Ninguém para o Sada/Cruzeiro



Mineiro, Copa Brasil, Mundial e agora Sul-Americano. Falta apenas a Superliga para o Sada/Cruzeiro ser campeão de tudo no vôlei.

A incrível sequência de conquistas do time comandado por Marcelo Mendez esteve por um fio, na noite de domingo. A valente (e competente!) equipe da UPCN chegou a abrir 2 sets a 0 e tinha vantagem na terceira parcial. Ignorava a Arena Vivo lotada e um rival acostumado a vencer. Mas sucumbiu. Assim como o Vivo/Minas no Estadual, o Sesi na Copa Brasil e o Novosibirsk no Mundial…

E acho que este fator “saber ganhar” pesou. Vejamos:

– O Sada/Cruzeiro parecia preso até a metade do terceiro set. O saque não entrava, Wallace e Leal não desequilibravam, o time não sorria. William não era o mesmo. Filipe errava. Serginho não conseguia contagiar os companheiros com suas defesas. Os donos da casa pareciam incomodados com os erros. E viam os hermanos jogando muita bola. Garrocq defendendo demais, Olteanu e Fillardi dando estabilidade para o passe e Theo cumprindo a obrigação de um oposto: virar as bolas.

– Marcelo Mendez trocou o oposto, o central… Nada parecia funcionar. Até que o saque entrou e passou a incomodar, principalmente com Leal e Eder e, mais tarde, com Filipe. Neste mesmo momento, Wallace, no melhor estilo Wallace, cravou duas, três bolas. E o jogo mudou.

– O tie-break foi um capítulo à parte. Os mineiros abriram 8 a 3 e depois 12 a 6. A fatura parecia liquidada.  Até brinquei no Twitter dizendo que ninguém deveria usar o título “virada à mineira”. Mas a UPCN reagiu, empatou e por pouco não calou a Arena Vivo.

Estamos vendo a história ser construída, senhoras e senhores. Daqui a alguns anos, talvez a próxima geração esteja discutindo o tamanho das façanhas cruzeirenses no vôlei.



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