      hehehehehe, zé roberto impaciente?se o técnico não puder cobrar não prescisa nem ir,se tem um cara que sabe lidar com grupo feminino é o zé, isso dito por todas,aliás ,o cara é tri-campeão olímpico, então nem vamos discutir(só pra constar, gosto muito do vagão), sobre os ataques alémda adenízia acho que a garay foi fundamental ontem, e sobre as centrais concordo com vc, e incluo nessa lista a Bia do sesi, pena que ela disse não pro pan, e possivelmente não será mais chamada.

  • Edu

    Foi um jogo repleto de emoções. Indiscutível não admirar a disciplina tática da seleção dos EUA.Com a visão perpendicular da câmera se antevê como elas se posicionam de forma impecavelmente organizada para os contra ataques que aproveitam em quase 90% das oportunidades como a seleção masculina daquele pais.As decisões , nos intervalos de tempo, são manifestadas em colegiado pela comissão técnica que se alavanca no principio que varias cabeças pensam melhor que uma.Nada de colocar o crachá debaixo da axila como mandinga ou deformar a camisa para exorcizar sua irá.Num jogo de grandes dificuldades é que os gigantes (de ordem técnica e tática) verdadeiramente surgem .Adenizia, casca grossa, saiu com uma efetividade de ataque(entre bloqueios e viradas ) de 71%.Uma coisa extraordinária já que as maiores atacantes do voleibol feminino rondam na casa dos 55% de sucesso. Brait trabalhou corretamente prevalecendo no posicionamento estratégico e sua excelente leitura das defesas em vez de se atirar ao chão na transição da bola.Assim garantiu a melhor estabilidade ao garantir o passe para a levantadora.Macris anda com serias dificuldades em empinar as bolas da maior distancia e da pipe na velocidade que costuma jogar.No entanto,anda mostrando tremenda personalidade ao desnortear as estadunidense nas segundas bolas( a melhor da nossa Superliga) e num momento capital do segundo set – quando a seleção brasileira se intimidava com as adversárias tirando a diferença da vantagem do set point.Se for apenas se escorar nos números não se valoriza a boa partida de passe e bloqueio respectivamente de Mari PB e Barbara.A bela ponteira não conseguiu cravar diretamente nenhuma bola no ataque e seus pontos ou foram de bolas resvaladas no bloqueio ou nos toques sutis fugindo do paredão estadunidense.Mas com efetividade de ataque pobre na casa dos 13%.Ou seja, próxima da miséria do voleibol de elite. Garay, outra escolada, achou o timing de ataque e explorou o bloqueio alto recebendo as bolas muito próximas a rede.Sua bola ideal e mais afastada e alta para atender a sua facilidade de impulsão.Ana Tiemi fez o suficiente, como sempre, para não se destacar como para também não se comprometer.Tem uma altura extraordinária para uma levantadora (um e oitenta e oito e meio) mas bloqueia mal , desde de sempre, e levanta bolas baixas.Joycinha, com mais personalidade, segundo ZRG, foi definida numa das orientações técnicas prévias do ZRG.” Sabe aquela bola que você atacou com aquela força”.”Sim”, concordou a oposta.”Eu preciso com uma força tres vezes maior aquela usada”.Independente disso fez os 3 bloqueios dos pontos finais.Que essa passagem de um jogo a menos de necessidade seja proveitosa para a seleção brasileira.

    • Billy

      Você estava meio sumido Edu,por quê!?? Mas que bom que voltou…sempre com excelentes comentários da sua parte.Te admiro por sempre escrever tão bem aqui no blog do Daniel(já,eu…às vezes escrevo cada asneira desnecessária e depois me arrependo,mas não sou má pessoa…é o meu jeito mesmo.Um grande abraço Edu.

      • Edu

        Não consegui ver os jogos da Liga Mundial na totalidade da fase de classificação e me reservei o direito de não comentar por não estar totalmente a par do ocorrido.Coloquei algumas observações num post it que vou colocando conforme a pertinência dos assuntos..De qualquer maneira estamos por aqui acompanhando e aprendendo com todos os participantes do blog e seu autor.Retribuo o abraço e boa semana.

  • manu

    melhor jogo de volei feminino desde Brasil e Russia em Londres. Volei feminino é pouco competitivo o que torna chato, então mesmo com um time sem todas as estrelas foi um jogo otimo de ver.

  • AfonsoRJ

    Sem querer ser estraga-prazer: Já vi esse filme antes: Brasil vence USA quando não precisa. Quando o jogo é decisivo, onde realmente importa, a história é outra…
    Há uma boa chance do Brasil encarar novamante as americanas numa final. Aí sim, eu quero ver.

