Meta para 2016. Você acredita?



O COB apresentou nesta manhã, no Rio de Janeiro, seu planejamento para a Olimpíada de 2016. Estratégias, ações e treinamentos para que o Brasil termine no top 10 do quadro de medalhas (ao menos no total de pódios, não na quantidade de ouros).

Para vôlei e vôlei de praia, a meta mínima é repetir as quatro medalhas de Londres (sem preocupação em ser ouro, prata ou bronze). Mas a entidade pensa mesmo em seis pódios, o máximo que cada país pode conseguir nas duas modalidades.

Analisando rankings mundiais, tanto o teto quanto o piso são viáveis. Na quadra, a Seleção masculina lidera com 345 pontos, 15 a mais do que a Rússia. No feminino, a lista da FIVB mostra também na frente, 15 pontos à frente dos Estados Unidos.

Na praia, após mais uma série de mudanças na formação das duplas, o Brasil lidera o Circuito Mundial entre as mulheres, com Juliana/Maria Elisa. E a CBV aposta suas fichas na recém-formada parceria entre Larissa e Talita. Entre os homens, Bruno e Alison estão em quinto lugar no Circuito, com Emanuel e Pedro Solberg, em sétimo. Outra dupla que ainda sonha com os Jogos é Ricardo/Álvaro Filho.

Nas últimas Olimpíadas, COB e CBV já sonhavam com seis medalhas. Meta possível, mas os resultados comprovam que não é nada fácil atingi-la.

Em 96, ouro com Jaqueline/Sandra, prata com Monica/Adriana e bronze com a Seleção feminina de vôlei. Em 2000, prata com Zé Marco/Ricardo e Adriana Behar/Shelda e bronze com a Seleção feminina. Em 2004, ouro com a Seleção masculina de vôlei e Ricardo/Emanuel, prata com Adriana Behar/Shelda. Já em 2008, ouro com a Seleção feminina, prata com a Seleção masculina, prata com Fábio Luiz/Márcio Araújo e bronze com Ricardo/Emanuel.



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