No tie-break, Brasil vira sobre EUA e se classifica



Classificado antecipadamente. Este é o Brasil no Grand Prix após o jogo desta sexta-feira contra os Estados Unidos. Em Bangcoc, na Tailândia, a Seleção precisou de cinco sets para vencer de virada, parciais de 29-31, 22-25, 25-22, 25-19 e 15-10.

O resultado garante  a classificação verde-amarela para as fase final, com duas rodadas de antecipação, ao chegar a 20 pontos. Diante de República Dominicana e Tailândia, as duas últimas colocadas, sábado e domingo, José Roberto Guimarães poderá rodar o time e testar as reservas para o hexagonal que decidirá o título, no Japão. Para as americanas, a derrota deixa ainda mais complicada a classificação, já que elas iniciaram a rodada na sexta posição geral e apenas mais três vagas estão em disputa.

Na reprise da partida da semana passada, em São Paulo, Brasil e Estados Unidos fizeram um primeiro set muito equilibrado e de altíssimo nível.  Uma parcial parecida com o terceiro set do duelo de domingo. A diferença foi que, desta vez, as mudanças de José Roberto Guimarães não surtiram efeito e as americanas foram bem mais consistentes no ataque. Kiraly entrou em quadra com Robinson no lugar de Hill, que foi o alvo dos saques brasileiros no confronto anterior. Já a Seleção manteve sua base titular.

Sheilla no ataque diante dos EUA (Divulgação/FIVB)

Sheilla no ataque diante dos EUA (Divulgação/FIVB)

Com o jogo igual até o fim, o Brasil chegou a ter um contra-ataque para fechar, mas uma falha da levantadora reserva Fabíola impediu. A oposto Tandara  também falhou ao ser bloqueada pela levantadora Glass e ao errar uma largadinha. Com tantas falhas na reta final do set, o Brasil foi castigado pelos ataques da oposto canhota Murphy e saiu atrás.

A derrota fez estrago na concentração brasileira e o início do segundo set foi catastrófico. Passe ruim, bolas altas nas extremidades, falta de paciência para atacar e um show de bloqueio dos EUA. E assim uma longa vantagem começou a ser aberta logo de cara. Zé trocou Garay por Natália, além de apostar em Andreia (e não Tandara) na inversão do 5-1. Mas o controle americano no jogo foi mantido, com o set sendo fechado por mais um erro, desta vez no saque, de Natália.

O Brasil voltou com seu time titular no terceiro set e esteve no comando do placar do início ao fim. Sheilla teve um melhor aproveitamento no ataque, recebendo bolas decisivas.  O passe deu uma estabilizada e Dani Lins pode usar mais as bolas com Thaisa, a jogadora mais regular do time nesta sexta-feira. Fabiana, outra bola de segurança, estava apagada no block e no ataque. Ainda assim, o Brasil conseguiu dominar os nervos, mantendo a vantagem até o fim, para diminuir o prejuízo. Nos fundamentos, a grande diferença foi o bloqueio, com as americanas tendo o dobro de pontos das brasileiras (14 a 7).

O quarto set também foi equilibrado, com os times se revezando na frente do placar, mas sem abertura de mais de dois pontos de frente. A construção do empate aconteceu após dois ataques de Fabiana e outro de Dani Lins, fazendo o Brasil abrir 17 a 15.  E, com a defesa recuperando várias bolas, o Brasil foi abrindo mais vantagem até fechar em 25-19 e levar a decisão para o tie-break. E percebam que o número de bloqueios passou a ser 15 (EUA) e 12 (BRA).

No tie-break, a Seleção manteve o domínio dos sets anteriores, ficando sempre à frente do placar o tempo todo. Thaisa, uma gigante na partida, terminou o duelo com 24 pontos, cinco deles no block, fazendo com o fundamento terminasse em 16 a 15 para o Brasil, algo impensável no fim do segundo set. Murphy, com 26, liderou as americanas.



  • Juliano

    O que aconteceu com nossas levantadoras no começo do jogo? Deus me livre! Dani Lins levantando cada bola ruim, e a Fabíola conseguindo ser pior.

