O alívio para o RJ Vôlei



A marca da Oi estampada na camisa na derrota para o Kappesberg/Canoas, pela Copa Brasil, na terça-feira, tirou a corda do pescoço do RJ Vôlei para a sequência da temporada.

O patrocínio servirá para que o time tente completar o elenco, atualmente formado por apenas 10 atletas, após a saída de Bruninho, Leandro Vissotto, Thiago Alves, Thiago Sens e Maurício Souza. Mas, torcedor, não se engane. Quando escrevo reforços, quero dizer jovens talentos de outros clubes cariocas, como Fluminense, Botafogo e Flamengo, que possuem categorias de base. Não existe grana para investir em medalhões e muito menos brecha no regulamento para tal. Relembrando aqui, para inscrever novos atletas na Superliga, o RJ precisa de aval da CBV e de todos os outros times, muitos deles, disputando vaga para o playoff com o próprio RJ. Então não acreditem em tanta benevolência assim, ok?

A nota enviada para a imprensa revela ainda que o RJ tem um crédito de R$ 1,7 milhão da OGX, antiga apoiadora do time. E deixa claro que o valor será usado para quitar os salários atrasados dos atletas que saíram e também para pagar os vencimentos dos remanescentes. E o texto cita nominalmente Mario Júnior e Riad.

Para quem estava com a corda bem apertada no pescoço, a entrada da Oi dá um alívio momentâneo e a certeza de que o RJ não acabará, ao menos, até o fim da atual temporada, algo que seria ainda muito vexatório para o atual campeão e para o vôlei brasileiro em geral.



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