No Grand Prix, nada de Brasil x Rússia ou China ou EUA



O Brasil já conhece rivais e locais de jogo na disputa do Grand Prix, que pela primeira vez terá a participação de 16 países.

Na primeira semana, entre os dias 5 e 7 de agosto, o time comandado por José Roberto Guimarães jogará em Pusan, na Coreia do Sul, diante das donas da casa, do Japão e da Alemanha. Entre 12 e 14/8, o Brasil jogará em Almaty, no Cazaquistão,  contra Itália, Tailândia e o vencedor do playoff entre Argélia e Cazaquistão. No encerramento da primeira fase, em Bangcoc, duelos contra Cuba, Argentina e novamente Tailândia.

Os sete melhores times jogarão a fase final em Macau, na China.  As donas da casa já estão garantidas.

O mais estranho nesse regulamento do GP, agora mais inchado, é que um time como o Brasil não vai enfrentar sete rivais na primeira fase: Polônia, Peru, Rússia, Estados Unidos, Sérvia, República Dominicana e China. Acho, por exemplo, a forma de disputa da Liga Mundial masculina mais atraente e coerente, com jogos em casa e fora, não quase sempre em campo neutro e na Ásia, como se caracteriza o GP.



  • Jairo Pralon

    Daniel, existe alguma possibilidade da FIVB mudar esse regulamento.? Parece regulamento com tendência a favorecimento de algumas equipes! Chato o Brasil nunca poder sediar uma final, não é mesmo?

    • Daniel Bortoletto

      Não acredito em mudança, ainda mais com o aumento de participantes. E dificilmente vão tirar da Ásia (que paga muito pelos direitos de TV) as finais

  • Patrícia Silva

    Fico a imaginar o público que atrai no Cazaquistão?? Afinal, lá não é a terra de Borat??
    Ok, brincadeiras a parte, acho o GP muito desgastante para todas as atletas.
    Primeiro o fuso e as viagens pela Ásia, e ficar muito tempo longe dos familiares e de tudo mais. E quando emenda com outras competições pior ainda.
    Concordo com você quando diz que passou da época de ser como na Liga Mundial, joga fora e aqui. Acho que mais jogos da seleção no Brasil, faria com que a seleção feminina ganhasse ainda mais público, como já acontece com a masculina.
    Também acho que amistosos, um em cada canto do país, em cada região também seria bem interessante.
    Afinal se dar pra fazer jogo no Cazaquistão, dá tranquilamente pra fazer um amistoso em Manaus, outro em Porto Alegre, um em Brasilia, São Paulo e em Recife, tranquilamente.

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