Nova regra da CBV deve agradar clubes e atletas



Entrou em vigor há dois dias uma nova regulamentação da CBV que deve deixar clubes, jogadores e federações bem satisfeitos.

A partir de agora, a entidade passa a dividir os valores que recebe pelas transferências internacionais de atletas. A entidade retinha, até então, 10% do valor do contrato acertado pelo jogador com um clube. Agora, este valor retido passa a ser rateado entre a entidade e vários outros “braços do esporte”. Veja abaixo como ficou a conta:

50% ficarão com a CBV e serão divididos assim:

– 10% para despesas administrativas de registro da entidade
– 25% para uso com cursos de capacitação e educação na modalidade
– 25% para o projeto de Pós Carreira de Técnicos, Atletas e Árbitros
– 20% para o projeto Viva Vôlei
– 20% para o projeto do Museu do Vôlei

Outros 50% do total serão repassados da seguinte forma:

– 20% para o primeiro clube de filiação do atleta
– 20% para a Federação estadual de origem
– 30% para o atual clube do atleta
– 30% para a última Federação estadual de filiação do atleta

Julgo como interessante e pertinente a medida tomada pela CBV. Há tempos clubes e atletas reclamavam da falta de contrapartida da CBV após o pagamento da taxa de transferência internacional. Um dos pontos principais era a falta de assistência da entidade em algumas situações, como o auxílio a um jogador caso ele tomasse calote do clube estrangeiro que o contratou.

Para a CBV, a nova divisão permitirá “o fomento e manutenção de atividades capazes de proporcionar melhores condições aos clubes formadores dos atletas, às federações estaduais bem como as ações voltadas à qualificação dos profissionais e a memória do voleibol brasileiro”.

 

 



  • SILVAN FREITAS

    E NO CASO DE TRANSFERÊNCIA NACIONAIS OU PRIMEIRA CONTRATAÇÃO PROFISSIONAL, QUANTO AO CLUBE DA PRIMEIRA FILIAÇÃO?

  • Francisco

    Daniel gostaria de saber se a CBV vai utilizar o desafio eletrônico nesta superliga, ou vai ser aquela tecnologia(m****) das finais da superliga?

  • SPORTS IN THE WORLD

    Já não era sem tempo que esta grana deveria ter outras destinações. Afinal desde os tempos do Nuzman a CBV sempre descontou 10% de todas as transferências
    internacionais e nunca se soube onde este dinheiro era empregado. Agora, tirando os 10% para as despesas administrativas de Registros da Entidade. Não concordo de forma alguma com os outros ítens a serem retidos pela CBV. Ridículo os 25% para Cursos de Capacitação e Educação (todos os Cursos de Técnicos são cobrados dos alunos e são bem caros). Os 25% para Projetos (?) de Técnicos, Atletas e Árbitros, só pode ser “me engana que eu gosto” e os 20% para o Projeto Viva Vôlei é uma brincadeira de mau gosto, porque o Viva Vôlei pega dinheiro dos cofres públicos, Municípios, Estados e Governo Federal, para quem a CBV vendo o Projeto por enormes quantias. E dinheiro para Museu deve sair do patrocínio do BB. Portanto destes 50% da CBV, 90% deveriam ir também para o Clube formador do Atleta e para o seu 1º técnico (a grande maioria ganha 1 salário mínimo). Acordem para a injustiça que estão continuando a cometer. Será que os 70 milhões do BB não são mais que suficientes? Para não falar do dinheiro do Ministério do Esporte, do COB e de outros como Nívea, Gatorade e Olympikus? Façam-me o favor já ficaram com os 10% das transferências durante mais de 30 anos e quando resolvem dar a quem de direito ainda continuam “mordendo” uma parte substancial da grana. Quanta HIPOCRISIA meu Deus!

  • SPORTS IN THE WORLD

    Em tempo porque mais dinheiro para as Federações? Elas como a CBV nada fazem para a Formação dos atletas. E a CBV e Órgãos publicos, além dos próprios clubes já contribuem com muito dinheiro para elas. Estes 10% das transferências internacionais deveriam ser entregues somente para os Clubes Formadores e para os primeiros técnicos destes atletas.

  • SPORTS IN THE WORLD

    DANIEL onde está meu comentário?

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