    Tangorda, depois de aparentemente ter engordado mais, fez uma péssima entrada na inversão. Porém, não vou culpá-la, visto que Fabíola esteve pior que o normal (talvez por não estar jogando, então temos que ter um pouco de paciência). Andreia demonstra não ser jogadora de seleção por enquanto. Mesmo o adversário não a conhecendo, é incrível como todos conseguem defender os seus ataques.

    Senti falta de uma ponteira para substituir a Jaqueline. Ela estava instável no ataque, só tentando atacar para baixo, incorporando a antiga “Jaquetoco”.

    Graças aos céus que, no terceiro set, Garay voltou melhor (e Dani Lins também) e mudou o jogo. Sem ela, não ganharíamos.

    Sheila só merece elogio pela sua recuperação, pois está voltando a jogar cada dia melhor (espero que no mundial já esteja 100% em todo o tempo). Não tentou virar tanto para baixo, explorou muito bloqueio, virou bolas difíceis, mas ainda sinto falta da sua pipe. Aliás, Dani Lins está péssima em levantamento de pipe. Quando ela conseguiu levar uma boa para Garay, gritei junto com ela.

    Larson estava terrível, jurando as bolas complicadas, já que Murphy precisa de bom passe para a Glass fazer a jogada rápida (do contrário, é bloqueio nela). Então, se o passe estava horrível, era só bloquear a Larson. Porém, esta jogadora explorou a Dani Lins e Fabiana, que rendeu quase nada hoje. Mas quando o Brasil cresceu, Dani Lins começou a deixar de dar pane, passou a bloquear. A partir de então, Larson não conseguiu mais sua mágica, e começou a ser amortecida ou bloqueada.

    Thaísa e Brait estava quase irretocáveis hoje. Carregaram o time boa parte da partida. Nunca numa partida torci tanto para o time rodar e a Thaísa voltar (sorry Fabiana, vc, para mim, é a melhor do mundo, mas hoje não era o seu dia).

    Impressionante como a Akinadewo está voando, virando quase todas na sua china manjada. Bloqueou demais, jogou o que senti falta na Fabiana hoje.

    Addams é boa jogadora, mas é uma pena que, no curso do jogo, comece a cair tanto assim de produção. EStava muito bem, depois desapareceu até ser substituída. Está parecendo uma Piccinini (obviamente não estou comparando a função, pois são distintas), que começa bem e termina muito mal. No caso da central norte-americana, é falta de experiência, já a italiana é decadência.

    A líbero americana estava se segurando no passe, mas depois não aguentou mais. Pelo jeito, as norte-americanas vão sofrer muito até conseguir uma excelente líbero. Davis realmente é a melhor opção, apesar do problema de recepção (mas aí é psicológico, que, ao invés de ser melhorado, está sendo piorado).

    Glass jogou muito, definitivamente foi a melhor jogadora em quadra do lado americano. No nosso, Thaísa seria unanimidade, mas o time só venceu porque Garay voltou de um terrível começo. Quando ela entrou no jogo ,tudo mudou.

    A cada dia tenho mais elogios às nossas titulares e mais críticas às nossas reservas. ZR tem que dar olhada em algumas outras jogadoras para o mundial, pois, se vier lesão, adeus título.

    • Fernando Adilio

      Perfeito seu comentário, concordo em tudo.
      nossas reservas realmente são assustadoras.
      Um banco com Monique, Andreia, Nathalia e Gabi é pra sentar e chorar por horas a fio.
      Muitos podem me sacrificar, mas depois do que eu vi na SL esse ano e o que estou vendo nas quadras, acho que a boa e velha Paula Pequeno seria muito mais providencial do que a Nathalia ou a Gabi… Pois apesar de estar com uma idade mais avançada, ela ainda passa e defende muito (quem acompanhou os jogos do Brasilia sabe disso). E está voltando a ter eficiencia no ataque.
      Sem contar que ter PP4 ainda que no banco ou para entrar numa inversão impõe um pouco mais de respeito do que Gabi…
      Gabi… Who?