    • tereza

      Também já vi esse filme Afonso, mais o jogo de ontem era necessário para sermos primeiro do grupo e passarmos direto para semi finais e com certeza cada jogo tem sua historia a da final vamos saber no sábado

    • Cauã

      Também vi o caso contrário, em Londres.

      • JOSE HERBERT DE ARAUJO

        O Brasil ficou em segundo pessoal. Joga na quarta feira contra Cuba que foi terceira da outra chave. Os EUA foram direto para as semifinais. Injusto ou não mas é a regra.

        • Paula

          José
          Pelas regras da NORCECA (que regem o PAN), o que contam são as vitórias e não os pontos. Por esse motivo, o Brasil ficou em primeiro e foi direto para as semi-finais, enquanto os EUA ficaram em segundo. Explicaram tudo ontem no Sportv.

          • jose herbert arujo

            Legal. Valeu Paula. Tava sem entender nada. Agora sim.

        • Olá José, bom dia!
          Então, nesse caso valem o número de vitórias e não a pontuação. . Então o Brasil conseguiu vaga direta com aquela vitória emocionante. ..

    • wms

      Você tem razão na menção histórica, não seria surpresa se acontecesse. Contudo, vale lembrar do caso de Londres também: Quando realmente fazia diferença, os EUA não repetiram a vitória da fase preliminar. A garra do jogo de ontem me deixou particularmente otimista.

    • Billy

      Voce têm razão AfonsoRJ,mas tomara que dessa vez o desfecho seja diferente(favorável ao Brasil,lógico).Aguardemos…

  • Ju

    Foi eletrizante! Se não houvessem tantos erros, não chamaria de “time b” de ambos. Brigaram como gigantes. Vale destacar a americana Kristin, cresceu no Campinas e mais ainda na Turquia. Rosamaria era uma das poucas que conseguia pará-la. Falando na jovem oposta, que decisiva, pedindo bola, decidindo o 3º set, virando bola no tie, essa menina tem futuro, talvez seja nome para pós 2016, porque as olimpíadas estão próximas e ela precisa melhorar o físico. Joyce não corresponde, fez pontos decisivos, mas ao longo da partida não virava e na defesa nem se fala, tomara que Tandara volte bem. Garay e Adê, estão assumindo a responsabilidade e carregando o time. Sobre as centrais, que dor de cabeça o Zé terá. Macris precisa melhorar as bolas de ponta, mas se comparar com o 1º jogo, ela está mais solta e já evoluiu. Camila está varrendo o fundo de quadra, gigante!

  • Ismael Colomaca

    Só quero perguntar o que foi aquela bola da Macris para fechar o segundo set !

    Simplesmente fantástica e magnifica. Tenho mil adjetivos para o que ela fez e olha que ela não esta na rede.

    Macris veio para ficar, mas vai precisar disputar a vaga com a Fabíola.

  • Eu gostei muito da partida o Brasil se superou bastante acho que foi um grande aprendizado pra uma final pois vai precisar utilizar sim todo o elenco e as americanas defendem muito me impressiona a quantidade de jogadoras altas e até boas sim 1.91 ou 1.89 um leque e tanto para as futuras competições .Pelo lado do Brasil o destaques foi a Macris pela concentração e ousadia ,a Adenisia chamou pra si a responsabilidade de colocar as bolas no chão além do bloqueio perfeito e a Brat dominou a quadra nas defesas e recepção! A joycinha mais uma vez não colocando as bolas no chão apesar de ter sido essencial no final do jogo parece um vissoto com uma altura ótima 1.91m não consegue ser regular pra uma oposta uma pena mesmo a sua colega Rosamaria ainda é jovem precisa ganhar mais força mais em contra partida chama a responsabilidade quando é acionada mesmo sendo um pouco mais baixa ..Eu acredito muito no Brasil apesar de no Grande Prix a seleção americana está com time principal acho que se a seleção passar pela equipe chinesa vai com todo o gás pra a partida contra os Usa e como o jogo é jogada na hora então tudo pode acontecer vai depender muito da postura em quadra como foi a Sérvia contra os americanos na semifinal da liga.

