Não foram apenas os árbitros



O italiano Pasquali e o eslovaco Mokry foram os vilões, para os jogadores brasileiros, na derrota para os Estados Unidos por 3 sets a 1.

Que se dê importância aos erros da arbitragem, sim. Quando eles são claros, até jogadores com vasta bagagem internacional perdem o controle. E foi isso que aconteceu. Vários desabafaram via twitter na madrugada.  Também aceitável.

Mas o que mais me preocupa é que a fase final está logo aí na frente e o Brasil ainda está longe dos seus melhores dias. Em alguns momentos a verdadeira Seleção aparece. Mas ela tem desaparecido com certa constância também.

Oscilação no levantamento, dúvida sobre quem irá atuar como oposto, Dante em busca de ritmo de jogo… Ou seja, muita coisa a se acertar para os jogos finais na Polônia.

A análise de Bernardinho sobre a derrota de sábado foi coerente:

– Não foi uma atuação ruim, nem condenável, mas jogamos abaixo do que podemos e do que queríamos. Isso tem que gerar uma reflexão em todos. Começamos o jogo com uma postura inadequada e depois lutamos e tentamos buscar de todas as formas, mas os Estados Unidos fizeram um grande jogo, melhoraram como esperávamos, e não conseguimos acompanhá-los.

Como o time é acostumado a conquistar títulos, não duvido que veremos outro time na fase final. Mas ainda estou com uma pulga atrás da orelha. E vocês?



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