      • Fernando

        Concordo chará,

        Me preocupa muito nossa situação, dá gosto de ver o time titular jogar, mas volta e meia uma de nossas jogadoras fica apagada.
        Dai oq acontece? Nada… pois não temos banco, quando uma reserva vem do banco, só ferra e piora ainda mais a situação.

        Do banco a única que se salva ainda um pouco é a Tandara. O resto poderia voltar embora…

      • Edu

        Reconsiderar a volta da Paula Pequeno e uma experiência próxima da surreal.Como todo respeito,quase uma aventura lisérgica.Paula teve as portas da seleção cerradas por duas razões práticas:entrou em declínio(situação natural e real e que hoje vive Sheilla na carreira de uma atleta de ponta) e recebeu uma Garay cavando espaço e atropelando.Outra razão são as limitações físicas impostas por seguidas e severas lesões.Se quiser uma adicional seu temperamento explosivo, difícil, quase ofensivo dentro de um grupo.Reivindicar lugar no grupo com recursos técnicos é uma coisa.Outra coisa e reivindicar osetnsivamente se apegando ao passado.A Paula de hoje é uma pálida sombra da que foi em Pequim e ela mesmo deve reconhecer isso.Não de forma pública evidentemente.Boba ela jamais será ja que trabalhou muito para formar uma equipe em que conseguisse estar jogando.

    • Mari

      Concordo com tudo que vc disse Juliano, em gênero, número e grau.
      Infelizmente a Andreia não rendeu tudo que pode pela seleção e a Tandara foi prejudicada na inversão do 5×1 pela Fabiola.
      Penso que seria hora do Zé rever a Mari e conversar sobre uma possível volta dela, pq ela de ponteira/oposta é melhor que as três que estão lá. No mais, quando a Jaque começou a pensar parou de tomar toco. E a Thaisa foi um monstro, mais uma vez. Amanhã, se eu fosse o Zé, relacionava a Ana Tiemi pra ver como ela se sai nas inversões e deixar a Dani descansar um pouquinho, pq tá na cara que diferente de 2010 que tinha aquela duvida entre a Dani e a Fabíola, isso não existe no atual ciclo. A Sheilla voltou e a Brait é a mais regular, na minha opinião, nesse Grand Prix. O chá de banco deu uma melhorada no jogo da Garay que foi essencial no 3 set. A seleção esse ano tá parecendo aquela de 2008. Tá dando gosto de se ver.

      • Iuri

        Ana Tiemi nao deve nem ter viajado. Se machucou em um treino e inclusive estava usando aquelas botas no Ibirapuera semana passada…

        • Daniel Bortoletto

          Ficou no Brasil, em recuperação

      • Edu

        Ana Tiemi esta lesionada por três semanas e se recuperando em São Paulo e virtualmente cortada para o Mundial.Jogou pouco porque apresentou muito pouco nesses quase três meses de treinamento.Estando também na situação,por hora, sem time tanto lá fora(não teve contrato renovado na equipe turca) como aqui dentro da superliga ondenão foi contratada, até agora, por nenhuma agremiação.

  • Logan Tom

    Talvez não tenha o melhor jogo da seleção, mas foi jogo pra dar moral e testar o psicologico. O que eu mais to gostando na seleção é que quando o jogo aperta, nossas jogadoras tem calma pra virar o jogo. Faltou concentração em varios momentos do jogo, mas isso é normal pra uma seleção que já estava praticamente classificada. Agora Thaísa hein!! A cada dia eu sinto mais orgulho dela. Não é menosprezando a Fabiana que pra mim é fantástica também, mas hoje a Thaísa é a melhor central do mundo em atividade. Uma jogadora super completa.

  • Rodrigo

    Pelo menos o ZRG ficou de testar as reservas nos 2 jogos seguintes. Assim podemos avaliar melhor, sem pressão, perfeito.