  • Guilherme

    Mesmo desfalcadas, é impressionante a diferença d velocidade do jogo de Brasil e Estados Unidos em relação as outras seleções do pan, mesmo em relação ao time completo da República Dominicana, a Macris é ótima e tem q ser levado em consideração o fato de ser a primeira competição dela com a seleção, ao meu modo de ver o Zé deve leva-la para 2016 até pq eu não consigo pensar em construção de equipe sem q seja pensado em um legado para o futuro, todos estamos vendo o quão prejudicial esta sendo para o nosso vólei masculino a panela criada pelo Bernardinho q comprometeu a renovação a médio e longo prazo da seleção. A Macris tem 26 anos e tem tudo pra ser a levantadora do próximo ciclo, acho q ganharia muita maturidade como reserva da Dani em 2016, a mesma coisa pra mim vale em relação a posição de oposta em q diferente de muitos eu não sou tão fã da Tandara q aos meus olhos tem muita potencia mais pouca variação de golpes, nenhuma oposta brasileira tem tanto potencial pra substituir a Sheilla com caracteristicas parecidas como a Rosamaria, ela ainda vai se desenvolver fisicamente e creio eu q na próxima temporada no Minas com o Paulo Coco isso já será bem nítido. Sobre a Natália na saída em não gosto da ideia pois significa perda de potência nas pontas q teriam apenas a Garay, gostei muito da Mari Paraíba na defesa e recepção apesar da pouca efetividade no ataque. Sobre a posição de meio de rede a Carol não pode ficar de fora em 2016 e o motivo é simples é única das cinco opções que é de fato jovem o bastante pra chegar em alto nivel para o o ciclo pós 2016 Fabiana capitã e certeza absoluta além é claro da Thaísa , Adenizia e Juciély penso eu deveriam brigar pela vaga restante. Como eu disse não se pode pensar apenas no hj tem de se pensar no amanha também por isso levar algumas jovens pro rio 2016 pode significar a certeza da manutenção de uma seleção jogando em alto nivel internacional no próximo ciclo e penso q temos boas opções.
    levantadoras (Macris, Naiane e Roberta) Meio de rede (Carol, Mara) Pontas (Natália, Gabi e Ellen) Opostas (Rosamaria e Paula Borgo) Liberos (Camila Brait e Juiana Paes) e as outras vagas sendo prenchidas por veteranas q se mantiverem em auto nivel ou por novatas q possam surgir.

    • Billy

      Gosto da Macris,mas ainda prefiro muito mais a Fabíola(que é mais alta mais experiente bloqueia mais e têm muita garra e alegria de jogar em quadra).

      • Guilherme

        Também gosto muito da Fabíola Billy, mas a Macris entra neste contexto q eu disse acima de dar experiência as mais jovens para assumirem o próximo ciclo já com bagagem adquirida.

  • Bruno BH

    Grande jogo no Pan. Uma vitória importante contra quem vai disputar nestes dois próximos anos os principais títulos. Os times mesclados são um detalhe, pois, a preparação, a tática e o empenho das atletas são os mesmos. Brasil e EUA jogam muito parecidos, mas, vejo as adversárias um pouco à frente num quesito que determinou inclusive a não conquista do Mundial (único título que falta ao nosso vôlei feminino) no ano passado, o ataque. A dificuldade de ontem vai além do bom sistema defensivo americano – equivalente ao brasileiro. O fundamento ataque foi bastante comentado ontem. Para as Olimpíadas espero que Sheilla, Fabiana, Jaqueline e Natália afirmem o poderio de ataque. Garay vai bem também, mas, não tem sido tão decisiva nos dois últimos anos. Tandara foi uma que despontou com potência peculiar – é ainda inconstante, a grande Gabi pode melhorar. Por este ano Juciely está à frente de Thaísa – inclusive no poder ofensivo, porém, não acredito que a última não será titular – a não ser que a recuperação da cirurgia não seja satisfatória. Acho que a base de nossa seleção feminina será bem próxima do que foi em 2012: Dani Lins, Sheilla, Fabiana, Thaísa, Jaqueline, Garay (Natália ou Gabi) e Brait. Suplentes: Macris ou Roberta, Tandara, Juciely, Adenízia (Carol), Natália, Gabi.

  • Bruno BH

    Falando em base, concordo que a equipe masculina pode ter como uma das causas dos recentes insucessos (?) a manutenção de jogadores desgastados ou a falha da renovação, mas, credito também ao crescimento dos adversários que tem vencido outros fortes como os EUA e Rússia, nestes últimos anos. Não concordo muito com as críticas dos vices (Olímpico, Mundial e Liga) – chegar a finais é um mérito considerável no cenário internacional cada vez mais competitivo – vide crescimento de Polônia, Irã e França – desde que não se acomode com as derrotas e busque alternativas.

  • Paulo

    O jogo foi bom mais pro lado emocional do que técnico.

