O dia do Mundial: Americanas levam susto; Itália chega 100% para clássicos



A terça-feira foi de folga para o Brasil no Campeonato Mundial feminino do Japão. Mas a rodada teve, ao menos, um pouquinho de emoção em uma partida em especial.

Os Estados Unidos levaram um susto no duelo com a Coreia do Sul, em Kobe. Sem algumas titulares no início do jogo, Karch Kiraly viu as asiáticas abrirem 1 a 0 (25-19), mas virou para 3 a 1, vencendo os sets seguintes por 25-21, 25-21 e 25-18.

Foi a terceira vitória americana em três jogos, enquanto as coreanas perderam as três. E um recado importante para a poderosa equipe de Kiraly.

A oposto Kelly Murphy, que estava no banco no primeiro set, terminou como a maior pontuadora: 18 acertos. Larson, outra que entrou após a derrota da parcial inicial, colaborou com dez. As centrais Akinradewo e Gibbemeyer não foram utilizadas por Kiraly.

Larson em ação com a Coreia do Sul. Ponta entrou com as americanas perdendo (FIVB Divulgação)

Pelo lado coreano, a estrela Kim Yeon Koung não esteve no topo da pontuação, algo raríssimo. Com 17, ela ficou atrás de Jeongah Park (26).

Ter evitado que o jogo fosse para o tie-break manteve os Estados Unidos na liderança do Grupo C, com nove pontos, um a mais do que a Rússia. O clássico entre os dois candidatos ao título acontecerá na quinta-feira.

E valerá muito levar uma campanha 100% para a segunda fase, já que americanas e russas terão pela frente China, Itália, Turquia e provavelmente Bulgária na etapa seguinte. E deste rol de favoritas ao pódio apenas as três melhores avançarão na competição.

Itália e China também estão invictas e com pontuação máxima no Grupo B. A Azzurra fez 3 sets a 0 em Cuba, enquanto as chinesas também ganharam em sets diretos do Canadá. Nesta quarta-feira, o clássico europeu entre Itália e Turquia será decisiva. Como as turcas já perderam para a China, vencer a equipe de Egonu é quase uma obrigação. Já na quinta-feira, o confronto direto será entre Itália e China.

Vale ainda ficar de olho ainda na Tailândia. Com oito pontos, a equipe asiática levou o duelo com a Rússia para o tie-break e pode ser aquela “mina vagante”, expressão que era usada por Bernardinho, para aquele time pouco credenciado mas que pode atrapalhar um favorito. Estará na segunda fase com potencial já provado para dificultar a vida de italianas, turcas e chinesas. Mesmo que hoje tenha perdido um set para Trinidad & Tobago.

LEIA TAMBÉM

+ Sorteio do Mundial de Clubes adia reencontro do Sada/Cruzeiro com Leal e Simon



MaisRecentes

Itália, Sérvia, Holanda e China nas semifinais do Mundial



Continue Lendo

Sérvia e China mais perto das semifinais do Mundial



Continue Lendo

A Itália chegou mesmo para ficar



Continue Lendo