    • Fernando

      Pois é, contra a lanterna e fraquíssima Tailândia, qualquer jogadora vai se sair bem, até a pão com ovo da Natália consegue fazer 30 pontos. Adenizia idem.

      se for pra colocar o time reserva q seja contra a Republica dominicana. E que deixe Gabi e Natalia juntas em quadra, Adenizia, Carol e Monique de oposta. Coloco minha mão no fogo se o jogo não vai pro Tie Break. Nosso banco é uma piada!

      • iuri

        Ja foi pro tie break com a selecao completa de Pequim (no Grand Prix daquele ano)…inclusive com as “amadas” Mari e Paula. Nem entendi esse drama aí

      • Caio

        Cara, fenando, tu não sabes de nada mesmo. Vem aqui só para denegrir a imagem das jogadoras. Completo idiota. Não espere também que as jogadoras do nosso banco vão ter o mesmo desempenho das titulares. Nosso banco é nota 10. CHeio de campeãs olímpicas e com uma levantadora excepcional como a Fabíola

        • Felipe

          Esse Fernando eh um completo babaca, so vem aqui pra denegrir as jogadoras do Brasil e falar mal. Que horror! Coitada dessa seleção q alem de tudo tem q se benzer contra tanto “torcedor” metido a técnico.

        • Dai

          Também concordo Caio. O nosso banco é bom. A Fabíola é uma estrela.Chega ser uma piada ela estar no banco. Pelo menos todos sabemos que o motivo é picuinha desse ZRG que sabe-se lá deus porque a cortoudas Olimpiadas e desde de então não a coloca como titular. Jogou a copa dos campeões ano passado porque a tal da Dani Lins estava bichada. Amei quando a Fabiola pôde esfregar o campeonato da superliga do ano passado na fuça dele. Triste ver um talento desse a mercê de um capricho de um tecnico. Mas 2016 está chegando e muito coisa pode mudar! Que sua estrela brilhe cada vez mais Fabiola. A Olimpíada 2016 é sua orgulho do nosso vôlei 🙂

      • Iuri

        E ai, fofo? Deu tie break? Colocou a mao no fogo?
        Como foram as reservas ? Gabi e Natalia? Hum…

  • Rodrigo Coimbra

    O Marcos Freitas é um bom comentarista, só não é um grande por inventar fatos como: falar toda hora que se o Brasil perdesse era por total desconcentração por já estar classificado, desmerecendo os EUA que hj é o único que pode vencer o Brasil numa final (a Rússia tbm com Gamova e Sokolova); quase morri de rir quando ele disse que a Natalia tinha entrado para dar consistência no fundo de quadra, só piorou… e por ai vai!
    Sobre a partida, foi um jogaço… Thaisa a melhor jogadora da partida, apesar de achar a Fabiana a melhor do mundo mas a 6 da amarelinha é a segunda maior é normal a Thaisa fazer partidas melhores q a capitã, aliás a Thaisa foi a responsável pela virada, Camilla a mais regular da seleção, impressionante, parece uma veterana defendendo seu país em torneios importantes. A Murphy até que tentou mas sozinha com uma ajudinha da “Akirandew”(escritura com certeza errada) não deram conta, Larson talvez ainda não esteja no seu melhor estado técnico. A diferença do Brasil para as outras seleções é que temos as duas melhores centrais do mundo, com o passe na mão a seleção brasileira fica quase imbatível, pois quando o passe não sai as ponteiras e a oposta não tem cacife para carregar o time nas costas, e foi o que os EUA mostrou no primeiro e segundo sets, saudades da dupla de ponteiras PP4 e Mari, mas enfim… acredito até que a seleção de Kiraly depois do Rio 2016 será a seleção a ser batida, até pela media de idade das jogadoras que jogam em alto nível desde jovem comparando com as brasileiras, Murphy 24, Hill 24, Robisom 23, Addans 24 etc etc , a Rússia hj é pressa fácil sem Gamova e Sokolova (que dão seus últimos suspiros no esporte), e o Brasil sem Fabiana e Thaisa? Ta na hora do ZRG preparar as ponteiras de braço pesado como Natalia25 e Pri Daroit25 e nossa maior força no feminino Tandara25 para a saida, no quesito poder de fogo para as outras seleções de 1º nível estamos muito atrás, seja na potência altura etc etc etc O QUE NOS SALVA É A BOA RECEPÇÃO E CLARO AS MELHOR CENTRAL, Fabiana, E A SEGUNDA MELHOR, Thaisa. As melhores do mundo COM CERTEZA!!!!