    Sobre o jogo em si. Tudo bem que é a primeira competição da Macris, mas eu esperava um pouquinho mais dela. Está imprecisa nas bolas de extremidade e com levantamentos muito lentos e meio sem visão de jogo, mesmo com o passe na mão em muitos momentos na partida só enxergava as pontas e ignorava as jogadas de meio. Foi bom ver Garay render perto do que já rendeu um dia. Bom também foi ver a Adenízia chamar a responsabilidade, mesmo depois de tanto tempo sendo banco de duas das melhores centrais do mundo. Camila Brait ainda não rende o que pode no passe (não tá ruim, mas ela sempre foi excelente), mas é uma verdadeira gigante na defesa.

    Tomara que dê tempo pro entrosamento chegar e pra Macris conseguir acelerar mais o jogo. Provavelmente estaremos na final contra esse mesmo USA que vai vir muito mordido.

    • Paula

      Paulo,
      o meio estava muito marcado. Adenísia conseguiu pontuar, mas a Angélica e a Bárbara não conseguiram vencer os bloqueios fortes. A Macris está ainda ganhando entrosamento com as pontas e realmente precisa acelerar mais as bolas, mas eu a vejo como uma levantadora com um belo futuro se continuar com a mesma postura de responsabilidade e disciplina que mostrou ontem. Ouviu os toques do técnico, teve coragem e ousadia nos momentos certos e não sucumbiu a pressão.

      • Paulo Ribeiro

        Paula, minha xará

        Vejo um bom futuro na Macris também e por isso mesmo é que eu esperava um pouquinho mais dela. Realmente não esperava que fosse arrebentar, a bola diferente traz dificuldades pro levantador. O ponto positivo é que parece que ela não sente a pressão.

        Billy, pessoalmente sempre preferi a Dani como substituta da Fofão, mas desde 2010 quando pipocou no Mundial e a Fabíola segurou a barra, esta virou minha favorita. Mas esse pedido de dispensa, num momento em que ela estava em alta na Rússia foi meio estranho. Acho que deve ter um motivo muito sério, mas diante de um técnico que não gosta muito dela, ela acaba perdendo pontos.

        Pra quem se acostumou com Fernanda Venturini e Fofão, fica meio complicado se contentar com o que temos, mas como dizem, quem não tem cão, caça com gato. Tomara que Naiane um dia possa suprir essa lacuna.

    • Billy

      Prá mim a levantadora titular em 2016 tem que ser a FABÍOLA.Espero vê-la brilhar novamente na seleção.Em 2016 será mais complicado do que em 2012 com a cresçente ascensão de EUA e CHINA principalmente…

  • JOSE HERBERT DE ARAUJO

    Não entendi nada. acabei de ver no site dos jogos pan-americanos que o Brasil ficou em 1. E a record mostrou o placar sendo 2. ????

  • Luciano

    Fato, Fernanda Garay não coloca mais bola no chão. Nem parece que jogou na Rússia. Ela não tem mais o alcance de antes, e com 1,79 m e a idade, tem pouco tempo para atuar em alto nível. Vide exemplos de Sassá, Erika e Paula Pequeno, fora a Mari que apesar da altura, não tem mais explosão de ataque.

    • Edu

      Garay gosta de receber bolas mais afastadas na rede , empinada e que ela entra em impulsão. Macris opta por jogar num timing mais veloz mas peca ainda pela inexperiência e inabilidade nas bolas mais altas e nas pontas da maior distancia.Quando a acionou na pipe para a Garay a bola estava ainda um pouco baixa mas foi uma alternativa de desafogo.Se perdeu ,no inicio, com as bolas de primeiro tempo colocando ainda na altura baixa e com as centrais estadunidense marcando. Adenizia virou com bolas mais afastadas da rede e por ser mais rápida que Angelica, mais forte e lenta.A Barbara foi um pouco melhor por ser mais atlética.Mas tudo e fruto de uma levantadora de potencial no aprendizado de seu batismo de fogo em competição oficial internacional.

  • MVP do blog

    Queria a Mari mais eficiente no ataque…apesar disto, fez pontos importantes.
    No passe, impecável! Torço sempre pra que evolua!
    Ponto negativo do Brasil são as centrais, as opostos e a Ana Tiemi.
    Sò Adenizia me passa confiança, seja no ataque ou no bloqueio, Barbara é razoável no bloqueio, mas de virada de bola, está péssima.

    As opostos oscilam demais. Não dá pra confiar muito nelas. A Rosa tem um desconto por ser jovem.

    Ana Tiemi, sinceramente, não sei que evolução ela teve. Foi na parte técnica, na precisão? Porque não vi absolutamente NADA disto em seus levantamentos. Macris dando um show nela. Macris só precisa melhorar a precisão em alguns momentos, mas, que menina abusada hein? No bom sentido, claro.

