Mercado feminino em baixa mundo afora explica desempregadas



Muita gente me pergunta sobre o futuro de Fofão, Érika, Carol Albuquerque, somente para citar três jogadoras com passagem pela Seleção Brasileira.

Parte da resposta está no momento complicado do vôlei italiano. Apenas 10 equipes estão inscritas para a Primeira Divisão e um novo fenômeno acontece com o campeonato que já foi o melhor do planeta: a saída do país de grandes jogadoras com passagem pela Azzurra.

A lista aumenta a cada dia. A levantadora Lo Bianco, xodó da Itália, é o maior símbolo, após trocar o Bergamo pelo Galatasaray, da Turquia. A central Gioli e a ponta Del Core, que já tinham passagem pelo exterior, confirmaram que seguirão longe do Campeonato Italiano. Elas farão dupla no Fakel Novy Urengoy, da Rússia.

Para a temporada 2011/2012, a diminuição no número de times de ponta na Itália faz com que estrangeiras também deixem o país. A holandesa Flier trocou o Pesaro pelo Toray Arrows, do Japão, enquanto a americana Hodge vai para o Atom Sopot, da Polônia. A busca tem sido por atletas baratas e pouco conhecidas, que atuam nas universidades americanas. A lista só aumenta: Klineman, J.Faucette, Lloyd… 

Some-se a isso a diminuição no número máximo de estrangeiros no Campeonato Turco, um mercado que paga muito (quando paga) e tenha a resposta para o futuro do trio do primeiro parágrafo deste texto praticamente respondido. Só fica faltando um ingrediente nacional: não houve aumento na quantidade de times de ponta para absorver a mão-de-obra.



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