    • Fernando

      Para de Viajar na maionese, preparar a Natália pra quê? Ela tem quase 26 anos, desde 2009 ela está sendo empurrada guela abaixo na seleção, nunca fez nada. Será que 05 anos de preparação não servem?

      Isso q ela já disputou mundial juvenil, entre outros, mas vem numa decrescente terrível nos últimos anos.

      A única que se salva das reservas é a Gabi, q tem 20 anos e se for esperta, esforçada e competente o suficiente, terá muito pela frente, a partir de 2016.

      • Edu

        Natália teve um problema de saúde que poucas jogadoras do mundo teriam condições de se recuperar plenamente.Tanto mais psicologicamente já que esteve quase dois anos completos fora das quadras.A Natália que pontuava 17 pontos contra a melhor Rússia não existe mais.Ela é sincera em afirmar isso.Não tem mais a mesma impulsão e explosão. Esta procurando ajustar a sua nova realidade em novas tarefas táticas que lhe são atribuídas.Derrotada, ela jamais sera na vida.Talvez isso seja sua maior virtude pessoal e que a mantem no grupo da seleção e quase convocada para 2016.

        • Fernando

          Concordo que ela é guerreira e esforçada! Muita superação, mas seleção é um caso de momento, de estar em alto nível.

          ninguém está a expulsando, só que ela não tem as qualidades necessárias para ajudar o time neste momento, imagina numa final de mundial???

          Tenho certeza que o Bernardinho vai dar uma melhorada no passe e no fundo de quadra esse ano, e futuramente ela poderá substituir a Jaqueline.

          Acredito que deveriam dar espaços para outras jogadoras que são tão merecedoras que a NAtália e que estão em melhor momento profissional.

      • Rodrigo Coimbra

        Se vc leu o comentário completo, quis dizer que em uma eventual falta das melhores centrais do mundo (Fabiana e Thaisa), o Brasil precisaria das jogadoras que pegam quente na bola, vide Pri Daroit, Tandara e a própria Natália. Nunca fui defensor da Natália Zilio, longe disso mas que ela tem um ataque potente é fato, e no caso de jogos de bolas empinadas nas pontas as três são jogadoras com tais características, e mais, quis dizer que no quesito ponteiras e oposta o Brasil está abaixo (altura, potência, alcance etc etc só equilibram na defesa e ganham na recepção e só) de seleções de 1º nível como Rússia, EUA, Sérvia etc etc. As brasileiras são bastante técnicas mas para decidir jogos como as outras ponteiras e oposta decidem nas outras seleções, convenhamos, não conseguem, ainda mais sem a ajuda das centrais que hj é o PRINCIPAL diferencial da seleção brasileira! ACORDA, ISSO QUE EU QUIS DIZER!!!!!!

  • Caco

    Gostaria de ver todo o time reserva nas próximas partidas, desde a líbero até a oposto. Acho que precisam de jogos para melhorar e o Brasil precisa de banco para o Mundial.

  • Fernando

    Pessoal concordo com a maioria de vocês no decorrer de 2013/2014. Está na hora do Zé Roberto engolir o orgulho e rever as reservas.

    Ele tem que pensar em nomes como Sassá e Suelle (para o passe, pois não temos reservas para o passe), e Mari ou PP4 no ataque.

    A Natália é uma aberração, já está provado por A+B que para a seleção ela não serve. Virou uma espécie de Amanda q só entra pra sacar.

    A Gabi é muito novinha, esforçadinha, “possível” promessa, mas não em experiência e nem bagagem pra enfrentar um Mundial.

    Se eu fosse o Ze tirava a Gabi e Natalia e trazia a Suelle e Mari.

    • Muito contraditório, a Suelle não tem experiência também… O Pessoal reclama tanto de não renovar, ai querem tirar a única nova do grupo… Não acho a Gabi diferenciada nem em fundamentos de volume, nem em ataque, mas ela é equilibrada, e em sua faixa etária é uma das melhores.