  • Bernardo

    A Adenízia vem sendo a principal jogadora do Brasil no Pan. Quando ela chega na rede da um alívio. Isto se dá tb por culpa do Zé que convocou uma oposta para ser central e outra que mal sabe jogar em clubes. Enquanto isso Mara fica no banco no GP. Poderia ter convocado outras como Roberta, Fê Isis ou até a Lara, ao invés da Angélica. A Rosamaria apesar de não ser craque merece ser titular. Brait é espetacular. Macris e Mari Paraíba estão evoluindo apesar da ponteira ainda ser fraca no ataque. A vitória foi muito importante, mas os EUA devem fazer a final com o Brasil e aí será outra batalha. EUA revelando cada vez mais grandes jogadoras.
    Obs: Kristin cansou de levar tocos, adorei ver ela errando em momentos decisivos. ChupaKristin

  • Nelson

    Bom jogo, foi melhor do que eu esperava. Brasil sob muita pressão, mas nunca desistiu e conseguiu encontrar soluções ao longo do jogo.
    Pelo nosso lado, não faltou raça, garra e paciência. Bloqueio e defesa foram destaques positivos, ataque e contra-ataque foram os menos eficientes.
    Pelos EUA, tudo como o esperado, o comprometimento tático é excelente, você percebe isso quando o time recupera a bola, a movimentação delas é rápida e sempre busca preparar mais opções para o contra-ataque. É uma demonstração de treinamento, de algo que parece ser programado no automático.
    O Brasil do Pan tem pouco tempo de treinamento, então elas estão de parabens.
    Achei a Macris bem adaptada à pressão, tem futuro, embora precise amadurecer ainda na distribuição pelo lado tático, e pelo lado técnico na precisão com velocidade nas pontas, mas isso só vem com mais entrosamento com as atacantes, então ZRG faz bem em colocar o mesmo time pra jogar.
    MP mandou bem na recepção e defesa. Brait é excelente na defesa, e já foi melhor na recepção, mas não a cobro por isso, porque ela é excelente nisso também. E não vale buscar excelência com essa bola que não é usada nos outros campeonatos.
    Ana Tiemi ficou imprecisa, nos contra-ataques as bolas eram baixas, essa foi minha impressão. Depois tive oportunidade de ver o jogo de novo, e comparei EUA e Brasil na transição de defesa para contra-ataque, e percebi que nossas atacantes pareciam demorar mais para recuar e poder contra atacar. Então pensei se a falha é da levantadora, da atacante, das duas ou do time. Da primeira vez que assisti achei que era dela sem dúvida. Vendo uma segunda vez prestando atenção na técnica e também na tática, já não sei bem se é isso mesmo.
    Desculpem a novela aqui, mas sou marinheiro de primeira viagem aqui..

  • Alexandre

    Ao ver esse jogo pude ver e constatar como a recepção no volei feminino é um problema quase que cronico em todo o mundo. A seleção americana é fortíssima no ataque e contra-ataque, no bloqueio, na defesa, mas a recepção compromete. O Brasil também é muito parecido, talvez um pouco pior no ataque. Se olharmos as seleções do Gran Prix é a mesma coisa, algumas são boas na defesa, outras no ataque, outras em mais de um fundamento, mas a recepção é o pesadelo de todas. Talvez seja por isso que o voleibol feminino seja tao deferente do masculino. Enquanto no masculino os erros de saque é o principal problema, no feminino é a recepção. Sendo que, isso não é percebido apenas nas seleções, nos campeonatos, como na nossa Superliga, isso fica ainda mais evidente. O grande problema da equipe tricampeã(Rexona) é a recepção. No campeonato russo é pior ainda, o Turco, o italiano e etc.

  • Alexandre

    Ao ver esse jogo pude ver e constatar como a recepção no volei feminino é um problema quase que cronico em todo o mundo. A seleção americana é fortíssima no ataque e contra-ataque, no bloqueio, na defesa, mas a recepção compromete. O Brasil também é muito parecido, talvez um pouco pior no ataque. Se olharmos as seleções do Gran Prix é a mesma coisa, algumas são boas na defesa, outras no ataque, outras em mais de um fundamento, mas a recepção é o pesadelo de todas. Talvez seja por isso que o voleibol feminino seja tao deferente do masculino. Enquanto no masculino os erros de saque é o principal problema, no feminino é a recepção. Sendo que, isso não é percebido apenas nas seleções, nos campeonatos, como na nossa Superliga, isso fica ainda mais evidente. O grande problema da equipe tricampeã(Rexona) é a recepção. No campeonato russo é pior ainda, o Turco, o italiano e etc.

  • Vai Brasil…. Show. .. emocionante. …

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