O bipolar Brasil no Grand Prix



“Agora embalou”; “A vitória sobre a Sérvia mostrou o Brasil de verdade”; “Ninguém segura daqui para frente”.

Aqueles comentários otimistas após o 3 a 0 sobre a Sérvia foram precoces demais. Nesta madrugada, a Seleção feminina foi surpreendida pela Tailândia, caindo em sets diretos em Sendai (JAP), parciais de 25-22, 25-21 e 29-27. Zebra daquelas no Grand Prix.

Além de errar demais (20 pontos dados de graça para as asiáticas), o Brasil teve muitas dificuldades para pontuar no ataque. José Roberto Guimarães chegou a trocar Tandara, Natália e Rosamaria por Drussyla, Amanda e Monique. Mas nem assim a bola caía no forte sistema defensivo tailandês. O Brasil foi perdendo a paciência e mostrando uma preocupante instabilidade.

Bia no ataque contra a Tailândia (FIVB Divulgação)

Bia no ataque contra a Tailândia (FIVB Divulgação)

Tandara terminou a partida com 16 pontos, à frente de Drussyla (9), Adenízia e Natália (8). Rosamaria, titular no primeiro e segundo sets, fez apenas dois.

O resultado inesperado deixa a classificação do GP bem embolada. Sérvia e Estados Unidos lideram com quatro vitórias (12 pontos). A Holanda, com três triunfos, tem 10 pontos. O Brasil aparece em quarto, empatado com a China, também com três vitórias e oito pontos. Itália e Japão, outras seleções com três resultados positivos, têm sete pontos.

O jogo com as donas da casa, na próxima madrugada, passa a ser bem decisivo para a Seleção. Para a classificação e para a auto-estima.



  • #Volei #SPFC #Speed

    A verdade é que estamos colhendo os frutos de uma Superliga nivelada por baixo. A primeira e a terceira maiores pontuadoras da competição estão visivelmente acima do peso. Uma das levantadoras fez uma péssima temporada e ainda assim foi convocada, só porque vai jogar no time do técnico. Qualidade no passe não existe mais, não se fazem boas passadoras como antigamente. ZRG insiste em querer transformar oposta em ponteira, esse filme quase acabou precocemente com a carreira da Mari. A desunião dos clubes da Superliga feminina e o descaso da CBV com a modalidade estão acabando com o vôlei feminino brasileiro. Só pra citar duas jogadoras que não merecem continuar na seleção, eu citaria Natália e Rosamaria. Nitidamente são apenas jogadoras de clube. E ainda teve gente que acreditou na jogadora do Minas após aquela atuação meia-boca contra a Turquia…

  • Juscilene Leao

    Minha paciência com esta jogadora Natália chegou ao limite. É muito ruim, sem passe, ataca para fora é faz cara de deboche. Sempre defendi o ZR, mas definitivamente que porcaria foi essa de escolher a Natália como capitã da seleção? Os fãs enchem a bola dela pelo título da liga turca em que foi MVP. Mas na seleção não rende, não flui seu jogo. Zé acorda corta essa jogadora, salva o Brasil de um vergonhoso vexame. E vc Natália por favor se naturaliza por qualquer outra seleção do mundo como: Paquistão, Austrália, Nova Zelândia, Congo, Butão, Coréia do Norte. Mas por favor sai da seleção brasileira. Pare de me envergonhar com este seu jogo ridículo.

  • #Volei #SPFC #Speed

    Não queria comentar nada a respeito, mas já dá pra ver claramente que nosso vôlei feminino está no fundo do poço.
    Um time que até 2014 era tão temido hoje é motivo de chacota.
    Conseguir a proeza de perder para a Tailândia e ontem para o Japão mostra o nível que nosso voleibol chegou.
    Reflexo de uma Superliga de nível técnico cada dia pior.
    Ser destaque na “Superliga” não significa ser destaque numa seleção brasileira. Lá o buraco é mais embaixo.
    Enquanto dirigentes de CBV e clubes não tomarem uma atitude que possa salvar nosso voleibol, quem sofre é a seleção, com jogadoras cada vez piores tecnicamente, e nós como torcedores.
    Vai ser preciso acontecer algo inesperado para se fazer uma verdadeira REFORMULAÇÃO no time? Porque as jogadoras que lá estão NÃO TÊM CONDIÇÃO NENHUMA de vestirem essa camisa! Elas não estão cientes da responsabilidade que é representar nosso país, como faziam com maestria Sheilla, Fabiana, Jaqueline, Fofão, Paula Pequeno, Mari, Fabizinha e Fernanda Garay!
    Desse time novo, ninguém, absolutamente NINGUÉM se salva! Onde já se viu central ser mais baixa que levantadora, ponteira que não sabe executar o fundamento básico da posição que é o passe, jogadora que tem uma impulsão muito abaixo do ideal pra estatura que tem?
    O descaso de anos e anos na base começa a cobrar a conta agora. O último que sair apaga a luz.
    O voleibol feminino brasileiro está morto.

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