Mexicali, dia 4: Estreante no Mundial sonha em conhecer ídolo



O oposto titular Caio é um dos seis estreantes da equipe brasileira em Mundiais. Aos 19 anos,  o menino nascido em Praia Grande, no litoral de São Paulo, disputa a competição no México ciente de que uma boa atuação pode facilitar sua transição do juvenil para o adulto.

E para isso ele se inspira em um titular da Seleção de Bernardinho para decolar no esporte e alçar voos mais altos na carreira.

Caio festeja um ponto marcado no duelo com o Irã (FIVB Divulgação)

Caio festeja um ponto marcado no duelo com o Irã (FIVB Divulgação)

– Meu ídolo joga na Seleção e no Sada/Cruzeiro. É o Wallace. Cara, eu vejo muitos vídeos dele. Ele me inspira muito para poder jogar aqui – conta Caio, após fazer dezenas de selfies e dar vários autógrafos para torcedores e torcedoras mexicanas, uma novidade na curta carreira como jogador.

O oposto, autor de dez pontos na vitória por 3 a 0 sobre o Irã, não titubeia ao revelar um dos sonhos:

– Não sou amigo do Wallace, mas um dia pretendo ser.

Caio começou a jogar há quatro anos.  Em 2011 passou em uma peneira do Pinheiros e permaneceu por lá até o ano passado, quando se transferiu para o São Bernardo.  Antes do vôlei, tentou se aventurar em outras quadras. Mas no futsal a altura (1,97m) era um empecilho.

– Penso que este Mundial pode ser sim um divisor de águas na minha carreira. Fiquei um pouco nervoso no primeiro jogo. Estava ansioso para jogar. Sei que é um passo para o adulto. Depois daqui já é meio caminho andado.

 

 

 

 



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