Números ao lado dos brasileiros na praia



Nesta segunda,  Alison/Emanuel e Ricardo/Pedro Cunha entram em quadra  em busca de vagas nas semifinais da competição, contra, respectivamente, os poloneses Fijalek e Prudel e os alemães Brink e Reckermann.

O retrospecto está ao lado dos brasileiros nas quartas de final do torneio olímpico masculino de vôlei de praia. Alison e Emanuel, que somam quatro vitórias e apenas um set perdido em Londres, enfrentaram os polacos duas vezes, ambas na temporada passada, ambas com vitórias verde-amarelas: 2 a 1, na disputa do terceiro lugar na Finlândia (resultado que garantiu o título do Circuito Mundial para os brasileiros), e 2 a 0, na semifinal na Suíça (os brasileiros sagraram-se campeões vencendo Rogers/Dalhausser na decisão). Ricardo e Pedro Cunha, também invictos com quatro vitórias e nenhum set perdido, jogaram duas vezes até hoje contra os germânicos e venceram as duas: 2 a 0, na semifinal em Moscou, em junho passado, e 2 a 1, na decisão de Klagenfurt, há quase um ano.

– Fijalek e Prudel formam um time equilibrado, que cresceu muito do ano passado para cá e vem jogando bem no torneio. A Polônia é, hoje, um dos melhores times da Europa e chegam com méritos, é uma dupla de muito volume de jogo, que saca bem, ataca bem e tem um ótimo bloqueio. Para vencermos, precisamos ter paciência e concentração – disse Emanuel, em sua quinta participação olímpica.

– Eles são experientes, é uma equipe de qualidade, que muito bem e conta com um grande bloqueador. Precisamos ter um bom saque, para tentar quebrar a recepção deles, e muita atenção, é uma decisão, precisamos entrar concentrados ao máximo – afirmou Ricardo, em sua quarta participação olímpica.



  • Leo01

    A POLONIA investe muito no voleibol, pq e’ o esporte mais popular dos poloneses, que tem voleibol no sangue, portanto nao se deve menosprezar a dupla polonesa.
    Retrospecto nao quer dizer muita coisa ,afinal de contas TALITA/MARIA ELISA nunca tinham perdido para as tchecas SLUKOVA/KOLACOVA, estavam invictas em 5 confrontas e eram FAVORITISSIMAS, foram perder logo nas olimpiadas…
    Como os brasileiros amarelam em olimpiadas, e’ a tal da sindrome da FABIANA MURER, o que nao pode e’ ficar inventando desculpas, assume que ano foi bem e pronto, sem ficar culpando os outros ou o vento…

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