  • klaus

    Foi bom o time passar por esse sufoco.Precisávamos disso.Quero amanhã poder ver finalmente Natália e Tandara juntas e se der até Monique como ponta.Seria interessante, apesar do passe complicar um pouco.Sobre o Mundial , li num site russo que o técnico russo vai usar a Goncharova como ponta.Os times adversários vão fazer a festa no saque.Aliás, esse time russo só tem opostas.Nenhuma passadora de verdade.Com um passe ruim, nem Gamova vai virar todas, afinal ela foi campeã de clubes num time que tinha duas ótimas passadoras.Na seleção, a coisa é diferente e hoje em dia não é privilégio somente das russas bloqueio alto.É acertar o saque e fazer as pontas russas quinarem passe.

  • rafael cruzeiro

    nos dois primeiros sets a recepção esteve terrível. Depois o passe melhorou e apareceu o jogo da thaisa e da sheila. A camila é boa jogadora, mas precisa urgentemente aprender a levantar bolas, só levanta de “manchete”, parece não ter segurança no toque, prejudicando diversos contra-ataques, aliás, diante da situação, a thaisa resolveu assumiu o 2º levantamento. Porém brait tem boa recepção e fez boas defesas. A Fê começou mal, mas, quando o passe melhorou, se recuperou na partida. Dani e Fabiana alternaram bons e maus momentos. Péssima partida da jaqueline e da fabíola (isso acontece, e elas podem se recuperar). A Natália jogou bem, faltou apenas concentração naquele último saque. Tandara e Andrea sem comentários. Também, péssima arbitragem. Por fim, o Marcos Freitas não é dos piores, mas fala demais e às vezes coisas sem sentido. A Fabi, pelo menos no início, fez melhores intervenções e não ficou falando o tempo todo coisas sem necessidade.

  • Mario

    Com Thaisa, Fabiana e Dani Lins, não tem pra ninguém. O resto é o resto. Pode botar as três com as demais funções ocupadas por qualquer time classe C da Superliga. Só ver o que Dani e Fabiana fizeram pró-SESI. Simples assim!

  • Afonso RJ

    Rafael, eu queria lembrar que o/a líbero antes da linha dos 3 metros, só pode levantar de manchete. O levantamento de toque pelo/a líbero só pode ser feito do fundo de quadra.
    Transcrevo aqui o parágrafo do regulamento referente ao levantamento pelo/a líbero:

    19.3.1.4 Um jogador não pode completar um golpe de ataque mais alto que o bordo superior da rede, se a bola é proveniente de um passe de voleio (toque) de um Líbero que está na sua zona de frente ou na extensão dela. A bola pode ser livremente atacada se o Líbero faz a mesma ação fora da sua zona de frente ou da extensão dela.

    • Rafael cruzeiro

      Correto Afonso. Da linha dos três mesmo. Não vou nem falar da Fabi, para não ficar no mesmo disco arranhado, mas se vc rever o jogo verá que a própria Banwarth sempre que podia levantava de toque. Porém, talvez eu não tenha sido claro. Não é algo tão preocupante, pois a Camila tem condições técnicas, o que está faltando é apenas confiança, que ela deve adquirir com o tempo atuando de titular.

  • Junior

    Galera, vocês realmente acham o banco do Brasil ruim ? Um banco com Fabiola, Tandara, Adenizia e Natália ? Podem falar qualquer coisa, mas algumas delas seriam titulares em muitas seleções do mundo.
    Vocês pararam para olhar o atual banco da seleção americana e russa, nossas principais adversárias ? É de doer galera…

  • Edu

    E sempre legal ler os comentários prévios para avaliar o olhar atento da galera e receber um bom feedback.Meus pitacos.Brasil ganhando a segunda partida seguida contra a forte equipe estadunidense em território neutro e sempre muito positivo.Thaisa impecável e exercendo de forma mais abrangente seu imenso talento.Tem demonstrado tamanha consistência de jogo nesses últimos dois meses que caso se mantenha em estabilidade por um ano a colocara naquele clubinho restrito das cinco ou seis jogadoras de volei que ganham mais de um mihão de euros por temporada(sete meses).Um degrau abaixo hoje Jaqueline, Brait e a Fabizona(muito distante na comparação direta com Thaisa).Sheilla anda na fase apagada.Praticamente inofensiva no ataque mas compensou nas defesas e bloqueando bem no final da partida.Grande sacada do ZRG em tirar a Garay por um set inteiro e descansa-la para tentar fechar a partida.Seu jogo é baseado em muito vigor e explosão física e o imenso fuso e o calor acachapante da Tailandia minaram na sequencia de quatro partidas na semana.Sim, Fabíola escorregou no fechamento do primeiro set.Se redimiu um pouco ao receber seis pontos de diferença no segundo set ,junto com Andreia na inversão, e entregar com dois para a Dani.Mas terá a função de entrar nas roubadas já que Dani assumiu com méritos plenos a titularidade e quem esta na chuva não pode deixar de se molhar.Fabíola não ficou mais nessa passagem do segundo set porque o ZRG priorizou a partida para fechar de vez a classificação antecipada e comprometer os EUA(atitude que eles mesmos fariam na mesma circunstancia e limpa do ponto de vista esportivo).Segundo set caótico onde o saque não entrou tão bem como na semana passada e a recepção prejudicada.Dani contudo ,se recuperou nos sets seguintes e anda acelerando mais o jogo e fez importantes bloques.Glass foi a melhor levantadora em quadra e evoluiu demais desde da sua passagem pelo vólei brasileiro.Hoje é a levantadora feminina mais veloz do mundo, com sobras.Joga que nem gente grande. Larson e trinta por cento do volume de jogo da seleção estadunidense .Tem o fenótipo dos “red necks” americanos , ascendentes de irlandeses(pele muito clara e rosada e olhos claríssimos) que imigraram aos EUA.Faz o impossível na posição parecer simples.Hoje é uma das maiores em atividade e a maior da posição.Não prevejo concorrentes por hora.

    • What

      O que tem a ver a ascendência da Jordan Larson com o jogo? De onde tiraste que a Glass jogou por aqui? Ela quebrou o dedo e nem voltou… Faz-me rir! rsrsrs

  • Edu

    Apenas uma arrematada sobre o Marcos Freitas, comentarista que aprendi a respeitar no decorrer dos anos pelos comentários embasados e principalmente pela sobriedade que infelizmente tem lhe faltado .Sinto que ultimamente, e hoje ele foi péssimo nesse especifico quesito, tem frequentado a seara dos comentaristas ufanistas.Aqueles com uma justificativa louvável na ponta da língua a qualquer menor deslize técnico das seleções brasileiras e até divorciado da realidade do que ocorre na quadra.Por nos acostumarmos com o seu bom trabalho essa nova e infeliz fase me soa bem incompreensível e ruim.

    • Mario

      Perfeito, Edu. E este ufanismo exagerado chega ao ridículo. Principalmente quando puxa tanto saco de determinadas “intocáveis” que parece ser empresário de tais atletas. Sem contar que muitas vezes nos causa antipatia a algumas jogadoras, mais por culpa de tanta defesa descabida feita por ele do que pelo comportamento das próprias atletas. Melhor, então, tirar o áudio do que ouvir barbaridades que saem da boca do bendito.

  • Marcelo

    Não gosto do Marcos de Freitas, mas ontem ele disse a frase perfeita sobre o nosso time: sem passe na mão é um time comum, com passe na mão é o melhor time. Ou seja, sem que o bloqueio esteja marcando bola de meio e chegando quebrado nas pontas nossas outras atacantes não resolvem. Quem tiver interesse olhe as estatísticas de aproveitamento das nossas ponteiras e opostas e confirmem isso. Ou assistam o jogo novamente, sem paixão e vejam como a Glass marcou a Jaqueline (que cruza sempre com a levantadora) e marcou 5 pontos de bloqueio (pelo menos 3 em cima dela).

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